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Sala Vange Leonel

Zoológico Humano

No futuro, a política de extermínio da população negra alcançará seu maior êxito: restará, apenas, uma mulher negra e um homem negro no mundo. Por serem raros, eles serão mantidos em um jardim zoológico, presos na mesma jaula para que reproduzam e, dessa forma, não sejam totalmente extintos – afinal, a total inexistência de negros representa um risco para os brancos, a partir de qual corpo (fenótipo) construirão a auto-imagem da diferença?
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É essa situação limite que a peça “Zoológico Humano”, criada por estudantes da SP Escola de Teatro desenvolve. Hutu, mulher negra, presa em uma jaula, teve sua ascendência dizimada e se encontra totalmente esgotada, incapaz de desenvolver alguma perspectiva diferente para si. Tutsi, homem negro, acabou de ser capturado e jogado na jaula de Hutu, recusa-se a vivenciar a situação desumana na qual é posto. O encontro dessas duas formas de enfrentar o poder gera questionamentos e transformações em ambos.

Ficha técnica

Direção: Gustavo Amaral | Atuação: Carla Silveira, Robinson Rogério | Sonoplastia: André Andrade, Bruna Laleska | Iluminação: Giulia Valentim | Dramaturgia: Robinson Rogério | Coletivo Não é Safari.

DOC. A.A.A.

Uma reunião de Adictos de Afeto Anônimos, na qual os membros são livres para compartilhar o que sentem, em um ambiente sem julgamentos. Em comum, o que eles têm de mais humano são a dependência afetiva, a necessidade de ser amado e de amar, muitas vezes, sem limites. “Reconheça e acolha sua condição humana. Você não está sozinho. Venha fazer parte da nossa irmandade!”, dizem.

O espetáculo faz parte do projeto Antologia Documental, proposta artístico-pedagógica do  Núcleo de Artes Cênicas (Nac), que reúne obras teatrais baseadas em relatos colhidos a partir de entrevistas realizadas pelo próprio elenco.

Ficha técnica:
Com: Núcleo de Artes Cênicas (NAC) | Coordenação, concepção e direção: Lee Taylor | Diretor assistente: Hercules Morais |Assistência de direção: Elvis Törres | Elenco: Anderson Vianna, Flávia Meyer, Giovanna Siqueira, Livia Matuti, Paulo Victor Gandra, Rebeca Ristoff | Artistas-pedagogos: Lee Taylor, Hercules Morais, Gisele dos Reis | Fotos: Marcelo Villas Boas



Sala Alberto Guzik

Toda Nudez Será Castigada

Clássico da dramaturgia brasileira “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues, ganha releitura cênica pelas mãos dos diretores Carolina Guimarães e Vitor Moreno. A nova montagem estreia dia 29 de novembro, às 21h, na sala Alberto Guzik da unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro.

A trama conta a história do viúvo religioso Herculano, que se encontra em um dilema quando seu irmão, no intuito de ajudá-lo, marca um encontro com uma prostituta. Apesar das memórias da esposa, Herculano se apaixona pela linda Geni, causando um alvoroço na família, especialmente com seu filho único, Serginho, que se recusa a aceitar o novo relacionamento do pai.

Ficha técnica

Texto: Nelson Rodrigues | Direção: Carolina Guimarães e Vitor Moreno | Elenco: Alex Slama, Dandara Terra, Danilo Rosa, Leonardo Silva e Paloma Gavinhos | Produção executiva: Pedro Leão | Assistência de produção: João Mar | Concepção e operação de luz: Vitor Moreno | Técnica em iluminação: Juliana Kovalenkinas | Sonoplastia e operação de som: Carolina Guimarães | Cenotecnia: Clau do Carmo | Assistente em figurino e adereços: Bárbara Sgarbi | Arte gráfica: Mayara Oliveira | Fotografia: Vitória Mantovani e Caio Oviedo Realização: Buraco da Fechadura Produções.

A Encomenda

“A Encomenda” é a narrativa das mulheres que, nas histórias dos heróis, são meras paisagens, posses, obstáculos, pontos de partida ou chegada. A autora não nos dá um herói, mas uma caixa de papelão que passa por diversos lugares até chegar em seu destino. Nesse processo, a encomenda deflagra as relações dessas mulheres com a caixa, umas com as outras e com elas mesmas.

O espetáculo tem sessão única no dia 4 de dezembro, quarta-feira, às 21h, na unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro.

Ficha técnica

Direção e dramaturgia: Heloisa Cardoso | Assistêcia de direção: Gabriela Barretto | Elenco: Carolina Erschfeld, Maggie Abreu, Mariana Marteleto, Miriam Limma e Victoria Fênix | Produção Raquel Médici



Sala Antonio Pompêo

Leitura

Neste sábado (23), a sede Roosevelt da SP Escola de Teatro recebe a leitura dramática do texto “Guerra à la Carte”, do Grupo Durame. A atividade, gratuita, acontece às 18h.

Em “Guerra À La Carte” ou “Canhões do Paradigma”, a partir de uma visita insólita, acontece o encontro de pessoas que se relacionam na ambivalência da gentileza e da crueldade em plena guerra. Enquanto ceiam o almoço de domingo animadamente entre destroços e bombardeios, eles notam a presença de um soldado: um inimigo potencial.

Adaptado da obra original “Piquenique no Front” de Fernando Arrabal, considerado um dos mestres do teatro do absurdo, nos coloca em jogo com os horrores da guerra, a opressão dos superiores e a banalização do ser humano.

A leitura é seguida de um bate-papo com Pâmela Duncan, diretora do grupo de teatro físico A Peste – Cia. Urbana de Teatro.

Ficha técnica

Elenco: Cadu Leite, Raul Negreiros e Samara Pereira | Ator convidado para a leitura: Ulisses Sakurai | Visagismo: Stephanie Bergmann | Iluminação: Carmine D’Amore | Fotografia: Gustavo Falqueiro | Roteiro e Direção: Carlla Juliano

 



Sala Hilda Hilst

Audiência

Montagem de “Audiência”, do tcheco Václav Havel, celebra os 30 anos da Revolução de Veludo, que marcou início do processo de democratização na República Tcheca. Traduzida do tcheco por Luis Felipe Labaki e dirigida por Juliana Valente, peça do Coletivo Cardume faz crítica ao autoritarismo. Espetáculo estreia na SP Escola de Teatro no dia 29 de novembro, às 21h, na sala Hilda Hilst, e segue temporada até 16 de dezembro.

Os ingressos começam a ser vendidos uma hora antes do espetáculo na bilheteria, mas também podem ser adquiridos antecipadamente aqui.

Tchecoslováquia, década de 1970. Trabalhando em uma cervejaria no interior do país, o dramaturgo Ferdinand Vaněk é convocado ao escritório do Mestre Cervejeiro. Entre uma garrafa e outra, o chefe indaga Vaněk sobre sua vida no meio artístico, sua adaptação ao novo ambiente e lhe faz uma proposta que testa os limites de sua ética.

 

Ficha técnica

Dramaturgia: Václav Havel | Tradução: Luis Felipe Labaki | Direção: Juliana Valente | Atuação: Marô Zamaro e Pedro Massuela | Músicos em cena: Francisco Turbiani e Luis Felipe Labaki | Sonoplastia: Luis Felipe Labaki | Iluminação: Francisco Turbiani | Cenário: Juliana Valente | Figurino: Criação coletiva | Direção de Produção: Francisco Turbiani | Assessoria de Imprensa: Bruno Motta e Verônica Domingues – Agência Fática | Apoio: Consulado Geral da República Tcheca em São Paulo | Apoio Institucional: SP Escola de Teatro | Realização: Coletivo Cardume

Ensaio aberto – (des)memória

“(des)memória” é uma narrativa poética ficcional que teve como mote o assombro pelas centenas de casos de desaparecidos políticos ao longo da ditadura civil-militar brasileira. A peça narra o embate de um homem em busca de reconstruir a memória que possui dos pais, desaparecidos durante o período.

Tornando público seu confronto com a memória histórica, grava seus próprios depoimentos e se pôe a andar pelas ruas da cidade em uma peregrinação pelo direito à memória. Seu ato, uma espécie de comissão da verdade intima e pessoal, é um apelo para trazer os pais para perto de si, já que a ditadura lhe impôs um ciclo de caos, ausência e espera.

Ficha técnica

Concepção, direção e dramaturgia: Vinicius Brasileiro | Intérpretes: Vinicius Alves e Vinicius Brasileiro | Dramaturgia sonora: Loro Bardot | Iluminação: Afonso Costa



Saguão Roosevelt

Lançamento de livro – Como Plumas ao Vento

Evill Rebouças, dramaturgo ganhador e indicado a vários prêmios, entre eles APCA e Shell, lança, no dia 7 de dezembro, às 18h, o livro “Como plumas ao vento – Comme des plumes au vent”.

Exemplar em português e francês, o livro aborda o lugar de (não) pertencimento para refugiados. Foi contemplado com o Prêmio ProAc Editais – Texto de Dramaturgia e resulta de pesquisa com refugiados no Brasil e de experimentos práticos com a Cie. Nie Wiem, na França. O livro será vendido por R$ 25



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

Agenda Seta Seta

 

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