SP Escola de Teatro anuncia vencedores do 2º Prêmio Solano Trindade para jovens dramaturgos negros do país

Publicado em: 11/11/2021

 

Os nomes dos três vencedores da segunda edição do Prêmio Solano Trindade foram divulgados nesta quinta-feira (11). Voltado ao reconhecimento do trabalho de jovens dramaturgos negros, a premiação é concedida pela SP Escola de Teatro, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerida pela Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap).

As peças vencedoras são: “Atropelo”, de Amanda Carneiro Figueiredo, de São Paulo, “Limiar”, de Amanda Pessoa, de Mato Grosso do Sul, e “Piscinas: Um Estudo sobre Águas”, de Mariana Ozório, de Belo Horizonte.

Os textos premiados serão publicados em livro, por meio impresso e digital, e distribuídos gratuitamente em programas ou ações da SP Escola de Teatro  e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Os vencedores deverão assinar o Termo de Cessão de Direitos Autorais necessário para a publicação do livro mencionado, cabendo-lhes o direito de receber até 50 (cinquenta) exemplares.

Ao realizar a inscrição, os participantes do Prêmio Solano Trindade declararam concordar que todos os direitos inerentes à segunda edição dos textos premiados serão exclusivamente da Adaap. Os direitos de encenação, porém, são dos participantes premiados.

Confira o edital na íntegra, clicando aqui.

Autores e autora já premiados

Do primeiro edital resultou a publicação das três dramaturgias inaugurais do projeto, já lançadas em livro em 09 de setembro de 2021. A Comissão de seleção foi formada pela dramaturga e diretora Luh Maza, o bibliotecário Ueliton Alves, o jornalista Miguel Arcanjo Prado e a coordenadora de Dramaturgia da Escola, Marici Salomão, além do diretor executivo da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral.

O Prêmio é uma homenagem ao poeta, dramaturgo e diretor pernambucano Solano Trindade (1908-1974). Arte-ativista das causas negras, Trindade foi o criador do Teatro Popular Brasileiro (TPB), grupo formado por operários, domésticas e estudantes e que tinha como inspiração algumas das principais manifestações culturais do país. Atuou também na dança, criando em meados dos anos 50 um grupo referencial: o Brasiliana, reconhecido no Brasil e em temporadas no exterior. (Fonte: Museu Afro Brasil).




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