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Série Grandes Diretores: Luh Maza

Publicado em: 08/06/2021

Nesta terça-feira, 8, encerramos nossa série de minibiografias de grandes diretores da história do teatro mundial.

Na lista, passaram importantes nomes, como Zé Celso, Bibi Ferreira e João das Neves.

A última homenageada da série é a multiartista Luh Maza, primeira autora e diretora trans convidada pelo Theatro Municipal de São Paulo.

Luh Maza é dramaturga, diretora, atriz e crítica teatral. Carioca, vive em São Paulo desde 2007. É autora de mais de dez peças encenadas no Rio, São Paulo e Portugal, como Três T3mpos, Restos, A Memória dos Meninos e Carne Viva, todas sob sua direção.

Série Grandes Diretores: José Celso Martinez Corrêa

Algumas das suas obras estão na Coleção Primeiras Obras da Imprensa Oficial, indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura.

Em 2016, assinou a versão brasileira do texto canadense Kiwi, de Daniel Danis, que recebeu nove indicações a prêmios e venceu o Prêmio Aplauso Brasil de melhor espetáculo de produção independente.

Série Grandes Diretores: Ariane Mnouchkine

Dirigiu ainda textos de dramaturgos contemporâneos como Gabriela Mellão, Zen Salles e Fernando Ceylão.

Nos últimos anos tem dedicado sua pesquisa à temas ligados a gênero e raça e contribuído na dramaturgia de espetáculos como Cabaret TransPeripatético, da companhia Os Satyros, e F.A.L.A., do Coletivo Negro.

Participou como artista convidada na SP Escola de Teatro em 2018, onde acompanhou os experimentos cênicos criados pelos estudantes com o tema “Corpos desviantes: contra a imposição de um corpo padrão”, nos quais abordavam questões como gênero, sexualidade e etnias.

Luh com o elenco de Transtopia. Foto: Nu Abe/Divulgação

Em 2019, se tornou a primeira mulher trans e negra a dirigir uma peça no Theatro Municipal de São Paulo. Ao palco mais tradicional do país, ela levou Transtopia, encenada por mais de dez pessoas trans e voltada para o público LGBTQIA+.

É uma das roteiristas da quarta temporada da série Sessão de Terapia, dirigida por Selton Mello para Globoplay, pela qual foi indicada ao Prêmio ABRA de Roteirista do Ano.

 




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