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Sala Vange Leonel

Piche

Foto: Rodrigo Baroni / Divulgação

Em “Piche”, dois atores se revezam nos papeis de 16 figuras. O trabalho é resultado de um intenso processo de formação, no qual o elenco se debruçou por três anos em treinamentos e debates a partir da pesquisa do grupo sobre violência.

Na montagem, um jovem de periferia é capturado por dois policiais milicianos que o torturam barbaramente. Cortam sua carne, escalpelam e espancam o seu corpo, mas de modo inexplicável ele não morre. O caso acaba por comover uma multidão descontrolada que vai às ruas interceder pelo garoto. Movimento que gera o interesse de políticos e de um líder religioso.

Ficha técnica:
Texto, direção, dramaturgia e iluminação: Alex Araújo | Treinamento de ator, cenografia e figurino: Carolina Erschfeld | Atores pesquisadores: Carlos Marques e Daiane Sousa | Sonoplastia e vídeo: Carlos Ronchi | Temporada: de 11 de novembro a 11 de dezembro de 2017.

Macunaíma – Herói da Nossa Gente

Foto: Leo Xymox/Divulgação

Texto clássico de Mário de Andrade, “Macunaíma – Herói da Nossa Gente” ganha uma nova versão teatral apresentada na SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, ligada a Secretaria de Estado da Cultura. A montagem da Confraria de Elephantes com direção e adaptação de Lucas Scalco fica em cartaz de 16 de fevereiro a 5 de março, sextas, sábados e segunda-feiras, às 21h; domingos, às 19h; na sede Roosevelt da Escola.

Personagem-título do livro, Macunaíma nasce negro à margem do Rio Uraricoera, na Floresta Amazônica, mas vira branco, vai para a cidade com os irmãos e enfrenta todo tipo de gente em sua jornada mítica e repleta de simbolismos.

Na encenação da Confraria de Elephantes, 18 atores mudam seus papéis no decorrer do espetáculo e dois músicos se contrapõem no palco, promovendo para o espectador um ambiente onírico desenvolvido a partir do universo simbólico que a obra modernista oferece.

Ficha técnica:
Direção e Adaptação: Lucas Scalco | Elenco: Jorge Mesquitta, Arthur Alavarse, Barbara Pereira,Maurício Belfante, Gustavo Merighi, Medeiros, Bruna Aragão, Selma Paiva, Fernanda Avillér, Isabel Oliveira, Zack Stancius,Wendy Hsieh, Riggo Oliveira, Lucas Carduz Rocha, Fabiana Tavares, Jean Amorim, Bia Malagueta e Juvenal Galeno | Músicos: Hércules Laino e Rafael Pinho | Assistente técnica: Helena Rojo | Produção teaser: NAV | Fotos: Leo Xymox | Parceria: Poesis



Sala Alberto Guzik

História Natural do Amor

Em cena, o ator Guilherme Zanela propõe discussões sobre os perigos, tabus, impasses e questões que cercam as sexualidades não-hegemônicas no Brasil e no mundo. Uma reflexão do corpo sobre o que ainda quer e pode um corpo.

Ficha técnica

Direção, dramaturgia e dispositivo cênico: José Fernando Peixoto de Azevedo | Ator: Guilherme Zanela | Vídeo em cena: André Voulgaris | Musica em cena: Luca Grecco | Desenho de luz: Denilson Marques | Operadora de luz: Juliana Kovalenkinas | Colaboração em processo: Julio Arack | Produção: Corpo Rastreado e Berta Heller (EAD) | Realização: Escola de Arte Dramática – EAD/ECA-USP.

Monumento ao Prisioneiro Político Desconhecido

Foto: Tiago Rochetto

Um homem miserável escreve obstinadamente em um subterrâneo. Recorda seu desprezo pela sociedade e um embate com um antigo oficial militar. Outro homem, numa tarde de Corpus Christi, em plena década de 1930, decide infiltrar-se em uma procissão e provocá-la a fim de testar a reação da massa. E um terceiro homem, prisioneiro político, lamenta não ter conseguido concluir seu último livro enquanto aguarda o momento da sua execução.

“Monumento ao Prisioneiro Político Desconhecido” é a história de três encontros com o opressor. O primeiro inspirado no indivíduo recluso e solipsista de Fiódor Dostoiévski em “Notas do Subterrâneo”. O segundo motivado pelo relato de Flávio de Carvalho intitulado “Experiência nº 2”, que narra o caso real de seu enfrentamento diante de uma procissão. O terceiro, por fim, tem base em “O milagre secreto”, conto de Jorge Luis Borges presente em “Ficções”. Com excertos de Paulo Freire, o espetáculo é um convite para este embate e a sua superação em diferentes versões. Diferentes manifestações de um encontro que, inevitável, não poderá deixar o homem ileso.

Ficha técnica

Dramaturgia, direção e interpretação: Daniel Martins | Sonoplastia: Boris Moreno | Luz: Bruno Santos | Figurinos e cenários: Daniel Martins | Produção: Jéssica Souza e Giovanna Clara Pereira | Fotografias: Sté Gonçalves.



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Sala Hilda Hilst

Audiência

Montagem de “Audiência”, do tcheco Václav Havel, celebra os 30 anos da Revolução de Veludo, que marcou início do processo de democratização na República Tcheca. Traduzida do tcheco por Luis Felipe Labaki e dirigida por Juliana Valente, peça do Coletivo Cardume faz crítica ao autoritarismo. Espetáculo estreia na SP Escola de Teatro no dia 29 de novembro, às 21h, na sala Hilda Hilst, e segue temporada até 16 de dezembro.

Os ingressos começam a ser vendidos uma hora antes do espetáculo na bilheteria, mas também podem ser adquiridos antecipadamente aqui.

Tchecoslováquia, década de 1970. Trabalhando em uma cervejaria no interior do país, o dramaturgo Ferdinand Vaněk é convocado ao escritório do Mestre Cervejeiro. Entre uma garrafa e outra, o chefe indaga Vaněk sobre sua vida no meio artístico, sua adaptação ao novo ambiente e lhe faz uma proposta que testa os limites de sua ética.

 

Ficha técnica

Dramaturgia: Václav Havel | Tradução: Luis Felipe Labaki | Direção: Juliana Valente | Atuação: Marô Zamaro e Pedro Massuela | Músicos em cena: Francisco Turbiani e Luis Felipe Labaki | Sonoplastia: Luis Felipe Labaki | Iluminação: Francisco Turbiani | Cenário: Juliana Valente | Figurino: Criação coletiva | Direção de Produção: Francisco Turbiani | Assessoria de Imprensa: Bruno Motta e Verônica Domingues – Agência Fática | Apoio: Consulado Geral da República Tcheca em São Paulo | Apoio Institucional: SP Escola de Teatro | Realização: Coletivo Cardume

Um Passeio no Bosque

Num embate caloroso, emocionante e em certos momentos cômico, dois diplomatas tratam sobre o desarmamento nuclear de seus respectivos países. O encontro acontece em um bosque na Suíça, local neutro e distante das mesas de negociações e dos holofotes da imprensa. O russo experiente e já desencantado profissionalmente, insiste em acordar uma amizade com o jovem e recém chegado americano antes de qualquer acordo profissional. O inexperiente diplomata americano acredita piamente em suas capacidades pessoais e que com o seu plano pode alcançar uma larga redução de armamentos. Com questões existencialistas , o autor Lee Blessing, faz desse encontro um fracasso muito bem sucedido.

Temporada de 1º a 17 de fevereiro. Sextas, às 21h; sábados e domingos, às 19h; segundas às 21h, na sala Hilda Hilst da unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro.

Ficha técnica
Autor: Lee Blessing | Direção e iluminação: Marcelo Lazzaratto | Assistente de direção: Thais Rossi | Produtora: Faz Centro de Criações | Produção executiva e figurino: Ricardo Pettine | Operador de som e luz: Jonas Ribeiro | Elenco: Gustavo Merighi e Beto Bellini | Assessoria de imprensa: Pombo Correio | Fotos: Kim Leekyung
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SP Escola de Teatro Digital

Espetáculo ELAS conta história de amor lésbico em tempos pandêmicos

Cena do espetáculo ELAS/Divulgação

O Coletivo Caracóis, formado por alunos egressos da SP Escola de Teatro, estreia o espetáculo ELAS na plataforma SP Escola de Teatro Digital no Sympla nesta quarta-feira, às 21h. O experimento cênico virtual aborda o relacionamento de duas mulheres lésbicas e como o distanciamento social pode afetar relações amorosas mantidas apenas pelo meio virtual, trazendo uma reflexão sobre o amor em tempos de pandemia.

Estrelado por Carol Moreno e Fernanda Heitzmann, o experimento conta com a direção conjunta de Náshara Silveira e Sol Faganello e dramaturgia de Carina Murias. A plataforma do Zoom virou espaço de pesquisa e palco virtual, sendo utilizada como cenário e elo de ligação entre as personagens. A distância e a virtualidade determinaram e habitaram a estética para a construção de planos explorada pela encenação.

Espetáculo feminista ‘Silêncio Prenhe das Palavras’ estreia na SP Escola Digital

“Uma de nossas premissas foi transformar o ambiente virtual em cenário para a criação de forma orgânica. O público assiste à peça ao vivo, através de sala de reunião virtual, e, portanto, este é o ambiente em que as personagens de fato se encontram na ficção. Não queríamos uma peça adaptada ao virtual, mas um trabalho que permeasse a virtualidade dentro da criação; ‘Elas’ é um trabalho que não existe sem a virtualidade”, relata Carina Murias, responsável pela dramaturgia do espetáculo.

A partir disso, o texto, a encenação, os trabalhos das atrizes, as propostas de luz e sonoplastia foram criados pensando na exploração deste espaço virtual, no jogo entre câmeras, na triangulação com o público – tudo feito a partir da teatralidade possível por entre telas.

“Desenvolver um experimento cênico on-line é estranho, é tudo muito novo, mas resolvemos encarar os desafios tecnológicos como possibilidades estéticas, e não como problema. Não havia palco! É um espaço diferente, que talvez não seja teatro, mas isso não importa agora. Tivemos que aprender, ou inventar, como dirigir através das telas, tendo um plano fechado, um recorte, quase um cinema, mas com o desejo da energia do teatro”, explica Náshara Silveira, uma das diretoras.

A atriz Fernanda Heitzmann detalha os desafios em adaptar o momento, aqui e agora, e transformar todo o seu entorno para a criação artística. “Sem dúvidas, foi imenso o desafio de transformar nossos quartos e salas em ambientes de pesquisa teatral, mas também interessante de resolver na mesma intensidade. Cômoda fitada com crepe, abajur ganhando forma de refletor, planta servindo de objeto cênico… foram grandes também os meus desafios enquanto atriz: a webcam é o meu público? Será preciso observar minha própria atuação? Qual a extensão do meu novo “corpo”? Qual o melhor volume para essa voz, agora microfonada?”
A narrativa dramatúrgica trata não só da relação amorosa de duas mulheres, mas também sobre a necessidade do ser humano persistir, tentando se relacionar mesmo quando a distância física nos é imposta. O texto pode ser lido como metáfora do próprio encontro deste grupo de mulheres artistas; a resistência exercida no fazer teatral intermediado por uma tela.

“Quantos trabalhos temos de diretoras, dramaturgas, atrizes, equipe técnica feminina? E quantos com mulheres lésbicas ou que dão espaço para estas narrativas? Construir “Elas” para mim passa por estas questões, é ocupar espaço na cena teatral, na cena virtual como diretora mulher, como mulher lésbica” reflete Sol Faganello, diretora do espetáculo.

TEMPORADA PARALELA

O Coletivo Caracóis programou uma pesquisa virtual em forma do questionário “ELAS: O Amor em Tempos Pandêmicos”, com o objetivo de coletar histórias de como as relações amorosas têm sido afetadas neste cenário, tendo como perspectiva o relato de mulheres, principalmente lésbicas.

Os relatos colhidos servirão de material para a produção do Episódio 2 do experimento virtual “ELAS”. Tal ação é um desdobramento da pesquisa do Coletivo, pois se no primeiro episódio a equipe recolheu e compartilhou as histórias das próprias artistas durante o processo, neste segundo, pretende-se dar voz a mais mulheres, ampliar suas perspectivas, refletir sobre as relações e dar continuidade a um trabalho conectado com o tempo em que vivemos.
Já estão agendadas algumas ações, no dia 29/04, às 19hrs, pelo Instagram do Centro Cultural da Diversidade. Esta ação se dá de forma paralela à temporada na plataforma SP Escola Digital, pelo Sympla.

SERVIÇO:

“ELAS” | Coletivo Caracóis
Temporada – SP Escola Digital | Sympla
Datas: 21, 22, 27, 29/ 04 e 04, 05, 06/ 05, às 21h.
Ingressos: https://www.sympla.com.br/produtor/spescoladeteatrodigital
Valores opcionais: 10 ingressos gratuitos por sessão, e R$10,00 – R$25,00 – R$50,00

“Elas” – Desmontagem
Canal instagram @ccdivervidade – 29/04 – 19h

Abertura de processo “Elas, episódio 2”
Canal instagram @ccdiversidade – final de maio, data a confirmar.

Questionário pesquisa virtual: https://forms.gle/a31AF6ceY4xyebSu5



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

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