Mente Quieta, Espinha Ereta

Publicado em: 19/10/2012


Eugenio Barba, figura central no teatro mundial, em sua visita à SP Escola de Teatro, em maio de 2010: em dezembro, ele voltará (Foto: Arquivo/SP Escola de Teatro)

 
Nesta semana, Ivam Cabral, diretor executivo da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, fala do corpo como principal ferramenta do ator, no exercício da arte. “Há uma parte do nosso corpo que sustenta e encaminha a nossa condição física: a coluna vertebral”, ele observa, para, logo em seguida, fundamentar seu argumento citando o livro “A Arte Secreta do Ator” (São Paulo-Campinas, Editora Hucitec e Editora da Unicamp, 1995), que traz estudo sobre o assunto, feito por Eugenio Barba e Nicola Savarese.

“Barba e Savarese irão dizer que ‘a qualidade do tônus muscular que determina a pré-expressividade está diretamente ligada à posição da coluna vertebral’. Segundo eles, não importa aí nem o peso nem a força da inércia; sequer seus modos particulares e “a arquitetura de tensões que dilatam a presença do ator”. Irão afirmar que “toda técnica extraordinária é consequência de uma mudança do ponto de equilíbrio da técnica cotidiana. Esta mudança afeta a coluna vertebral, o tórax e, portanto, a maneira como a parte superior do corpo é estendida; a maneira como o quadril é mantido, isto é, o modo de se mover no espaço”, escreve Ivam.

Para ler o texto, na íntegra, clique aqui.

 

Texto: Majô Levenstein

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