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Curso Técnico / ESTUDANTES

Outros anos:  

Atuação

Aline Fátima da Silva COsta Magno

O que mais gosto em mim é a minha mutabilidade e a capacidade de me transformar, reinventar, renascer das cinzas sem perder a centelha primordial que faz eu ser quem sou.

Meu papel no mundo é me comunicar com todos os seres materiais e imateriais, construindo pontes de diálogo, compartilhando saberes, fomentando e frequentando encruzilhadas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a materialização do sonho de me desenvolver e profissionalizar como artista da cena e de, ao mesmo tempo, vivenciar a pulsação artística do centro de São Paulo.

Dandara Ferreira dos Santos

O que mais gosto em mim é minha força de vontade e determinação.

Meu papel no mundo é levar a Arte da Atuação e sua verdade para as pessoas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um privilégio por estudar teatro e poder me desenvolver como Atriz preta, compartilhando vivências com um grupo e com professores.

Giovanna Ueda Morales

O que mais gosto em mim é a curiosidade, o desejo de me manter em eterno contato com o novo.

Meu papel no mundo é aprender e compartilhar.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de aprimorar meu pensamento estético e de estabelecer redes artísticas que se fortaleçam diante do contínuo desmonte ao qual os agentes culturais deste país estão submetidos.

Jaqueline da Silva Pereira

O que mais gosto em mim é a minha determinação e força de vontade, pois em vários momentos difíceis, dos quais o medo veio à tona, busquei me manter centrada e determinada naquilo que acredito, para não desviar do meu caminho. Gosto também da minha criatividade e dinamicidade que me auxilia nos meus trabalhos e questões da vida, considero-me uma pessoa honesta que tende a ir pelo caminho justo e verdadeiro. Tenho trabalhado também a minha escuta, pois muitas vezes, tendemos a não dar ouvidos e não buscar entender o lado das outras pessoas, o que dificulta muito as relações, nesse sentido, considero-me uma pessoa que trabalha constantemente o respeito, a empatia, e o carisma.

Meu papel no mundo é causar reflexões sobre a vida. Suscitar questionamentos sobre as injustiças, os preconceitos e os comportamentos viciosos da sociedade. Busco, através da minha arte, ampliar as visões de mundo, demonstrando outras realidades, outras formas de pensar, outros estilos de vida, assim como promovo o respeito às diferenças e ao valor da pluralidade social. Busco também, dar mais alegria e luz à vida através da arte, compartilhando amor e respeito a todos, independente das suas individualidades.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma grande oportunidade de obter conhecimentos intelectuais e culturais grandiosos para minha formação. Uma escola onde eu possa produzir, investigar, aprender e reinventar. Um local onde eu possa compartilhar as minhas criações e me envolver com grandes artistas, tanto do corpo docente como do discente, que irão acrescentar na minha história e trabalho, exercendo sempre a minha escuta e a minha fala, elevando assim, o meu pensamento crítico. Vejo a SP Escola de Teatro como um alicerce para grandes conquistas tanto no âmbito educacional, como no profissional e pessoal.

Jaqueline Samaris Matos Lins

O que mais gosto em mim é a forma que uso das palavras e corpo a minha morada. Nela me faço casa, poesia, arte. O jeito que me entrego a todas as atividades que a vida propõe fazem parte da personalidade que carrego e tenho muito orgulho disso, além de sempre gostar de conhecer o novo e partilhar conhecimento e experiências.

Meu papel no mundo é marcar. Me fazer presente. Olhar e espalhar o que mais gosto de fazer: a arte de voar ou melhor dizendo: atuar. Sou que nem pássaro, que vai derrubando as sementes conforme se alimenta e nisso, nasce uma nova árvore daquele mesmo fruto, assim sou eu fazendo arte, sempre indo atrás de experiências e trocas que me evoluem como pessoa, além de artista.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um fruto, na qual irei saber aproveitar de tudo que será semeado, ensinado, mostrado e dividido. Estar neste local é um passo para o futuro de grandezas singelas que irá cutucar bem a minha identidade me fazendo mudar, crescer e evoluir. Nela vou ver um mundo de cores, de luz, ação, figurinos, falas, choros, risadas e irei amar falar para o público aonde é que aprendi ainda mais tudo isso.

Karen Wassmer

O que mais gosto em mim é a minha persistência, que vem grudadinha com a minha paixão. Eu gosto dela porque muitas vezes é o que me faz sair da zona de conforto e entrar na zona de “confronto”, o que pra mim significa estar aberta à mudança e ao aprendizado, o que me permite conhecer mais das pessoas e do mundo.

Meu papel no mundo é clichê mas não posso dizer que uma das minhas maiores intenções seja fazer o bem, fazer do mundo um lugar mais empático, e sinto que isso vem através das histórias que contamos, e por isso ser atriz faz tanto sentido pra mim.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma super oportunidade, tanto de abrir meu leque de aprendizado quanto de estar aprendendo com pessoas diferentes. Além de ser um espaço onde com certeza todos crescem como artistas, estar num lugar que respira arte é sempre uma alegria.

Laura Luiza Ferreira Silva

O que mais gosto em mim é meu profissionalismo e entrega em todos os projetos artísticos. Sou muito assídua mesmo nos momentos mais complicados, e, quando entro em um projeto, quero estar envolvida em tudo. Busco sempre sair da área de conforto e me reinventar, quero trabalhar, buscar e executar novas referências e processos artísticos, acredito muito na troca com o coletivo e no trabalho. O momento mais difícil e prazeroso do fazer teatral é quebrar a barreira do ‘’não sei mais o que fazer, não vai melhorar’’. Quando acreditamos e enfrentamos resistências e bloqueios criativos, é que nasce o melhor do trabalho da atriz . Além disso, acredito que sou bastante autêntica e consigo explorar isso bem na vida artística, bem como minhas vivências.

Meu papel no mundo é ser uma chave, um elo que instiga o público/espectador a alterar pensamentos preconcebidos em prol da mudança da sociedade. Expressar e questionar, através da linguagem dramática, ideologias, questões e valores é o que guia e trilha meu caminho pessoal e profissional.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de estar de frente com novos artistas, experiências, mercado, referências e expandir meus conhecimentos na área, trocando repertório cultural, artísticos e processuais com novos colegues e professores, principalmente por ser de outro estado, então entendo que as referências também são diferentes. Também é importante entender que processos seletivos são sempre, de alguma forma, injustos, e mesmo que eu seja aprovada, não significa que sou melhor que ninguém, mas que me destaquei em uma oportunidade! Acho importante lembrar também de valorizar uma escola pública de arte, principalmente de teatro, já que estudar arte no Brasil em uma das melhores escolas de teatro do país, é um privilégio.

Maria Gonçalves

O que mais gosto em mim é a minha tenacidade, a inocente insistência onde mesmo nas situações mais difíceis, onde o cansaço e o desânimo muitas vezes falam alto dentro de mim, ainda tenho a capacidade de encontrar forças para me manter fiel ao que acredito e persistir sempre.

Meu papel no mundo é entender, dentro do meu próprio processo de cura e autoconhecimento, como posso agir de maneira positiva e transformadora no cotidiano daqueles que, assim como eu, muitas vezes carecem dessa sensação de pertencimento no mundo cotidiano em que vivem.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um marco decisivo na minha história. Um momento de reconexão com a minha identidade e de encontrar um novo, promissor e empolgante caminho para trilhar, nessa longa jornada em que embarquei no estudo das artes cênicas.

Mariana de Oliveira Ferraz Paulino

O que mais gosto em mim é a minha criatividade e capacidade de transformação de mim mesma e dos cenários ao redor. Me considero uma pessoa bastante curiosa e inventiva, que preza por envolver-se em projetos desafiadores e por estar entre as pessoas para empreender ações de maneira coletiva. Também gosto muito de minha coragem, de meu engajamento e disciplina para dedicar-me aos meus desejos e propósitos, bem como de meu enorme entusiasmo em aprender e descobrir – sempre confiando e reconhecendo minhas vulnerabilidades e deficiências a partir da consciência de que estas também me constituem e me tornam única.

Meu papel no mundo é criar e disseminar, por meio da arte, narrativas de sensibilidade e atravessamento que contribuam para a transformação das sociedades em espaços mais justos e horizontais. Acredito profundamente na linguagem em suas múltiplas vertentes de expressão – sendo o teatro e a escrita as que mais me estimulam e as que mais reivindico enquanto pessoa artista – , e considero fundamental e urgente honrar sua importância para cooperar com a imprescindível revitalização das pessoas e das geografias; podendo exercer, enquanto atriz e mensageira cênica, muito além das tantas normativas de minha formação anterior (me graduei e cursei um mestrado em História, com ênfase em História da América Latina).

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a oportunidade de estudar em uma instituição pedagógica comprometida com a construção coletiva de um teatro horizontal, crítico e essencialmente brasileiro, podendo aprender com diversos artistas, colegas e profissionais das artes do palco. Isto, principalmente, com o intuito de engrandecer minha identidade artística em permanente formação, a fim de colaborar com a construção dos novos cenários e linguagens que se anunciam como uma profissional de teatro. Também, a possibilidade de integrar a SP Escola de Teatro me permite trilhar uma nova trajetória artística e profissional a partir da canalização, transmissão e ressignificação de mensagens poéticas e políticas possíveis e impossíveis: creio e confio profundamente no papel transformador do artista e do educador e me sinto intensamente convocada a assumir os meus desejos e anseios de luta, bem como a engajar-me nas demandas coletivas de outros artistas que, assim como eu, também postulam reconfigurações sociais através do teatro.

Willian Olsen Pinto

O que mais gosto em mim é que numa sociedade onde o desinteresse parece ser valorizado, eu sempre me entrego e não me culpo por deixar meu entusiasmo falar mais alto em todos os sentidos.

Meu papel no mundo é de fortalecer o coletivo para me fortalecer, é o de acreditar que a mudança não pode ser feita sozinha, mas sim acompanhada dos que vieram antes, com a ajuda dos que estão ao nosso lado e principalmente pensando nos que ainda estão por vir.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é fazer parte do compromisso critico e social que a escola tem com a formação de artistas e público. O que me motiva a estar na escola também é a história que ela tem com os membros de minha comunidade, é ajudar e fazer parte desta história também.

Cenografia e Figurino

Ana Júlia Leme Silva

O que mais gosto em mim é que acredito que dragões sejam moinhos de vento.
Durante muito tempo, acreditei que ser criativa ou ver o mundo com outras lentes era uma maldição. Hoje, quando vejo beleza e história nas gotas de chuva ou em luzes diferentes causadas quando o Sol se põe, acredito que fui abraçada por algum tipo de magia e ela me faz acreditar que, mesmo em um mundo tão cruel, beleza, força e histórias ainda são criadas por diversas coisas não tão notadas. Sonhadora demais, sensível demais. Demais eu não sei para quem (ou que régua determina isso), mas sei que, para mim, é na medida certa.

Meu papel no mundo é caminhar como ancestral de quem está por vir.
Acredito que meu papel nesse mundo é o de agradecer pelos caminhos abertos por aqueles que vieram antes de mim e continuar a jornada de abrir portas para os que virão depois. E isso de múltiplas formas mas, principalmente, por ocupar espaços e ir encontrando maneiras de, em coletivo, quebrar as amarras desse sistema tão nocivo que nos assola de forma direta e indireta.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é poder me desenvolver, como artista e como pessoa visto que acredito na ideia de que ambas as descrições não são dissociadas. Estar na SP é poder aprender ainda mais sobre a força do coletivo dentro dos fluxos artísticos do teatro e integrar um corpo de artistas dispostos a construir para e com o mundo. Além disso, para mim, estar na SP é ocupar um espaço de aprendizagem de arte e acessar estudos interessantíssimos e significativos para a base daquilo que chamam de carreira.

Gabriela de Paula Ribeiro de Carvalho

O que mais gosto em mim são meus olhos.

Meu papel no mundo é viver com consciência.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um novo começo.

Guilherme Santana Santos

O que eu mais gosto em mim está totalmente atrelado a Arte, da minha capacidade e criatividade de criar coisas novas sem referências de apoio. Ter uma mente tão sonhadora, imaginativa e sábia, capaz de criar coisas incríveis sozinha.

Meu papel no mundo é virar o tabuleiro do avesso. Isso está ligado a política social, à minha arte que está sempre tentando inovar e me inovar e ao meu ser que se renova a cada instante de um novo aprendizado fazendo de mim referência ao meu passado e à aqueles que são como o mesmo.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um novo sonho, mas que habita em mim desde tão novo. Sempre fui muito intenso, e as escolhas da vida, caminhos a seguir, sempre mexeram muito comigo, já segui muitos caminhos inseguros, mas os único que eu tenho certeza que é o certo pra mim, é me profissionalizar em Cenografia e Figurino. E estar tão seguro disso, me candidatando a uma vaga tão difícil de se encontrar para fazer arte além de com amor, mas também com conhecimento, é um passo firme que me fortalece. Sempre me expressei através do visual para tudo que vivenciei, mas agora vou estudar fundo.

Lara Paim de Sene

O que mais gosto em mim é a minha persistência em criar minhas próprias narrativas.

Meu papel no mundo é construir significados, seja através do afeto ou do estranhamento, buscar sempre extrapolar verdades absolutas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é explorar meu potencial criativo através da ação coletiva, uma forma de vivenciar as artes em seu sentido mais ampliado e integrado.

Mariana Simili Alcantara

O que mais gosto em mim é minha criatividade e sensibilidade, habilidade de imaginar projetos e executa-los.

Meu papel no mundo é através das minhas criações tocar outras pessoas, provocando nelas sentimentos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é poder somar as minhas habilidades com a de outras pessoas para desenvolvermos bons trabalhos, aprimorar meu conhecimento na área de figurino e cenografia, ter a experiência de estar em uma escola com profissionais que admiro.

Nathália Helena Cotrim

O que mais gosto em mim é minha vontade de falar com o mundo e me respeitar e não me sentir culpada quando não falo, eu gosto de saber que o meu jeito de existir deixa as pessoas mais felizes.

Meu papel no mundo é descobrir como viver nele, com frequência me questiono o modo como o mundo funciona e descobri que tem pequenas ações que posso fazer para melhorá-lo no futuro, como compreender quem pensa diferente, pesquisar novas maneiras de vida e ser educada com quem vive a minha volta, esses tempos já estão sendo tão caóticos e acho que meu papel é levar uma esperança de que vai melhorar.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma realização de algo que estava muito distante da minha realidade a uns anos atrás, quando me mudei pra São Bernardo do Campo começou uma nova fase na minha vida e eu tenho a sensação que as experiências e as sintonias que apareceram nesses anos aqui, me levaram a esse momento.

Nicholas Cotrim Oliveira Joaquim

O que mais gosto em mim é minha curiosidade, sem minha curiosidade não encontraria caminhos para me entender e desenvolver minhas habilidades.

Meu Papel no mundo é, certamente como um bom curioso meu papel está nas descobertas que beneficiam e ajudam as pessoas, que validam e edificam minha comunidade e que independente das dificuldades podemos transformar as coisas através das artes e companheirismo, mesmo que para isso precisamos gritar.

Estar na SP Escola de Teatro é um objetivo, uma conquista, uma possibilidade para contribuir na disseminação cultural e artística nacional. A SP Escola de Teatro e a porta de ingresso para o que decidi ser no mundo para que eu possa me expressar através da Cenografia e Figurino. Após um ano difícil a possibilidade de ingressar na SP Escola de Teatro se torna luz e me instiga com os misteriosos novos caminhos que posso abraçar.

Sthefany Sampaio

O que eu mais gosto em mim é: O que eu mais gosto em mim é minha confiança. Não quer dizer que eu não seja vulnerável a duvidar as vezes, mas ter confiança significa que se um plano não der certo, darei meu jeito, sempre acreditando no melhor de mim.

O meu papel no mundo é: existe uma simbologia adinkra nomeada como Sankofa, ela é representada por um pássaro com o pescoço virado para trás. Significa que se deve aprender com o passado para construir um presente e um futuro. Meu papel no mundo se baseia nisso: Me conectar com a minha ancestralidade e regatar o que foi perdido, para que seja possível permanecer viva no presente e lembrada no futuro. Meu papel aqui é criar laços e histórias que permaneceram vivas quando eu me for, igualmente aos meus ancestrais, nunca correspondendo as expectativas coloniais.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é: Quando ouvi falar na escola ano passado, eu coloquei como meta para este ano fazer parte dela. Estar na SP Escola de Teatro significa que meu plano deu certo. Pra mim é uma oportunidade única, uma conquista. Significa ter a chance de receber educação de qualidade. Estar na escola de teatro pra mim significa que conquistei o que almejei por meses.

Victória Novais Santos

O que mais gosto em mim são minhas não certezas, gosto de estar sempre aberta a mudar de ideia, não ser apegada a ideais, a seguir por outros caminhos e descobrir coisas novas.

Meu papel no mundo é ser suporte.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma forma de me aproximar de uma área que nunca tive a oportunidade de me aproximar e conhecer pessoas novas.

Direção

Felipe de Souza

O que mais gosto em mim é o meu interesse por descobrir e estudar coisas novas, além da minha capacidade de me adaptar a novas aventuras a fim de viver as experiências por completo.

Meu papel no mundo é compartilhar bons momentos e experiências com as pessoas, seja na vida, palco ou em qualquer lugar. Através das experiências geramos reflexões e, consequentemente, transformações.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de experienciar e conhecer coisas, pessoas, artes e modos de fazer que ainda não sei. É poder aprimorar meus conhecimentos e criar novas possibilidades de seguir como artista e pessoa no mundo.

Gabriel Labaki Agostinho Luvizotto

O que mais gosto em mim é a minha criatividade e minha curiosidade pela arte.
Digo duas características, pois considero que elas estão intimamente interligadas. Quando comecei a fazer teatro me sentia bastante “travado”, achava que não era criativo, que não tinha boas ideias. Por outro lado, sempre busquei novas referências, sem imaginar, de início, que isso poderia desenvolver a minha criatividade.
Anos mais tarde descobri que há que entenda a criatividade como uma habilidade que pode ser desenvolvida. Uma habilidade que não é inata. E, baseado na minha experiência, não tenho como discordar.
Gosto dessa ideia – a interligação entre essas duas características -, por perceber que, depois de tantos anos de trabalho e pesquisa sobre teatro e com o teatro, minhas referências contribuíram para que minha criatividade se desenvolvesse. Certa vez, em uma conversa na qual Maria Thais defendia a importância de estarmos sempre abertos para novas referências, ela disse algo como: “Não é à toa que nós primeiro prendemos a ler para depois aprendermos a escrever”. Me vi representado por aquela afirmação.
Me empenho no eterno movimento da busca por referências em minha vida. Acredito, veementemente, que a segurança que tenho hoje de olhar para alguma coisa que produzi, e não mais me sentir a pessoa pouco criativa que um dia me senti, vem do hábito que desenvolvi de me desafiar primeiro enquanto plateia e depois enquanto artista. Gosto, pois foram características que ativamente desenvolvi.

Meu papel no mundo é o de questionar verdades – tidas como – instituídas. Durante o ensino médio, tive uma professora de química – com quem mantenho contato até hoje – que, incessantemente, nos lembrava de que a ciência não busca a verdade. A ciência busca, na verdade, representações – extremamente complexas, de fato, e desenvolvidas a partir de métodos específicos – que expliquem os fenômenos que acontecem no nosso dia a dia, até que uma nova representação – que explique melhor tais fenômenos – seja desenvolvida. E minha professora concluía: “as teses científicas, nada mais são, que histórias muito bem contadas”.
Aprender ciência dessa maneira me fez despertar para a possibilidade de entender que nada na vida deve ser tido como imutável e isso, para um artista, acredito que seja uma grande potência.
É evidente que não busco uma visão negacionista. Me esforço para que minha visão seja sempre embasada, calculada e desenvolvida. Assim, me habituei a olhar as coisas de outra forma.
Procuro observar tudo por diferentes ângulos e me questionar o porquê de fazermos as coisas de tal maneira. Provoco as pessoas a, também, pensarem em diferentes possibilidades e até, eventualmente, concluo que o que sempre se fez é a melhor coisa a se fazer. Esse hábito, portanto, me permite expandir o olhar sobre os assuntos mais variados e tento mantê-lo, inclusive, no meu trabalho. Se algo que faço na minha vida tem algum poder de refletir diretamente no mundo em que vivemos, acho que é o hábito do questionamento e da busca por um entendimento cada vez mais profundo dos temas que me interessam.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a possibilidade de me aprofundar em áreas do teatro que me são nebulosas. É a possibilidade de conhecer artistas – muitas vezes jovens – que, assim como eu, buscam desenvolver suas pesquisas. É a possibilidade de pesquisar, com acompanhamento de formadoras e formadores, de maneira prática, colocando a mão na massa. Pensar coletivamente o teatro com pessoas, cada uma olhando para um aspecto diferente, a partir de suas funções. O teatro foi, durante toda a minha vida, meu principal interesse. Desde pequeno vou ao teatro e desde pequeno penso em ser ator. Recentemente desenvolvi o interesse pela direção e como, ao longo de minha vida, aprendi a aprender de maneira teórica, não consigo me entender como diretor e não consigo ter segurança como diretor, sem passar por um processo teórico. Aprendi, também, a valorizar os processos práticos e hoje em dia, inclusive, e os considero, em processos artísticos, ainda mais importantes. A possibilidade de passar por processos práticos com supervisão de formadoras e formadores, ali prontas e prontos para me ajudar, parece a melhor oportunidade para mim, para o meu desenvolvimento enquanto diretor.

Jucenil Leonidas Marques Faria

O que mais gosto em mim é minha suposta e pretensa coragem.

Meu papel no mundo é não prejudicá-lo ainda mais, e cada vez mais percebo que para não prejudicá-lo tenho que me movimentar, ser agente de transformação para encarar as figuras que querem o oposto. Acho que uma forma de não ser passivo a isso tudo é buscar diferentes maneiras de existir e que essas maneiras sejam uma fuga ou uma afronta a situação que insistem que a gente engula e acessar o máximo de pessoas que tem o potencial de mudar, ou continuar agindo de maneira não prejudicial. A arte nos ajuda a fazer isso. Também quero me desenvolver o quando puder e diminuir o máximo que eu puder o muro para os meus descendentes, biológicos ou não.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de acessar a arte por um outro viés, por meio da produção, do estudo, para futuramente ser um fazedor de arte. Também é uma oportunidade de me qualificar e ter um aprendizado que não é tão acessível em todas as regiões do Brasil. Quero viver esse tempo aproveitando tudo o que posso absorver dele.

Luiz Manuel dos Santos Silva

O que mais gosto em mim é da minha capacidade de agregar e articular pessoas em prol de realizações.

Meu papel no mundo é inventar outros mundos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um divisor de águas na minha vida, é a chance que preciso para desenvolver meu potencial e realizar meu papel no mundo.

Maria de Fátima de Alencar Santos

O que mais gosto em mim é da inquietude junto a vida e o desejo que tenho por horizontes.

Meu papel no mundo é tecer espaços de diálogos, por exemplo: temas sobre os feminismos são muito significativos pra mim, e de troca no/e sobre o cotidiano de forma política e poética.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um sonho, um desejo, é poder experienciar os processos de direção em grupo com pessoas de várias áreas, é pensar processos de forma livre em um espaço provocador e assim ampliar a visão sobre o trabalho artístico. É estar em um espaço gerador.

Victor Hibbeln

O que mais gosto em mim é minha capacidade de aprendizado, adaptação e improviso.

Meu papel no mundo é transformar e ser transformado por meio do compartilhamento do conhecimento. A minha ferramenta é a arte.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é conhecer pessoas diferentes, com visão de mundo diferentes e poder trocar experiências num ambiente pensado e estruturado para manifestações artísticas. Aprender, um lugar onde o diferente não é visto como errado. Ser desafiado e produzir arte de qualidade.

Dramaturgia

Andrews Amante do Nascimento

O que mais gosto em mim é a capacidade de aprender e evoluir a partir de novas experiências.

Meu papel no mundo é levantar questionamentos que me intrigam e possam mudar as ideias de outras pessoas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é fazer parte de um grupo que se dedica, acolhe e constrói artistas que fazem a diferença na sociedade.

Denise Hyginio de Barros Silva

O que mais gosto em mim é minha forma de criar pontes entre o que já conheci e tudo que ainda posso conhecer.

Meu papel no mundo é me manter inquieta para buscar os encontros, os afetos e as transformações.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é abrir novos caminhos guiados pelo farol da coletividade.

Flavia dos Santos Alli

O que mais gosto em mim é o brilho nos olhos em saga-cidades.

Meu papel no mundo é tecido, costurado, surrado, envelhecido, em grilos, picado. No verso escrito – de trás pra frente, de cima para baixo -, com letras de afeto: Convoque cantos de coragem.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é aquele pão na chapa que sacia as manhãs

João Gabriel Guimarães Mariz

O que mais gosto em mim é minha curiosidade. Meu interesse vai em direção a muitas áreas. Já cheguei a estudar matérias de psicologia, comunicação social, linguagem, além das de artes cênicas. E agora estou também em um grupo de pesquisa na faculdade de Direito da USP.

Meu papel no mundo é viver escrevendo e reescrevendo a minha história e das pessoas que precisam ser escritas. Acredito que somos uma grande malha que vive entrelaçando os fios da vida de cada um e quero viver explorando essa grande colcha de retalhos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é voltar para o circuito artístico, agora com meu foco renovado depois de ter incubado ideias e mergulhado em processos de autoconhecimento profundos durante o período de isolamento social.

Luís Henrique Santos de Oliveira

O que mais gosto em mim é minha criatividade, minha autonomia, minha força de vontade e minhas sobrancelhas.

Meu papel no mundo é amar e mudar as coisas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um sonho realizado e uma oportunidade única de aprender a usar a minha voz sem perder a minha escuta.

Humor

Alessandra Costa Araújo

O que mais gosto em mim é a capacidade de, do nada, em situações ultrajantes observar algo curioso e sem noção e que pode fazer rir. Essa capacidade de imaginar um repertório ‘sem noção’ (e divertido) em momentos inapropriados.

Meu papel no mundo é falhar miseravelmente em tentar transformar o caos em silêncio.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um lugar que eu sempre quis estar, desde quando descobri e vi que o curso poderia traduzir a possibilidade de estar num mundo/universo teatral que acredito e defendo e que é totalmente ignorado pelas instituições, como universidades, ou lugares que passei, que é o humor.

Alex de Souza Vieira

O que mais gosto em mim é o modo como consigo transver o mundo (parafraseando Manoel de Barros), através da poesia que se materializa com afetação (provocação) e subversão, através da cena e da escrita, pelo viés da criação de novos imaginários.

Meu papel no mundo é afetar (provocar) e ser afetado (provocado), gerar deslocamentos e ressignificar meu corpo no espaço, a partir da tríade: OCUPAR-PROVOCAR-EMPODERAR. Ser um agente de provocação, principalmente, de corpos desviantes de padrões sociais heteronormativos. Transformar a dor em estripulia, a arte em contentamento, alegria e prioridade de vida, unir o ofício com a qualidade de vida.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a possibilidade de ouvir o chamado do teatro, do eu ator que pulsa e grita todos os dias, de retornar aos palcos, de trabalhar com artes cênicas, de estar em coletivo, de unir forças e afetos em tempos de ódio e reconstrução de uma sociedade em ruínas em decorrência da pandemia e do nosso atual desgoverno, de explorar meu corpo brincante, de me levar menos a sério, de me reinventar, e de descobrir outras facetas, enquanto artista, através do humor.

Damaris Valentin Costa

O que mais gosto em mim é olhar o mundo a partir de uma ótica de coletividade, acredito que seja um dos motivos que me levou a escolher teatro. Para além disso sinto que me esforço em tudo que me envolvo, acredito na minha força de trabalho e gosto de dedicar tempo aos estudos, sinto que até o fim da minha vida pretendo estar ativa e disposta a aprender. Com o tempo sinto que perdi a “casca” de querer respostas para tudo ou então ter ideias fixas, na verdade com os anos e com o amadurecimento me sinto mais aberta aos caminhos da vida e a sua imprevisibilidade.

Meu papel no mundo é estar em jogo, tanto com os outros quanto me colocando em questão, e pensar e vivenciar a arte – coletiva. Encontrei no teatro esse espaço, mas sei que há outros caminhos potentes em que isso se estabelece, como a educação. Para isso quero estar em constante pesquisa, em risco e conflito, porque eles geram movimento e mudança. E estar em diálogo e aberta para pessoas, lugares, momentos; acreditando na vida e transformando a esperança em ação. Tudo isso coletivamente, entendo que sozinha não consigo, por isso permaneço na busca por uma rede de afetos (amigos, parentes, familiares, trabalhadores, colegas).

Estar na SP Escola de Teatro para mim dialoga muito com a minha segunda resposta: a busca por uma rede de afetos e de participar de um espaço, ativamente, que tem como mote a arte e a pesquisa em teatro. Sinto que encontrarei caminhos até então não vistos, que perderei um pouco meu “eixo” nesse processo e que bom. Busco um pouco dessa “desordem”, o espaço do risco – que é chão fértil para o humor – e, mais uma vez, o jogo. Penso também nas parcerias que podem se formar, sou uma atriz em formação que ainda luta por espaço e que tenta trabalhar com teatro. Acredito que os estudos tanto práticos quanto teóricos serão frutíferos, obviamente bate o medo do novo, mas o acolho.

Gabriel Aparecido Mansano Trindade

O que mais gosto em mim é minha inteligência. Sempre fui muito inteligente, desde pequeno. Sou criativo e comunicativo, e na minha opinião isso compõe o que eu chamo de inteligência. Minha vontade de ver por outros ângulos me ajuda a chegar em novas respostas, e consequentemente desbloqueiam novos horizontes.

Meu papel no mundo é viver… Essa é uma pergunta complexa, mas agora aos 23 anos eu percebi que a única resposta (e a mais justa comigo e com vocês), é viver. Viver pra mim é fazer o que eu tenho vontade, me jogar onde eu achar apropriado. Quero viajar, ser visto e conhecido, fazer novas conexões e aprender coisas que jamais seriam possíveis se eu ficasse no mesmo lugar sempre. Viver é estar em movimento, é uma dança sem coreografia que às vezes se torna intensa e às vezes entediante. Espero que não se frustrem com a minha resposta.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um passo para uma nova jornada. Um novo horizonte de eventos e com certeza uma honra. Orbitar um novo mundo e descobrir quais Gabrieis podem surgir dali. Sem dúvidas é o primeiro passo para um futuro incerto.

Isis Roggero dos Santos Silva

O que mais gosto em mim é a forma como vejo o mundo e me orgulho muito de não desistir e estar sempre disposta a correr atrás do que acredito, as vezes as coisas são pesadas, mas me vejo sempre disposta a contornar os desafios, aberta ao novo, mas sem esquecer de minhas metas e sonhos.

Meu papel no mundo é espalhar sonhos e sorrisos!
A arte mudou a minha vida, a forma como me coloco e toco os outros, me abrindo possibilidades que nunca imaginei viver. Seja como artista ou professora, levar a brincadeira adiante é revolucionário e muda o mundo. Sinto um prazer absurdo neste lugar, e vejo que cada passo vale a pena quando percebo as pessoas ao meu redor sendo tocadas de algum modo pelo que faço.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a oportunidade de estudar teoricamente algo que conheço apenas na prática, comecei com a palhaçaria já na rua e pesquisando de modo autônomo, nunca passei das aulas de iniciação teatral e sinto falta dessa base.
Vejo o circo como uma esponja, e quando me permito entender novos olhares da comicidade e estudar linguagens para além da palhaçaria de rua me permito crescer, vejo que além de um mundo diferente para descobrir, o curso e a escola serão grandes agregadores em minha atual pesquisa

João Gabriel Freire da Cunha Nascimento

O que mais gosto em mim é o lugar de autenticidade, respeito e consciência sobre o meu eu (e o meu corpo) que consegui alcançar através de um longo caminho de autoconhecimento.

Meu papel no mundo é traduzir meus sentimentos humanos através da criatividade e das expressões artísticas, que passam pela interpretação, pela escrita, pela dança, pela música, entendendo que, assim, também traduzo o sentimento de outros seres humanos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é colocar em prática a vocação de estar profissionalmente no palco e na coxia, de ser estimulado a aprender e a criar, de ser orientado por quem já foi bastante orientado, de ter diversas trocas com outras e outros artistas e com o público, de grifar papéis e fuçar brechós para criar personagens, de conhecer velhos e novos textos, de fazer e achar graça.

Leticia Festi Pereira

O que mais gosto em mim é a minha persistência no meu fazer artístico. Acredito que a forma como me expresso, contempla minha personalidade e a forma como gostaria que meu público a interpretasse. Hoje, posso dizer que me orgulho muito da minha identidade artística e da forma como me organizo para que ela se mantenha o mais consistente que consigo. Apesar de reconhecer que tenho muito a evoluir ainda, gosto como persisto no meu objetivo no meio artístico.

Meu papel no mundo é fortemente influenciado pelo meu propósito dentro da arte, o qual vejo como sendo entreter meu público por meio de sátiras à situações cômicas vividas no cotidiano, causando os mais diversos sentimentos à quem me assiste, assim como sinto quando vejo um artista representando algo simples e “pequeno”, porém de grande significado ou potencial humorístico.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma grande oportunidade de aprender e estar presente numa instituição referência com professores que tem muito conhecimento a passar para todos os alunos, além de que seria a realização de um grande objetivo profissional estudar teatro voltado para a linha de estudo do humor.

Letícia Santiago da Purificação Pinto

O que mais gosto em mim é minha força de vontade.

Meu papel no mundo é fazer a diferença e ocupar espaços que mulheres negras ainda são minorias!

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é melhorar como profissional e me qualificar para ocupar esses espaços!

Natália Eimi Ueda

O que mais gosto em mim é a minha dedicação e esforço para com os compromissos. Quando me comprometo em aprender e participar de algo, tento me doar por inteira e estar presente. Acredito ser resiliente e uma boa ouvinte em relação aos outros e ao trabalho coletivo.

Meu papel no mundo é talvez ensinar… ajudar as pessoas ao tentar me engajar em causas das quais acredito serem importantes. Porém, ainda em processo de descoberta.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é pela primeira vez me adentrar e me aprofundar no universo do humor, além de poder criar vínculos com diferentes pessoas e também, linhas de estudo. É poder errar, aprender, me reinventar e me descobrir enquanto ser criador.

Patrick Marques Pantoja

O que mais gosto em mim é minha capacidade de resolver problemas. Acredito que como saí muito cedo de casa, acabei tendo que aprender a resolver coisas. Hoje me vejo um adulto muito ágil e responsável.

Meu papel no mundo é deixá-lo melhor do que encontrei. É lutar por direitos. É transformar o lugar em que vivo. Viver esse mundo é viver em movimento.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é ter a certeza que estarei em um bom lugar. Lugar esse que sem dúvidas me ajudará a construir minha caminhada como artista. Lugar esse de conquista e sonhos realizados para o menino da Amazônia.

Victória Forlepa da Gama

O que mais gosto em mim é a facilidade de conversa sobre a maioria das coisas e o senso de humor. Gosto também da minha insistência nas coisas que são importantes para mim e no fato de sempre acreditar no meu potencial.

Meu papel no mundo é encantar com minha arte. Eu respiro arte, poesia e tenho certeza que dela posso construir coisas incríveis. Meu papel no mundo é mostrar o quão importante e necessária toda a forma artística se faz.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a realização de um sonho e a certeza de um crescimento artístico cultural.

Iluminação

Daniel Braz de Souza

O que mais gosto em mim é a facilidade em se adequar a um novo ambiente e ter paciência para lidar com as dificuldades e problemas.

Meu papel no mundo é viver, não sobreviver. E aprender o máximo que for possível com as mais diversas situações que surgirem.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade para ampliar os conhecimentos e ter contato com novas visões de como pensar e executar iluminação, também é uma oportunidade para aumentar meu network.

Edilena Maria Aparecida Malta

O que mais gosto em mim é a atenção e empatia.

Meu papel no mundo é construir o meu papel no mundo; estou em processo.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é algo a ser descoberto; no momento é sonho a ser realizado.

Felipe dos Santos Mendes Gonçalves

O que mais gosto em mim é minha habilidade de escuta. Me considero uma pessoa que sabe ouvir e dialogar com diferentes ideias e perspectivas. Isso me possibilita desenvolver meu senso de coletividade, me levando a conciliar caminhos variados para um mesmo destino, ao mesmo tempo exigindo um olhar crítico sobre o que determinado destino demanda/necessita. A escuta é um dos primeiros recursos que uso para entender quais deslocamentos são necessários para mover pessoas e afetos. Ela possibilita não só o diálogo como também a ação de uma maneira mais horizontal, generosa e cuidadosa (no sentido de responsabilidade consigo, com outres, com o mundo e com o trabalho realizado coletivamente).

Meu papel no mundo é o de movimentar perspectivas, afetos e corpos. Essa provocação inicial – “meu papel no mundo” – automaticamente me coloca diante de um vasto campo de possibilidades. Gosto de pensar que já fui muitas coisas, ainda sou e detenho um estado de vir-a-ser, o que para mim se relaciona mais com um processo de deslocamento constante (de percepções, ideias, sentimentos) do que um gesto de indecisão, de incerteza. Penso que somos o que somos a partir de um acúmulo de experiências, de um embate com nós mesmos e com o mundo. Nos construímos através desses fragmentos de nossas memórias, dos sonhos, de marcas (físicas e da consciência), de nossas trajetórias. Toda essa bagagem afeta potenciais propósitos que podemos ter ao longo de nossa vida. Nesse emaranhado de vivências, sinto que vou estabelecendo um trânsito entre passado, presente e futuro, numa tentativa de encontrar os sentidos que fui dando ao meu caminhar. Por isso me surge a ideia de movimento, de deslocamento entre as fronteiras – internas e externas – que fui me relacionando ao longo da vida. Assim vou construindo e reconstruindo formas de ser e estar no mundo, não apenas para mim, mas para tantes outres que se juntam comigo nessa trajetória. Esse processo me leva a buscar o movimento não apenas num ato isolado, mas também para revelar como podemos criar em conjunto, as possibilidades de deslocamentos que podem ser feitos coletivamente. Esse movimento exige novas formas de me expressar, me ensina que sempre há algo ou alguém, um lugar ou uma ideia a se revelar, a se dialogar e compartilhar experiências. Como disse na redação escrita no primeiro momento deste processo seletivo, fazendo um paralelo com a ideia de iluminação, revelar no sentido de “dar a ver”, de “lançar luz” envolve um ato não apenas de iluminar um espaço (real ou metafórico), mas indicar os cantos, as sombras e as penumbras, até as contradições. O movimento possibilita ir daqui até ali, descobrir o que há além daquilo que é visto diante de nós e a nos perguntarmos “o que mais é possível?”

Estar na SP Escola de Teatro é para mim a possibilidade de encontrar pares, compartilhar experiências e, principalmente, praticar uma nova forma de criar e dialogar perspectivas e afetos. Meu desejo de frequentar a escola envolve não apenas aprofundar pesquisas que já venho realizando na área de iluminação – estudos até então menos técnicos e mais poéticos e filosóficos -, mas também compreender o fazer da iluminação, me instrumentalizar e desenvolver habilidades técnicas para ampliar meu repertório de criação. Ampliar também as possibilidades de praticar a iluminação no meu trabalho com o teatro. Além disso, considero de grande importância a possibilidade de desenvolver tais habilidades coletivamente, através dos experimentos realizados em grupo. Isso possibilita a criação de maneira mais horizontal, provocando o diálogo de ideias desde o primeiro momento e preparando todes profissionais, das diversas linhas de estudos, para refletir sobre processos criativos mais colaborativos.

Gabriela Torrano Ciancio

O que eu mais gosto em mim é minha capacidade de sonhar. Vivemos em uma era sem perspectivas de futuro, na qual frases como “é tudo igual”, “não vai adiantar” e “nada vai mudar” são frequentemente ditas e transmitidas como valores. Sonhar, neste mundo, é um ato de resistência. É a virada de chave que transforma a percepção de mundo e as possibilidades de ação sobre ele. Eu sonho com o meu próprio futuro, e isso me motiva a ir atrás dos meus objetivos. No meu sonho, eu trabalho como técnica em algum teatro, iluminando todo dia as mais diversas obras artísticas e me alimentando delas. Eu também dirijo e ilumino obras com meu grupo de teatro, nas quais temos o espaço para discutir política e trocar com o público acerca da nossa realidade. Eu também sonho com um mundo diferente, e isso me dá forças para lutar por essa transformação. Eu sonho o mesmo sonho que outras pessoas sonharam antes de mim, e eu posso aprender com seus erros e acertos. Eu sonho conjuntamente com aqueles que também se atrevem a sonhar hoje, e isso me aproxima deles e faz com que eu goste ainda mais da minha capacidade de sonhar, porque ela me dá um lugar no mundo e pessoas com quem ocupá-lo.

O meu papel no mundo é ser mais um que sonha com um mundo diferente e que estão dispostos a trabalhar para mudá-lo. A escolha de cursar artes cênicas surgiu dessa vontade de transformar o mundo e do meu primeiro encontro com os escritos de Bertolt Brecht, pois eu, assim como ele, acredito que essa linguagem é a ferramenta mais efetiva para causar um impacto nas pessoas, criar coletividades que tenham força para atuar na percepção e entendimento da nossa realidade, e a partir disso conseguir criar uma nova forma de organização política, econômica e social que seja mais igualitária e menos violenta. Digo que meu lugar é ser mais uma porque é impossível gerar qualquer mudança duradoura e efetiva sozinha. É necessário horizontalidade, compartilhamento e flexibilidade para estar constantemente mudando e ajustando os sistemas ao novo e às necessidades das pessoas que estão submetidas a ele. Acredito que o fazer teatral pode reproduzir essa forma de organização, mesmo que no micro, e essa experiência enriquece também minha prática política, criando uma via de mão dupla entre forma de trabalho e conteúdo das obras.

Estar na SP Escola de Teatro para mim é uma oportunidade incrível. A SP é um dos poucos cursos que temos em São Paulo que podem me ajudar a seguir carreira em iluminação, que é o caminho que eu escolhi dentro das artes cênicas. Ela também é o complemento prático e técnico perfeito para meus estudos teóricos realizados previamente na Universidad Nacional del Arte, em Buenos Aires. É uma oportunidade de estar próxima de artistas que admiro, aprender com eles e ter um canal de diálogo direto que com certeza me ajudará a crescer e me desenvolver como artista. Acredito que na SP, e em outros tantos cursos do universo da arte nos quais são poucas as vagas disponibilizadas, fazer parte dos alunos selecionados é também uma responsabilidade. Ela dita o comprometimento com ocupar esse espaço de forma profissional e respeitosa e aproveitá-lo ao máximo, seguindo com meus estudos até o final do curso, sempre mantendo a troca e a parceria com os outros colegas artistas.

Geovanna Moreira Pedroso

O que mais gosto em mim é além das características físicas como cabelo e lábios, eu realmente gosto de como aprendi a me respeitar, consigo cada vez mais entender meus prazeres e meus limites, sabendo assim me colocar nos lugares e situações certas, sempre pensando no que vai ser melhor para a minha trajetória.

Meu papel no mundo é ser comunicadora. Seja em grande ou pequena escala, estou sempre procurando informar e fazer com que a jornada das pessoas seja mais agradável. A comunicação pode ser direta ou indireta, artística ou não, mas ela é sempre importante para mim.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é captar ferramentas para os estudos e para conhecer melhor e ampliar meus limites; é uma forma de me ajudar a crescer nesse propósito de comunicadora artística e iluminadora, além de ser uma grande oportunidade de entrada no mercado de trabalho, considerando a troca com a turma de iluminação e com os alunos das outras linhas de estudo.

Harth Bergman de Brito

O que mais gosto em mim é de ser conhecido como amigo agregador, ou seja, me esforço na habilidade de juntar pessoas e grupos e coletivos de arte ou festa. E acredito que essa qualidade tenha a ver com ter uma mente técnica, ou resolvedora de problemas. Quer dizer, tem alguma calma em mim que lida com o real e a materialidade concreta das condições de realização das coisas que traz pessoas para perto.

Meu papel no mundo é ser um corpo criativo, criador e desfrutante. Posso dizer que sou artista porque quando não sou me sinto silenciado, mas não posso dizer que vivo para a arte. Daí que, meu papel no mundo é viver, e vivo mais feliz quando sou criativo ou colaboro para a expressão artística de pessoas e coletivos quando coloco habilidades técnicas a serviço da poética deles e da minha também.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de aprender a fazer com técnica uma coisa que eu adorei fazer, que é operar a mesa de luz e construir iluminação cênica. É também uma chance de iluminar figurinos que eu já crio e costuro. E é também um caminho para acompanhar meus amigos e afetos em viagens-processos com peças teatrais.

Igor Cardinal Beltrao

O que mais gosto em mim é a vontade de viver coletivamente, que passa pela constante aprendizagem e consequentemente no desenvolvimento múltiplo como ser humano.

Meu papel no mundo é tentar transformá-lo em um mundo melhor através do meu contato com outras pessoas que expressem, assim como eu, trabalho e qualidades humanas transformadoras.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a possibilidade de aprender e trocas novas experiências e ferramentas para o ofício transformador da arte e suas técnicas com outros alunos e arte-educadores.

João Vitor Alves Pinto

O que mais gosto em mim é a força de vontade, e o desejo por fugir dos padrões, buscando sempre a inovação, tanto em mim mesmo quanto nas relações exteriores, sou uma pessoa muito calma, e isso me faz bem. Sou um amante da arte e ela me completa.

2- Meu papel no mundo é levar a luz onde houver a escuridão, seja através da arte, palavras e boas ações, além de sempre estar em conexão com a natureza.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é estar mais próximo da arte e de pessoas qualificadas, e com essa possibilidade conseguir estudar e aprimorar técnicas para me desenvolver, tanto pessoal como profissionalmente.

Joyce Tavares Bezerra

O que eu mais gosto em mim é minha tranquilidade. Participei da produção de dois curtas-metragens no ano passado por meio do meu curso, processos gratificantes na mesma medida que são estressantes. Além disso, estive como produtora e operadora de iluminação na gravação do espetáculo do meu coletivo. Tivemos vários imprevistos ao longo das três diárias de gravação. Problemas com equipamentos de som, refletores, itens de cenário, agendamento de teste de COVID-19 e até assalto. Porém, mesmo com os desafios das produções que participei, as equipes com quem eu trabalhei elogiaram a minha tranquilidade.

Meu papel no mundo é servir. Há um tempo, eu fiz uma mandala Ikigai para uma de minhas aulas do curso de Produção que participei durante o ano de 2021. Nesse exercício, percebi que as interseções: paixão, missão, vocação e profissão direcionaram meu Ikigai para a serventia, o cuidado, o auxílio. Tal resultado não me surpreendeu. Um dos meus passatempos são jogos online de battle arena, como League Of Legends. Dentro do jogo temos diversos tipos de campeões: assassino, mago, atirador, lutador, tanque e suporte. Eu sou suporte no jogo, do mesmo modo que sou suporte na minha vida. Sem ter quem servir, proteger e auxiliar, o suporte tem motivação, não tem um porquê para existir.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é dar continuidade ao meu processo de formação artística. Eu iniciei minha caminhada nas artes no final de 2019 ao ser convidada por amigos para fazer parte do coletivo teatral A Companhia dos Ratos. O grupo era constituído por cinco pessoas: um diretor, três atores em cena e um operador de som. Prestes a finalizar o espetáculo Mercado Branco e iniciar apresentações na Cidade Tiradentes, fez-se necessário uma pessoa para operar a iluminação. Foi quando eu entrei. Eu não tinha nenhum conhecimento prévio de luz, vi nosso diretor operar em uma das apresentações e no dia seguinte eu estava operando. Felizmente, deu certo e realmente gostei de estar no controle da luz. Lembro-me do diretor, Fabiano, dizendo que eu era “responsável por pintar a cena” e do quanto essa frase me inspirou, pois sempre gostei de desenhar e pintar. Antes de ingressar na Companhia dos Ratos, eu estava passando por momentos difíceis. Me via perdida e estava cogitando desistir… Esse convite para operar a iluminação foi o que iluminou o meu caminho. O que me deu vontade de continuar. Além da iluminação cênica, na mesma época descobri a produção. E graças a um amigo que fiz no coletivo, consegui entrar no Instituto Criar em 2021 e aprimorar meus conhecimentos de produção. Sinto que agora preciso me profissionalizar no campo da iluminação cênica, para me aprimorar artisticamente.

Laureane Danielle Andreassa Cabral

O que mais gosto em mim é a capacidade que tenho em me adaptar às diversas situações.

Meu papel no mundo é trazer reflexão através da minha arte e compartilhar conhecimento.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é tentar, mais uma vez, me encontrar em algo que eu realmente aprecie fazer.

Leticia Santos Farina

O que mais gosto em mim é minha capacidade de aprender com os meus erros.

Meu papel no mundo é fazer a diferença na vida das pessoas ao meu redor por meio da empatia.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de estar em um ambiente onde há sintonia entre as pessoas sobre a importância e relevância da prática artística.

Rubens de Oliveira Aparecido Magalhães

O que mais gosto em mim é busco sempre pela diversidade do conhecimento, da experiência e do pensar. Gosto desse meu interesse pela multiplicidade. Nessa busca de pensar em diversidade, reflete em minha aparência retraída e moderada. Mas na diversidade da informação que se desenvolve no caos, que eu busco encontrar a serenidade e transformar em conhecimento. O que me move, e me faz pensar de uma perspectiva diferente daquela que eu estava conformado.

Meu papel no mundo é quando penso no status que estou perante o mundo, pela sua grandiosidade, penso pelo caminho da simplicidade, nas ações cotidianas, aquelas que estão ao alcance do dia a dia. É nessas ações que encontro com minha existência. Ao me expressar através da arte visual é onde me encontro íntegro. Encontro meu ser social. Fazer pensar por esse viés da simplicidade, sentir os detalhes da rotina, encontrar o excesso de informações e descobrir a vida.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é estou em busca de qualificação na área do teatro, sendo a iluminação a especificidade, penso que SP Escola de Teatro é onde eu conseguiria realizar essa qualificação e ter o conhecimento na área de iluminação cênica. Acenderia para o meu desenvolvimento. Sabendo da qualidade dos cursos e da importância da SP Escola de Teatro para o teatro brasileiro seria estar junto, fazer parte do teatro brasileiro e ter essa qualificação que a SP Escola de Teatro compromete no ensino de teatro seria muito importante para minha realização na busca pelo meu aprendizado nas artes.

Valter Matias da Cunha Filho

O que mais gosto em mim é ser pai e gosto pelo fazer teatral.

Meu papel no mundo é ser justo e consciente com o mundo.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a comprovação de ser capaz de alcançar objetivos na minha profissão.

Verônica Franco de Castro

O que mais gosto em mim é a capacidade de me adaptar facilmente a qualquer ambiente e pessoas de características diversas, mantendo uma boa comunicação.

Meu papel no mundo é transformar sonhos em realidade, externar os pensamentos das pessoas, tirá-las do lugar comum.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é garantir que no futuro estarei dentre os melhores e mais respeitados profissionais do estado de são paulo.

Sonoplastia

Alexandre Gnipper Trevisan

O que mais gosto em mim é a minha capacidade de sonhar e de acreditar que um mundo melhor seja possível

Meu papel no mundo é a busca por realizar a melhor versão de mim, desenvolvendo minhas habilidades e minhas pulsões, para transmutar o cinza em cores, seja dentro ou fora de mim

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de dar continuidade e expandir a minha trajetória enquanto indivíduo e artista

André Ryuji Zampronio

O que mais gosto em mim é a versatilidade musical. Toco muitos instrumentos e tenho experiência como produtor cultural e musical. Acabo não tendo tanta fluência ou domínio sobre todos os instrumentos que toco, mas isso me levou a compreender a música de uma forma distinta. Sou capaz de me adaptar a diversos contextos e sempre tenho algo para oferecer.

Meu papel no mundo é concretizar. Tenho dificuldade com a idealização e a elaboração de conceitos sem ter um ponto de partida, ou uma orientação. Funciono muito bem trabalhando em grupo e dividindo as responsabilidades criativas, ou até mesmo recebendo orientações claras e objetivas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é conhecer novas pessoas. Ter espaço e tempo para experimentar. Trabalhar em grupo. Ampliar meu repertório. Uma forma de me movimentar para ingressar no mercado de trabalho da sonoplastia e trilha sonora.

Arthur Silva de Medeiros

O que mais gosto em mim é a minha vivacidade na busca de conhecimento, re/adaptação, sede de aprender, minha vontade de descobrir, investigar…

Meu papel no mundo é fazer as pessoas se emocionarem – trazer sentimentos a elas – a fim de construir um mundo mais empático. Tento fazer com que minha arte ande junto comigo, com o intuito de poder me auxiliar nessa jornada.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma escada a fim de me oferecer mecanismos para poder imergir com mais propriedade dentre o cenário de artes do palco, além de um lugar em que posso me sentir verdadeiramente pertencente.

Claudio Nadanovsky Santos

O que mais gosto em mim é o carisma, a alegria e a persistência em realizar meus sonhos, sem espaço para desistir.

Meu papel no mundo é proporcionar emoções e sensações às pessoas a partir das minhas experiências, vivências e conhecimentos, para que se sintam vivas e não como autômatos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um sonho, uma honra, poder ter o privilégio de estar rodeado de tanta arte, tanto saber e artistas que com certeza farão a diferença no desenvolvimento do meu artista e como agente comunitário, como cidadão.

Haroldo Ferreira de Novaes

O que mais gosto em mim é a criatividade, força pra se reinventar e convicção.

Meu papel no mundo é desenvolver a arte em prol da expansão da consciência.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é a oportunidade de ampliar os meios para as respostas acima, o salto quântico para desenvolver meus projetos.

Irwing Renan Pinelo Silva

O que mais gosto em mim é minha tranquilidade, equilibrio e criatividade.

Meu papel no mundo é viver de maneira plena, saudável e generosa , para poder em alguma escala ajudar , beneficiar o mundo ou alguém.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade de me capacitar como profissional, de inserção no mercado, e ter as ferramentas técnicas e artistícas para realizar e materializar todo tipo de trabalho na área.

Keyth Felix Mendes

O que mais gosto em mim é minha insistência naquilo que almejo ser.

Meu papel no mundo é fazer e ensinar arte.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma oportunidade para continuar estudando música e suas vertentes, contribuindo para o meu desenvolvimento profissional.

Leandro Peixoto Dias

O que mais gosto em mim é a capacidade de exercitar o pensamento, buscando possibilidades de perspectiva sobre os dilemas, digamos de maneira não literal, porém, instigante, “do infinito”. O eterno desafio de habitar as possibilidades, sem criar falsas expectativas, em mim e nos outros.

Meu papel no mundo é no contexto, por mim agora refletido, acredito que a palavra “papel”, pode induzir ao pensamento artístico e/ou esteriotipado, por exemplo, de múltiplas personalidades. Porém, seguindo a visão ideológica de propósito, acredito que, um deles, é ser feliz, desenvolver a consciência da compaixão, para comigo, com tudo e todos.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma das melhores oportunidades da minha vida. Oportunidade de desenvolver habilidades perceptivas, relacionadas à sensibilidade inerente à arte, desenvolvimento musical auditivo e prático, conhecimento técnico de equipamentos e programas. Além de proporcionar o desenvolvimento de trabalhos em equipe, amizades e relacionamentos profissionais importantes para o nosso futuro na profissão.

Lucas Goncalves Rangel

O que mais gosto em mim é uma certa inquietude que me faz sempre ir atrás de conhecer coisas novas a fim de matar minha curiosidade. Creio que essa mesma curiosidade tb sirva de motor para a criação artística.

Meu papel no mundo é, além de buscar viver em harmonia com o todo, de produzir beleza e diálogos, através da arte, que possam despertar o desejo das pessoas de irem a procura daquilo que se esconde atrás das aparência. Ou seja despertar na gente o curiosidade pela vida.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é esperança de poder estudar e trabalhar em um lugar voltado a criação artística e fértil no sentido de possibilitar diálogos plurais. Creio que essa experiência será importantíssima para minha formação, pois penso que poderei exercer minha liberdade criativa a experimentar novas formas.

Nicolas Guarana Mendonça

O que mais gosto em mim é minha habilidade de comunicação

Meu papel no mundo é ser um pouco menos orgulhoso e arrogante.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um privilégio de aprender com pessoas de áreas distintas, e ajudar a melhorar meu trabalho e habilidades intelectuais com profissionais que vivem o teatro, a música e sons.

Silvia Priscila de Souza

O que mais gosto em mim é a curiosidade. Esse desejo insaciável de experimentar. Amor pela experiência. ( toda ela)

Meu papel no mundo é provocar. Sou provocada e devolvo. Ser pretensa Kundalini de si e para os outros, talvez.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é se perder num canavial, num milharal. Consciente de que lá tem muito mais que milho e cana. Que não sei se tem saída ou volta, se ficarei arranhada ou saciada, mas que vou vivenciar muitos nadas e tudos.

Técnicas de Palco

Alice Braz Gallina

O que mais gosto em mim é minha proatividade. Gosto de criar, planejar, trabalhar em conjunto e ver um projeto finalizado com a minha participação.

Meu papel no mundo é ajudar a arte a acontecer.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é um desafio e uma oportunidade. Apesar de ser um caminho ainda desconhecido, sei que o curso poderá me ajudar a alcançar meus objetivos.

Caio Eduardo de Azevedo Marques Azadinho de Aquino

O que mais gosto em mim é minha capacidade de se superar nas adversidades da vida, tenho algo em mim que mesmo com as cartas não favoráveis nas mãos eu sigo no jogo.

Meu papel no mundo é ser alguém que some com algo, não posso me permitir viver e só, preciso fazer uma diferencia seja uma pequena ação, mas que esta mesma mude algo em alguém ou no mundo.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma vitória, uma nova chance, um presente. fiquei muito tempo tentando e quando conseguir veio a vida e me tirou o chão, entrar agora é a chance que eu tenho pra não desistir dos meus sonhos.

Douglas Vendramini Carvalho

O que mais gosto em mim é a observação.

Meu papel no mundo é fazer da caminhada possibilidades de criação, fazer da criação possibilidades de caminhadas.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é olhar com novos olhos, escutar novos sons. É a necessidade de dar nome àquilo que se faz e de bagunçar todos os nomes.

Fernando Henrique Castillo

O que mais gosto em mim é a minha capacidade de adaptação diante das situações que a vida e minhas escolhas próprias vão me apresentando.

Meu papel no mundo é viver e deixar viver.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é o começo de uma nova etapa de aproximação ao teatro, de formação profissional e de abertura da minha visão pessoal sobre o teatro.

Flora Ainá Rossi de Araujo

O que mais gosto em mim é minha criatividade, minha inteligência comunicativa e minha curiosidade, isso faz de mim uma pessoa muito adaptável e aberta a novas experiências.

Meu papel no mundo é fazer o máximo possível para que possamos viver em um mundo que eu acredite ser melhor, onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.

Estar na SP Escola de Teatro para mim é primeiramente um sonho, já que sou de São Paulo e cresci ouvindo sobre a SP Escola de Teatro e sempre querendo estudar na instituição. Além disso, é um novo capítulo na minha vida já que acabei de terminar a graduação de artes cênicas na Unicamp e sinto que estou finalmente tomando um rumo artístico que me interessa. Estar na SP Escola de Teatro é o que mais encaixa na minha vida nesse momento e o que realmente quero e me vejo fazendo nos próximos anos. Quando conheci o mundo do backstage e das técnicas de palco foi amor à primeira vista, mas infelizmente não tinha como eu continuar a graduação na Unicamp e fazer um curso junto, por isso estou muito animada para poder dar esse passo, aprender mais sobre essa grande paixão e poder tomar esse novo rumo na minha vida pessoal/profissional/artística.

Isabella Tostes de Araujo

O que mais gosto em mim é minha determinação em ir atrás daquilo que me faz feliz. Não foi uma decisão fácil desistir do Direito – afinal, foram cinco anos de vida dedicados à faculdade, e eu já tinha até sido aprovada na prova da Ordem. Mas a verdade é que desde a primeira vez que eu tive a oportunidade de assistir a um espetáculo na Broadway, eu sabia que meu lugar era no teatro. Só não sabia ainda onde me encaixaria. Foi difícil criar coragem para largar tudo e começar do zero, mas foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado.

Meu papel no mundo é idealmente, estar numa posição de poder mudar, através do teatro, a vida de pelo menos uma pessoa da mesma forma que a minha foi mudada. Eu acredito muito no poder da arte, e em como ela pode transformar mentes, derrubar preconceitos, e nos ensinar tanto sobre nós mesmos quanto sobre o mundo ao nosso redor. Eu me recordo do momento específico quando decidi seguir o sonho de estudar teatro, e foi logo após assistir a um musical que me mostrou que cada decisão que nós tomamos pode mudar o rumo que a vida vai tomar, e não existe a chance de voltar atrás e fazer diferente.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é ao mesmo tempo, um passo a mais na caminhada rumo a uma carreira no teatro, e também uma chance de recomeçar. Meu plano não era voltar ao Brasil – a minha familiaridade com o teatro toda surgiu nos Estados Unidos. A linguagem, o modo que as coisas funcionam, os relacionamentos que eu cultivei… tudo ficou por lá. Mas a pandemia me trouxe de volta e eu quero muito continuar a fazer parte desse mundo aqui no Brasil. Tenho certeza de que a SP Escola de Teatro é o lugar onde eu pertenço nesse momento da minha vida.

Marina Constanza Lopes Pavez

O que mais gosto em mim é a minha capacidade de escutar.

Meu papel no mundo é tentar ser, acima de tudo, uma boa pessoa.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é não desistir do meu sonho de fazer arte com minhas mãos, de ser parte de algo maior que eu mesma e de ter meu trabalho eternizado na memória dos outros.

Pedro Wagner Rivera Rodrigues

O que mais gosto em mim é meu humor, mesmo que nem sempre seja bom, e minha capacidade de me adaptar e de me moldar para tudo aquilo que preciso. Isso vem muito do meu signo de gêmeos e de conseguir passar por mudanças de forma muito eficaz.

Meu papel no mundo é lutar pelos meus ideais e principalmente por tudo aquilo que acredito. Além disso, luto muito para que cada expressão artística tenha seu devido valor, pois em alguns momentos certos tipos de arte não são tão valorizados quanto outros.

Estar na SP Escola de Teatro pra mim é uma realização e uma grande conquista pois desde de meus estudos prévios eu já escutava a falar e já tinha como referência a SP Escola de Teatro e os estudos e cursos realizados por ela.