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Segundo dia da 22ª edição do festival Satyrianas homenageia a dança e a tradição e rupturas do teatro contemporâneo

Publicado em: 04/12/2021

Segundo dia do festival Satyrianas. Foto: Bruno Galvincio

O segundo dia da 22ª edição do Festival Satyrianas, na última sexta-feira, 3, atraiu um público ainda maior que na abertura, ávido por muita cultura e arte de qualidade gratuita nos centros culturais da Praça Roosevelt e região.

O Parque Augusta, recém-inaugurado na área, é um dos cenários dos eventos e foi o palco do espetáculo de dança Palhaço, do coreógrafo e bailarino Marcos Abranches, um dos destaques da programação, onde ele protestou contra a situação política do Brasil atual em uma potente performance.

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Na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro, o público adorou as impactantes peças Afroapocalíptico capítulo 1 – DramaMix, com Ícaro Rodrigues e Marcelo Dalourzi., O Banho de Sol da Barata: Uma Leitura Dramatizada- SatyriBlack -Dramix e Marias: Memórias encarceradas, projetos com estudantes ou egresso da instituição.


Fotos: Bruno Galvincio

As mulheres também estiveram em peso no dia e dia fizeram bonito, em destaque a escritora Clara Averbuck e as atrizes Julia Bobrow e Fernanda D’Umbra, que apresentaram seus projetos autorais Vermelho Noir, A Gente Se Acostuma Com o Fim do Mundo e Revlon 45, respectivamente.

Neste sábado, a maratona artística continua, com destaque para as apresentações de dança e leituras dramáticas. E amanhã tem mais!

Sobre o Festival
Quando foi criado em 2000, era localizado na Bela Vista e nomeado “Folias Teatrais”, o evento se propôs como uma homenagem à primavera e deixava o Teatro da região initerruptamente aberto durante 4 dias e 4 noites. Pontuando, assim, a resistência da cultura naquele momento. Atualmente na Praça Roosevelt, o festival continua com o mesmo propósito: são 78 horas ininterruptas que oferecem inúmeras atividades teatrais para os moradores da cidade.

Desde que assumiu a nova localização, as intituladas Satyrianas são parceiras da SP Escola de Teatro; o diretor executivo e o coordenador de direção da SP, respectivamente Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, são fundadores da Companhia organizadora do evento, ‘os Satyros’. A Cia foi pioneira e responsável pela revitalização da Praça Roosevelt, um lugar histórico do centro de São Paulo, no qual a arte teve papel de transformação e que hoje se configura com dos principais pontos de troca cultural da cidade.

Em 2009, o evento passou a integrar o calendário oficial do Estado de São Paulo. Em 2013, os Satyros foram vencedores do Prêmio Shell na categoria Inovação, “pela projeção, permanência e abrangência do evento ‘Satyrianas’ na condição de fenômeno histórico-artístico e social”.




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