Série Grandes Iluminadores: Cibele Forjaz

A SP Escola de Teatro segue em sua série de minibiografias de grandes iluminadores da história.

Na lista, há importantes nomes do design de iluminação, como Roberto Gill Camargo, Stanley McCandless e Jorginho Carvalho.

Nesta quinta-feira, 10, nossa homenageada é a diretora e iluminadora, Cibele Forjaz; confira!

Cibele Forjaz:

A diretora e iluminadora Cibele Forjaz nasceu em São Paulo.

Doutora em Artes Cênicas pela ECA/USP, Cibele se formou em 1989 também em Artes Cênicas com habilitação em direção teatral pela mesma instituição, da qual é docente e pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas, lecionando iluminação e direção teatral, além de orientadora de mestrado no Programa de Pós Graduação .

Série Grandes Iluminadores: Wagner Pinto

Em mais de 30 anos de carreira, participou ativamente de quatro coletivos de teatro, entre eles, Barca de Dionísos, Teatro Oficina Uzyna Uzona e a Cia.Livre, esta última desde 1999 até os dias atuais.

Ganha projeção como encenadora com o espetáculo A Paixão Segundo GH, inspirado na obra de Clarice Lispector, em 1989. No ano seguinte, encena O Lamento de Ariadne, de Beatriz Azevedo, ainda pelo grupo Barca de Dionisos.

Série Grande Iluminadores: Stanley McCandless

Dirige Woyzeck, de Georg Büchner, em uma instalação cenográfica dentro de um estacionamento na Rua Augusta em 1991, mesmo ano que encena Florbela, texto que Alcides Nogueira, a partir da obra de Florbela Espanca.

Em 1994, cria uma versão para Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, com o Núcleo de Pesquisa Teatral, de São José dos Campos, e em 1998, A Vida de Galileu, de Bertolt Brecht, com Renato Borghi como protagonista.

Série Grandes Iluminadores: Jean Rosenthal

Como light designer Cibele realizou muitos trabalhos de extremo destaque para a cena teatral nacional, entre eles Leonce e Lena, de Georg Büchner, Eras – Filoctetes/Horácio/Mauser, de Heiner Müller, direção de Marcio Aurelio, O Amor de Dom Pirlimplim com Belisa em Seu Jardim, de Federico García Lorca, direção de Maria Alice Vergueiro, As Três Irmãs, de Anton Tchekhov, direção de Bia Lessa, e Cacilda!, texto e direção de José Celso Martinez Corrêa, com quem trabalhou por mais de 10 anos como iluminadora.

APCA, Mambembe, Qualidade Brasil, Prêmio Shell e Prêmio Governador de Estado são alguns dos muitos prêmios conquistados por Cibele em sua carreira.




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