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Sala Vange Leonel

Satyrianas 2017

Cena do espetáculo ‘Meninos Também Amanhã’. Foto: Divulgação.

Uma programação especial de Artes Cênicas, Gastronomia e Cinema movimenta o feriadão na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro. A instituição ligada à Secretaria da Cultura do Estado é um dos palcos da 18ª edição do festival Satyrianas, que será de 2 a 5 de novembro.

Mais de 400 atrações integram o evento criado pela Cia. Os Satyros, que ocupa espaços no entorno da praça Roosevelt e no Centro da capital. A abertura, na quinta-feira, às 18h, é com uma roda de samba gratuita do Acadêmicos do Baixo Augusta na sede do bloco, na Consolação.

A SP Escola de Teatro recebe atividades como o 11º Dramamix, com cenas curtas escritas especialmente para o festival, e o Dramas Paralelos, em que os estudantes de dramaturgia da escola escrevem textos ao vivo durante três horas.

Com o tema “Porque Somos Baldios”, neste ano o festival discute a democratização dos espaços públicos da cidade de São Paulo. Entre a sua programação estão apresentações de teatro, dança e música, leituras dramáticas, exibição de filmes e performances. A lista completa está disponível no site www.satyrianas.com.br. Os ingressos para o festival funcionam no formato pague quanto puder.

Desde 2009, o Satyrianas faz parte do calendário oficial do Estado de São Paulo, incluído através da Lei 13.750. O festival também rendeu à Cia. Os Satyros, em 2007, o Prêmio Especial da Crítica da APCA, e, em 2013, o Prêmio Shell de Inovação.

O Rapto da Primeira-Dama

Cena do espetáculo ‘O Rapto da Primeira-Dama’. Foto: Divulgação.

Um grupo de teatro decide raptar a primeira-dama de um país, e com o dinheiro do resgate os integrantes desse coletivo pretendem financiar sua próxima peça: Hamlet-Máquina, de Heiner Müller. A investida criminosa requer, no entanto, dias de planejamento e ensaios exaustivos.

Sem comer, sem dormir, sem o contato com outras pessoas para além deles mesmos, esses atores já não sabem o que planejam, o que ensaiam; já não sabem quem é a mulher do presidente, quem é a mulher do príncipe da Dinamarca. Não sabem o que fazem na sala de ensaio, não sabem se estão ou não em uma sala de ensaio. Para eles, realidade e ficção são a mesma coisa.

A equipe do espetáculo – a Obsessiva Cia. – é composta por aprendizes egressos dos cursos regulares da SP Escola de Teatro.

Ficha técnica:
Elenco: Isabela Delambert, Manuella Alves, Pâmela Regina, Priscila Santos e Zé Motta | Cenografia e Figurino: Duda Viana e Suellen Souza | Sonoplastia: Edson Luciano | Iluminação: Rodrigo Silbat | Técnico de Palco: Luís Fernando Narciso Gomes | Dramaturgia: Cristiane Gomes e Luciano Gentile | Direção: Luciano Gentile | Produção: Thais Guabiraba |Arte visual: Maíra Rossétti e Márcio Bertoli | Temporada: De 18 de novembro a 27 de dezembro de 2017.



Sala Alberto Guzik

Asas de Seda

Violência contra a mulher, padrões de beleza nocivos à autoestima feminina e questionamentos acerca da maternidade e do matrimônio são alguns dos temas levados para o palco da SP Escola de Teano no espetáculo “Asas de Seda”, do Coletivo Orna. Em cena, as temáticas surgem de maneira lúdica, inspirada no universo da contação de história.

Em cartaz até 9 de setembro, a montagem conta a história de uma jovem que busca um conserto para seu vestido de noiva, já às vésperas do casamento. Ao longo da busca, ela se depara com uma velha costureira misteriosa que oferece seus serviços em troca de histórias sobre mulheres passarinhas: Maria do Barro; Jacira, a filha da lua; e Sebastiana, a lavadeira. As histórias contadas confrontam a jovem sobre sua própria história.

Ficha técnica:
Dramaturgia: Luan Carvalho | Direção geral: Luiz Soares | Direção de produção: Isabel Hani | Cenografia e figurino: Rodrigo Alcântara | Iluminação: Junior Docini e Pedro Moura | Designer gráfico: Igor Teixeira | Técnicas de Palco: Edson Rocha e Liana Cunha | Operação de luz: Mij Acsanner | Assistência de produção: Diego Lucena | Canções: Luan Carvalho, Luiz Soares e Mariana Nunes | Arranjos e sonoplastia: Danilo Pique e Mariana Nunes | Elenco: André Bizorão, Janaína Maranhão, Juliana Pina, Letícia Tancredo, Lua Pires e Luan Carvalho | Assessoria de Imprensa: Fortan Comunicação.

Lela & Cia

A trama traz uma personagem que quer desesperadamente contar sua história. O monólogo de Lela – ironicamente interrompido por vozes masculinas – manifesta os conflitos de um mundo estilhaçado pela violência.

“Lela & Cia” é um grito, em primeiro plano, sobre o que é ser mulher; mas também é a comprovação de que, mais do que falar, é preciso ser ouvida – e fazer surgir, assim, um testemunho, que dá coerência à própria história e que tem por consequência o alívio ou o luto (possivelmente ambos).

Ficha técnica

Texto: Cordelia Lynn | Direção: Alvise Camozzi | Tradução: Malu Bierrenbach | Elenco: Malu Bierrenbach e Conrado Caputo | Direção de produção: Alexandre Brazil | Iluminação: Mirella Brandi | Trilha sonora: Dan Maia | Assessoria de imprensa: Pombo Correio | Assistência de produção e administração temporada: Vanda Dantas | Produção cultural: Joana Pegorari | Idealização: Malu Bierrenbach



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Sala Hilda Hilst

Ela Entre Nós

foto: Victor Iemini

A comédia dirigida pelo uruguaio Mauro Baptista Vedia narra uma experiência inusitada e transcendental de uma mulher comum que mora sozinha, o que a obriga a se confrontar com uma série de questões sobre a vida vivida até ali. Enquanto toma um relaxante banho de espuma, Simone acidentalmente derruba o secador de cabelos na banheira e toma um choque que a deixa em estado terminal. Nesse exato instante, a alma da protagonista ganha voz, vida e personalidade próprias e completamente diferentes do que foi a sua dona.

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Ficha técnica

Dramaturgia: criação coletiva livremente inspirada na obra “De Alma Lavada”, de Sergio Roveri | Direção artística e musical: Mauro Baptista Vedia | Diretor assistente: Bruno Kott | Elenco: Juliana Ferreira, Luciana Severi e Felipe de Paula | Preparação vocal: Luciana Severi | Cenografia e design: Juliana Ferreira | Figurino: Bianca Scorza, Juliana Ferreira e Luciana Severi | Visagismo: Paulette Pink | Iluminação: Paloma Dantas | Produtora executiva: Milena Castro | Produção geral: Juliana Ferreira | Fotografias: Victor Iemini | Assessoria de imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática | Realização: Cia. Caju Azul.

Ensaio aberto – (des)memória

“(des)memória” é uma narrativa poética ficcional que teve como mote o assombro pelas centenas de casos de desaparecidos políticos ao longo da ditadura civil-militar brasileira. A peça narra o embate de um homem em busca de reconstruir a memória que possui dos pais, desaparecidos durante o período.

Tornando público seu confronto com a memória histórica, grava seus próprios depoimentos e se pôe a andar pelas ruas da cidade em uma peregrinação pelo direito à memória. Seu ato, uma espécie de comissão da verdade intima e pessoal, é um apelo para trazer os pais para perto de si, já que a ditadura lhe impôs um ciclo de caos, ausência e espera.

Ficha técnica

Concepção, direção e dramaturgia: Vinicius Brasileiro | Intérpretes: Vinicius Alves e Vinicius Brasileiro | Dramaturgia sonora: Loro Bardot | Iluminação: Afonso Costa



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#CulturaEmCasa

SP Escola de Teatro Digital

A SP Escola de Teatro criou seu espaço digital na plataforma Sympla, focado em apresentações artísticas e outros eventos digitais.

As sessões de teatro adulto acontecem às sextas e sábados, às 20h, e de teatro infanto-juvenil, aos sábados, às 16h. Os ingressos custarão R$ 12,50, e a bilheteria será revertida aos artistas participantes – descontada a taxa de manutenção da Sympla.

Em cada sessão haverá uma cota de ingressos gratuitos para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Para conferir a programação completa, clique aqui.



SP Escola de Teatro Digital

Chumbo, nova cine-performance da SP Teatro Digital, aborda a violência e destruição no Brasil

A partir desta quarta-feira, 03, entra em cartaz na SP Escola de Teatro Digital o espetáculo Chumbo, que promete conquistar o público e fazê-lo refletir sobre o cenário violento vivido no Brasil atual através de uma experiência multilinguagem.

Com direção conjunta de Florido, André Papi e Guilherme Soares, artistas egressos da Instituição, e realização da Cia Teatral Núclea de Pesquiza Tranzborde, a estreia é às 20h e os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla.

Artistas egressos da SP Escola ganham edital com projeto sobre distanciamento

Intitulado cine-performance, o projeto teve início em 2020 quando Florido e Papi se questionavam sobre a possível volta dos “Anos de Chumbo”, uma referência à Ditadura Militar (1964-1985), devido ao turbulento cenário político nacional, estimulado pelo atual presidente e seus fiéis seguidores.

Preocupados com essa realidade caótica e esse futuro incerto e desesperador, os artistas criaram o espetáculo, que usa as linguagens da dança, performance, luz, olhar cinematográfico e som para materializar os questionamentos dessa triste realidade.

Durante o processo, eles notaram a necessidade de descontruir a narrativa, intitulado “desnarrativa”. O conceito é definido pela saída do lugar simbólico e a desconstrução da narrativa.

“Não fazemos a desnarrativa na intenção de criar um fato novo ou inventar a roda, mas de adaptar os conceitos para algo próximo do que a gente pensa, ” destaca André Papi.

Florido, artista com formação em direção pela SP, cria banco de dados para facilitar a visibilidade de artistas

Ao longo da pesquisa, chegaram na exploração do elemento chumbo e os impactos de sua exploração, mostrando como esse material é forte e poderoso, pois pode proteger os humanos, assim como matá-los. Esse “poder” faz com que o chumbo se transforme em um dos elementos mais emblemáticos da natureza e da história.

“Essa proposta tem relação com esse giro decolonial, com retomada de narrativa. E isso nos leva para entender e aprender pesquisar o próprio elemento chumbo. Então essa materialidade começa a nos atrair e a desenhar o processo e nos alertou para a questão ecológica e a violência que o extrativismo causa para a terra”, afirma Florido.

Em sua opinião, o estudo em módulos separados, como é realizado o ensino na SP Escol ade Teatro, foi de suma importância para o desenvolvimento de Chumbo, pois assim foi possível misturar a narratividade, dança, performance, luz e sonoplastia com sofisticação e assertividade. Além disso, os embasamentos teóricos e práticos conquistados nas aulas da Instituição auxiliaram no momento de construção e montagem da equipe, possibilitando um melhor refinamento ético, estético e técnico.

“A SP é mais que um lugar de fazer contatos, ela é um lugar de encontro que possibilitam convergências de ideias, desejos e motivações. Possibilitando a criação de grupos que investiguem coisas similares pela via do prazer, da satisfação, onde a intuição é coletivizada”, pontua florido.

André Papi também reconhece a importância da bagagem adquirida na SP Escola de Teatro

“A SP nos instrumentaliza para que possamos explorar cenicamente de formas diversas. Esse hibridismo, presente na estrutura pedagógica da SP, é muito rico e a partir do momento que entramos em contato com uma linguagem ou possibilidade que não conhecíamos, a gente pode transportar isso para outras realidades e ver o que acontece. “

Garanta seu ingresso aqui.
SERVIÇO

CHUMBO
Direção: Florido, André Papi e Guilherme Soares
Dias: 3,4,11 e 12 de março às 20hr (primeiras quartas e quintas-feiras de março)

Ingressos gratuitos, mas quem quiser colaborar com os artistas pode adquirir por R$ 10, R$ 25 ou R$ 50.

Plataforma Sympla da SP Escola de Teatro
sympla.com.br/spescoladeteatrodigital

Duração: Aproximadamente 40 min

Apuração, entrevista e texto: Rodrigo Barros

Edição: Luiza Camargo

Espetáculo feminista ‘Silêncio Prenhe das Palavras’ estreia na SP Escola Digital

Composto por um incrível time de artistas egressos da SP Escola de Teatro, o espetáculo Silêncio Prenhe das Palavras, da Cia Solitária de Teatro, é a estreia do mês de abril na SP Escola Digital.

A peça aborda as múltiplas faces do feminismo sob o olhar da mulher como sujeito nos espaços simbólicos, políticos e sexual. As apresentações acontecerão às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras, com sessão duplas às segundas e sextas (17 e 20h) e quartas às 20h. Adquira seu ingresso aqui.

Com direção de Lindolfo Nascimento e atuação de Mariana Rezende, ambos formados na SP, o espetáculo tem como fio condutor o impacto entre a descoberta de outros arquétipos femininos, como Oxum pertencente às religiões africanas, e a culpa moral na criação das mulheres.

Estudante de atuação da SP homenageia Teresa Cristina em espetáculo musical

Mariana relata as mudanças da primeira temporada para a segunda e como o período de distanciamento social devido à pandemia de covid-19 impactou na forma de trabalhar e na criação coletiva. Ela ainda entregou em primeira mão que a dramaturgia foi aperfeiçoada e uma nova cena foi criada durante esse processo de releitura do texto.
“A 2ª temporada do espetáculo ‘Silêncio Prenhe de Palavras’ é algo que desejamos desde o final de 2019 (em maio deste mesmo ano tivemos nossa estreia na SP Escola de Teatro). Em 2020, continuamos com a vontade de voltar com a peça, inclusive estávamos ensaiando para isso. Porém, a pandemia nos pegou de surpresa. Transformamos nossos ensaios presenciais em reuniões de videochamadas e aproveitamos para trabalhar em cima da dramaturgia, e assim foi criada uma cena inédita para peça, que transformou o final da mesma. ”

Com a performatividade aliada ao minimalismo cénico, o trabalho propõe que o vídeo não seja apenas um registro, mas uma experiência audiovisual explorando o lugar hibrido entre teatro e vídeo, ressaltando essa “redescoberta” da câmera nesse momento de teatro digital.

Morre o coreógrafo e bailarino Ismael Ivo, aos 66 anos

Em cena, o estado de mutação é foco: da vida e do teatro e como o nascimento e a morte estão intimamente ligados. Essa relação é mostrada através do percurso da câmera acompanhando o jogo da atriz em cena, com marcações audiovisuais, dando a sensação para o público que o jogo cênico seja uma live.

“Fazer teatro digital está sendo desafiador e ao mesmo tempo um grande aprendizado para todes da Cia. Estamos encarando a câmera como uma jogadora da peça também, ela não ficou fixa durante as gravações, ela explorou o palco junto com os movimentos da atriz, trazendo diferentes pontos de vista”, detalha Mariana.

A atriz celebra o fato do espetáculo ter sido contemplado pelo edital 36/2020 PROAC Expresso Lab – Governo do Estado de São Paulo Lei Aldir Blanc do Governo Federal e destaca a importância da SP Escola de Teatro na formação cultural do grupo e do acolhimento de novos artistas, fomentando e apoiando esses jovens talentos.
“No final do ano passado tivemos a boa surpresa de termos sido contemplados pelo Proac Expresso Lab (nº 36/2020), da Lei Aldir Blanc. É muito bom voltar à escola como residentes, ainda mais depois de termos ganho um edital. Isso mostra o quanto a SP Escola de Teatro tem um papel importante na formação de artistas da cidade de São Paulo. Através da educação e também da política de receber ex-aprendizes com seus projetos teatrais. “

SERVIÇO
Silêncio Prenha das Palavras
Direção: Lindolfo Nascimento
Dias: 12,14,16, 19 e 23 de abril. Segundas e sextas às 17 e 20h, quarta ás 20h.
Ingressos gratuitos, mas quem quiser colaborar com os artistas pode adquirir por R$ 10
Duração: Aproximadamente 40 min
Plataforma Sympla da SP Escola de Teatro
www.sympla.com.br/spescoladeteatrodigital
**O experimento cênico é gravado seguindo os protocolos de segurança sanitária de combate ao covid-19

Por Rodrigo Barros

Editado por Luiza Camargo



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

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