Três cursos de Extensão Cultural concluem suas atividades

Publicado em: 29/07/2013

Aula final de “Introdução à interpretação”, com Moisés Miastkwosky, na Sede Roosevelt, na última sexta-feira (26)
(Foto: SP Escola de Teatro/Arquivo)

E enquanto o departamento de Extensão Cultural da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco está com inscrições abertas para o workshop com o coreógrafo, bailarino e professor Ismael Ivo, outros cursos se despediram da Escola na semana passada. Foram eles: “Arte & negócios: teoria e prática para captação de recursos – Iniciação”, orientado por Annelise Godoy; “As questões criativas na educação”, com Ismar Rachmann e Viviane Dias, e “Introdução à interpretação”, com Moisés Miastkwosky.

Já velha conhecida da Escola, Annelise Godoy concluiu mais uma participação nos cursos de Extensão Cultural e, pelo jeito, em breve deverá voltar com mais um módulo. Produtora cultural e diretora executiva da empresa de marketing cultural Philarmonia Brasileira, Annelise desenvolve, desde 2001, atividades na área de produção cultural, dirigidas especialmente para captação de recursos, consultoria para produtores e instituições, relacionamento entre o meio cultural e investidores, bem como no planejamento estruturado de empreendimentos culturais, por meio do contato com os diversos meios de comunicação e apoio a projetos.

Em “As questões criativas na educação”, os orientadores Ismar Rachmann e Viviane Dias trabalharam, com uma classe eclética, formada por atores, escritores e professores, “o desenvolvimento de procedimentos e exercícios para serem posteriormente utilizados pelos pedagogos, em aulas. O curso buscou trabalhar na fronteira de artes como o teatro, a dança, as artes visuais e a literatura”, contou a dupla.

Com técnicas que visavam levar os participantes à “Introdução à interpretação”, o orientador Moisés Miastkwosky convidou os alunos, durante o período das aulas, que aconteceu de 1º a 26 de julho, num ritmo intenso, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, a mergulharem em processos para a construção de personagens. Assim, nos encontros, a Sede Roosevelt foi tomada por exercícios cênicos, de voz e de corpo. Uma experiência que deverá deixar saudade nos participantes.

 

Texto: Esther Chaya Levenstein

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