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Série Grandes Iluminadores: Denilson Marques

Publicado em: 20/08/2021

Divulgacão

A SP Escola de Teatro segue em sua série de minibiografias de grandes iluminadores da história.

Na lista, há importantes nomes do design de iluminação, como Roberto Gill Camargo, Stanley McCandless e Jorginho Carvalho.

Nesta sexta-feira, 20, nosso homenageado é o iluminador, Denilson Marques; confira!

Denilson Marques:

Paulista com mais de 25 anos de carreira, Denilson Marques é formado em audiovisual, fotografia, Iluminação e estrutura cênica, conhecido pela sensibilidade nas suas criações e adaptações .

Série Grandes Iluminadores: Jean Rosenthal

Iniciou sua carreira no teatro como porteiro e caixa em 1995 no antigo Teatro Hall, hoje Teatro Ágora, localizado no tradicional bairro paulistano Bexiga, por intermédio de sua mãe, que trabalhava também no local como copeira. Em seguida iniciou um estágio com o iluminador Nezito Reis, responsável pela iluminação dos espetáculos do teatro.

Em 1997,  ingressou num curso voltado para iluminação com grandes nomes da iluminação, como David de Brito, Hamilton Saraiva, Nezito Reis e Ney Bonfante. Além de começar a trabalhar no Teatro Macunaíma, ao mesmo tempo que trabalhava no Teatro Hall.

Série Grandes Iluminadores: Wagner Pinto

Em  2005  participou do 1º  Congresso  de  Iluminação  Cênica  da  Associação Brasileira de Iluminação Cênica de Santo André, na Escola Livre de Teatro. Além de fazer outros cursos paralelos e uma oficina intensiva de iluminação voltada para arquitetura, com o lighting designalemão Peter Gasper, um dos precursores da iluminação no país.

Além  dos  teatros  rotativos,  possui  larga experiência em formação, em escolas como Teatro Escola Macunaíma e Universidade de São Paulo, locais que permanece até hoje, como iluminador nos cursos de licenciatura e bacharelado do Departamento de Artes Cênica e na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP).

Série Grande Iluminadores: Stanley McCandless

Desde então, desenvolve projetos para todo tipo de intervenção artística, como teatro, shows, ballet, exposições, eventos, formaturas, óperas, templos, lançamentos de filmes, etc.

Ato Sem Palavra, roteiro de rubricas escrito por Samuel Beckett, dirigido por Cristhiane Paoli Quito, Como Água Que Sobre a Água Corresse, de textos de Isabel Allende e José Saramago, dirigido por Arthur Miranda, e Navalha na Carne Negra, de Plínio Marcos, dirigido por José Fernando Peixoto de Azevedo, estão entre os trabalhos desse grande nome da iluminação cênica.




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