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Sala Vange Leonel

Ânima – SUSPENSO

*** TEMPORADA SUSPENSA DEVIDO ÀS MEDIDAS DE PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS ***

 

Essa é uma história sobre mudanças, sobre chegadas e sobre partidas. Uma trupe itinerante perde uma de suas principais integrantes. Para encontrar uma substituta, colocam um anúncio e quem responde é uma jovem palhaça, que esperava encontrar ali sua razão de ser, mas ao chegar encontra uma trupe diferente, irreverente e que está cheia de patifarias e encantamento. Através de seus truques, a trupe mostra que a arte e o circo dizem muito mais sobre nossas vidas do que imaginamos.

O espetáculo “Ânima” fica em cartaz na unidade Roosevelt, sala Vange Leonel, de 7 a 22 de março, sábados e domingos, sempre às 18h e tem classificação livre.

Ficha técnica
Direção: Isaac Ruy | Dramaturgia: Fernanda Suaiden | Assistência de direção: Malu Frizzo | Músicos: Maike Marques e Julia Navarro | Maquiagem: Mirielen Dollvik | Figurino: Isaac Ruy | Cenário: Malu Frizzo e Pablo Azevedo | Elenco: Fernanda Stéfano, Fernanda Suaiden, Isaac Ruy, Julia Navarro, Malu Frizzo, Maike Marques, Mirielen Dollvik, e Pablo Azevedo | Composição e trilha original: Maike Marques, Gustavo Rodrigues, Pedro Canales e Júlia Navarro| Produção: Trupe ÂN1MA

Zoológico Humano

No futuro, a política de extermínio da população negra alcançará seu maior êxito: restará, apenas, uma mulher negra e um homem negro no mundo. Por serem raros, eles serão mantidos em um jardim zoológico, presos na mesma jaula para que reproduzam e, dessa forma, não sejam totalmente extintos – afinal, a total inexistência de negros representa um risco para os brancos, a partir de qual corpo (fenótipo) construirão a auto-imagem da diferença?
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É essa situação limite que a peça “Zoológico Humano”, criada por estudantes da SP Escola de Teatro desenvolve. Hutu, mulher negra, presa em uma jaula, teve sua ascendência dizimada e se encontra totalmente esgotada, incapaz de desenvolver alguma perspectiva diferente para si. Tutsi, homem negro, acabou de ser capturado e jogado na jaula de Hutu, recusa-se a vivenciar a situação desumana na qual é posto. O encontro dessas duas formas de enfrentar o poder gera questionamentos e transformações em ambos.

Ficha técnica

Direção: Gustavo Amaral | Atuação: Carla Silveira, Robinson Rogério | Sonoplastia: André Andrade, Bruna Laleska | Iluminação: Giulia Valentim | Dramaturgia: Robinson Rogério | Coletivo Não é Safari.



Sala Alberto Guzik

Mostra de Teatro de Objetos: Poéticas do Feminino – SUSPENSO

*** TEMPORADA SUSPENSA DEVIDO ÀS MEDIDAS DE PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS ***

 

Organizada pelos grupos de teatro Clã- Estúdio das Artes Cômicas, Histórias e Objetos, Grupo Caleidoscópio e pela atriz Liz Moura, a Mostra de Teatro de Objetos: Poéticas do Feminino reúne montagens teatrais nas quais objetos são transformados em atrizes e atores.

A programação começa no dia 4 e vai até 23 de março, com debates, aula-espetáculo e apresentações teatrais, na sala Alberto Guzik, na unidade Roosevelt da Escola.

Todas as histórias apresentadas no evento abordam questões relacionadas ao feminino, a partir de várias vozes – incluindo a perspectiva de um homem que questiona o seu papel na sociedade patriarcal.

Nos dias 4 e 11 de março, as atividades são gratuitas. Para as demais, os ingressos variam de R$ 15 a R$ 30 (meia), à venda na bilheteria da SP Escola de Teatro (somente no dia) e também na internet.

Confira a programação:

>> ATIVIDADES FORMATIVAS

Aula-espetáculo sobre teatro de objetos
Através da apresentação de fragmentos de cenas protagonizados pelos artistas dos grupos, será abordado o contexto histórico e artístico cuja esta linguagem se configurou dentro do universo do teatro de formas animadas. Demonstrar-se-á algumas características que norteiam a parceria, protagonismo e o papel do ator frente aos objetos na construção de cenas. Com Lilian Guerra, Kelly Orasi e João Bresser.
Quando: 4/3, às 19h30
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: Entrada gratuita

Debate: O teatro de objetos e o processo de criação
Integrantes dos grupos que participam do evento discutem sobre os pontos desafiadores para o ao artista do teatro de objeto.Convidados: Cida Almeida (Clã – Estúdio das Artes Cômicas), Kelly Orasi (História e Objetos), João Bresser (Grupo Caleidoscópio), Liz Moura e Sandra Vargas (Grupo Sobrevento). Mediação: Lilian Guerra
Quando: 11/3, às 19h30
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: Entrada gratuita

 

>> ESPETÁCULOS

“Mulheres” (foto)
Inspirado no livro “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés. Em uma casa, duas mulheres e objetos do ritual cotidiano feminino criam um acordo íntimo com a plateia. Ao vasculharem baús, malas e gavetas, lembranças e sentimentos vêm à tona através de histórias que representam os vários ciclos da alma feminina, sobre os mitos e arquétipos da mulher selvagem.
Com Kelly Orasi e Lilian Guerra. Direção: Sandra Vargas
Quando: De 6 a 9/3. Sex. e seg., às 21h; sáb. e dom., às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia)

“Museu das Pequenas Coisas”
Narra a trajetória de uma mulher que busca no cais o refúgio para um conflito e vê, no oceano que se abre à sua frente, a possibilidade de um horizonte salvador. Com uma mala baú, que abriga seus objetos e memórias, ela espera o resgate e se vê diante da necessidade de escolher o que levar consigo e o que deixar para trás.
Com Lilian Guerra. Direção de Cida Almeida
Quando: De 13 a 16/3. Sex. e seg., às 21h; sáb. e dom., às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia)

 

>> ABERTURA DE PROCESSO
Espetáculos em fase de desenvolvimento.

“Do Jeito Certo – Um Ato sobre Amor”
Um homem está preparando uma refeição com utensílios de cozinha e muitas frutas, enquanto espera a chegada de uma pessoa. Com muita sutileza, o texto e a utilização dos objetos criam metáforas entre as receitas e as experiências afetivas do personagem submersas no mundo contemporâneo onde o amor é líquido. A cada receita ele faz uma reflexão sobre a construção do sujeito masculino e que todos consideram “do jeito certo” a ele se revela questionável.
Com João Bresser. Direção de Lilian Guerra
Quando: 20 e 21/3, às 21h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 15 (preço único)

“A Pequena Costureira”
Em seu ateliê, uma costureira relembra suas memórias afetivas para criar um universo mágico no qual os objetos de costura expressam os seus mais íntimos sentimentos. Ela vai nos revelando com o manusear das peças seus desejos e sonhos, construindo a percepção sobre si mesma.
Com Liz Moura, sob a orientação de Sandra Vargas.
Quando: 22/3, às 19h, e 23/3, às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 15 (preço único)

 

A Decadência dos Seres não Abstratos

Espetáculo que questiona os limites entre o concreto e o alegórico. É um cruzamento do teatro com as artes visuais, construído a partir de dois textos do livro “O Esteticismo Niilista do Número Imaginário” (É Realizações, 2013), de Marcio Aquiles, em que numa sala, um debate entre a Arte, a Matemática, a Filosofia, o Espaço e o Tempo, que surgem como personagens em luta com os humanos pela autonomia e existência de cada um deles. Em paralelo, uma artista plástica em crise criativa levanta questões sobre a angústia da existência.

A trajetória do espetáculo começa em maio de 2019, quando foi apresentado no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (Fitei), em Porto, Portugal, com elenco português. Após isso o espetáculo foi apresentado no festival Satyrianas 2019, em São Paulo, dessa vez com elenco brasileiro. E agora, cumpre temporada na SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt, de 17 de janeiro a 17 de fevereiro, com apresentações sextas, às 21h, sábados e domingos, às 19h, e segunda, às 21h. Vendas online AQUI

No sábado (8/2), o dramaturgo Marcio Aquiles, o diretor Higor Lemo e o convidado Antonio Duran (dramaturgista do Teatro da Vertigem) batem um papo com os convidados logo após a peça.

Ficha Técnica

Texto: Marcio Aquiles | Direção: Luisa Pinto e Higor Lemo | Elenco: Carla Roeher, Fabiana Costa, Gabriela Fazuna, Higor Lemo, Marcelo Affonso, Matheus Rommaní, Nadia Verdun, Tom Paranhos e Vivi Mori | Concepção de luz: Bruno Santos | Operação de luz: Helder Parra | Projeções: Jeff Medeiros | Assessoria de Imprensa: Marcio Aquiles | Ilustração: Renata Bonvino | Bilheteria: Paula Barros | Produção: Vivi Mori | Produção Executiva: Higor Lemo | Apoio: HJ Produções | Apoio cultural: Luna Di Capri, Planeta´s, Piolin e Frando Com Tudo | Foto: Izabelle Lisboa/Coletivo Fotomix



Sala Antonio Pompêo

Leitura

Neste sábado (23), a sede Roosevelt da SP Escola de Teatro recebe a leitura dramática do texto “Guerra à la Carte”, do Grupo Durame. A atividade, gratuita, acontece às 18h.

Em “Guerra À La Carte” ou “Canhões do Paradigma”, a partir de uma visita insólita, acontece o encontro de pessoas que se relacionam na ambivalência da gentileza e da crueldade em plena guerra. Enquanto ceiam o almoço de domingo animadamente entre destroços e bombardeios, eles notam a presença de um soldado: um inimigo potencial.

Adaptado da obra original “Piquenique no Front” de Fernando Arrabal, considerado um dos mestres do teatro do absurdo, nos coloca em jogo com os horrores da guerra, a opressão dos superiores e a banalização do ser humano.

A leitura é seguida de um bate-papo com Pâmela Duncan, diretora do grupo de teatro físico A Peste – Cia. Urbana de Teatro.

Ficha técnica

Elenco: Cadu Leite, Raul Negreiros e Samara Pereira | Ator convidado para a leitura: Ulisses Sakurai | Visagismo: Stephanie Bergmann | Iluminação: Carmine D’Amore | Fotografia: Gustavo Falqueiro | Roteiro e Direção: Carlla Juliano

 



Sala Hilda Hilst

Sapathos – SUSPENSO

*** TEMPORADA SUSPENSA DEVIDO ÀS MEDIDAS DE PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS ***

 

Num formato que remete às “palestras-performances”, o espetáculo “Sapathos” explora os temas do preconceito e da memória. Costurando acontecimentos veiculados diariamente, uma colcha de retalhos se desenha – e informações disparatadas desfilam diante do espectador, sem dar fôlego para que haja digestão da poluição de fatos a que somos submetidos rotineiramente – soterrando de lama a poesia e a alma. O banal e o trágico se misturam, sem critério aparente. Procura-se, com a investigação, dar voz àquelas dores históricas que as contingências e o cenário social insistem em calar.

O espetáculo cumpre temporada de 6 a 23 de março, sala Hilda Hilst da unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro. Às sextas e segundas, às 21h; sábados e domingos, às 19h. Aos sábados, após o espetáculo, o elenco se reúne e bate-papo com o público presente. Os ingressos são vendidos na bilheteria da SP Escola de Teatro (somente no dia) e também na internet.

Ficha técnica:

Texto: Sergio Zlotnic | Direção: Gabi Costa, Paula Barros Diva e Sergio Zlotnic | Assistência de direção: Ricardo Koch Mancini | Elenco: And Costa, Gabi Costa, Ricardo Koch Mancini, Rodrigo Melgaço, Sergio Zlotnic e Well Almeida | Atores convidados (em participação por vídeo): David Wendefilm e Tom Vieira | Sonoplastia: Alex Matos e Jomo Faustino | Iluminação: Georgia Ramos e Wagner Pinto | Design Gráfico: Pedro Cipis | Arte e assistência de criação: Tom Vieira | Videoarte e legendas: Sam Ludd e Tom Vieira | Produção: Leonardo Monteiro | Performance de recepção e apoio técnico: Isabella Rockfield | Fotografia: Rodrigo Meneghello | Filmagem da peça in loco: Sam Ludd | Assessoria de imprensa: Macida Joachim | Agradecimentos: Diogo Carvalho, Elisa Band, Giovana Gallucci– Gustavo Ferreira – Ivam Cabral – Lucia Camargo – Pierre Willm. Dedicado à memória de Alberto Guzik e Noemi Altman…

 

Um Passeio no Bosque

Num embate caloroso, emocionante e em certos momentos cômico, dois diplomatas tratam sobre o desarmamento nuclear de seus respectivos países. O encontro acontece em um bosque na Suíça, local neutro e distante das mesas de negociações e dos holofotes da imprensa. O russo experiente e já desencantado profissionalmente, insiste em acordar uma amizade com o jovem e recém chegado americano antes de qualquer acordo profissional. O inexperiente diplomata americano acredita piamente em suas capacidades pessoais e que com o seu plano pode alcançar uma larga redução de armamentos. Com questões existencialistas , o autor Lee Blessing, faz desse encontro um fracasso muito bem sucedido.

Temporada de 1º a 17 de fevereiro. Sextas, às 21h; sábados e domingos, às 19h; segundas às 21h, na sala Hilda Hilst da unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro.

Ficha técnica
Autor: Lee Blessing | Direção e iluminação: Marcelo Lazzaratto | Assistente de direção: Thais Rossi | Produtora: Faz Centro de Criações | Produção executiva e figurino: Ricardo Pettine | Operador de som e luz: Jonas Ribeiro | Elenco: Gustavo Merighi e Beto Bellini | Assessoria de imprensa: Pombo Correio | Fotos: Kim Leekyung
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Saguão Roosevelt

Teatro Lambe Lambe – Fases da Vida

Uma cristaleira em miniatura, uma caixa e muitas experimentações. Este foi o ponto de partida para a criação do projeto “Teatro Lambe Lambe- Fases da Vida” que reúne três atores, três caixas e três histórias de curta duração. O Teatro de Caixas ou Teatro Lambe Lambe (nome semelhante as antigas máquinas fotográficas do séc. XX), é um mini teatro, um espetáculo assistido através de um orifício na caixa e atende, geralmente, um espectador por vez.

Organizada pela Cia. Fuxico de Teatro, a mostra acontece nos dias 7 e 8 de março (sábado e domingo, das 17h às 19h), no saguão da unidade Roosevelt da SP Escola de Teatro.

Serão apresentadas três narrativas: “A Bailarina”, “O que é felicidade?” e “A Espera”, que apesar de serem espetáculos independentes, são conectados por fases da vida. É um convite ao espectador para vivenciar um momento poético, em um espaço e tempo pouco usuais.

Lançamento de livro – Como Plumas ao Vento

Evill Rebouças, dramaturgo ganhador e indicado a vários prêmios, entre eles APCA e Shell, lança, no dia 7 de dezembro, às 18h, o livro “Como plumas ao vento – Comme des plumes au vent”.

Exemplar em português e francês, o livro aborda o lugar de (não) pertencimento para refugiados. Foi contemplado com o Prêmio ProAc Editais – Texto de Dramaturgia e resulta de pesquisa com refugiados no Brasil e de experimentos práticos com a Cie. Nie Wiem, na França. O livro será vendido por R$ 25



#CulturaEmCasa

Quarentena Festival

De 6 a 12 de abril, o Quarentena Festival é um evento exclusivamente virtual, que reunir artistas do Brasil e de mais dez países, em apresentações via Instagram. A programação reúne peças, filmes, sarau e música.

O festival foi criado pela Cia. Os Satyros, de São Paulo com apoio da SP Escola de Teatro, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Todos os artistas participam de forma voluntária.

As apresentações no festival são individuais. Os artistas farão as transmissões diretamente de suas casas, nos seus próprios perfis no Instagram. Entre as atrações confirmadas estão nomes como o ator Thiago Mendonça, que apresenta a peça “Stonewall 50”, as atrizes Maria Fernanda Cândido e Bárbara Paz, que apresentam, cada uma, performances, e os cantores Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Flaira Ferro e Igor de Carvalho.

Além dos brasileiros, há, ainda atrações de Portugal, Cabo Verde, Alemanha, Finlândia, Suíça, Espanha, Canadá, Suécia, Inglaterra e Luxemburgo.

Confira a programação completa, clicando aqui.



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

Agenda Seta Seta

 

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