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Dinheiro Comunitário – A moeda que sobra para você é a que falta para alguém: saiba mais sobre a iniciativa!

Publicado em: 01/07/2022

No último mês, as sedes Roosevelt e Brás da SP Escola de Teatro disponibilizaram caixinhas personalizadas na recepção com a finalidade de coletar e compartilhar trocos, moedas ou cédulas de dinheiro. A ação, que é encabeçada pelo programa Oportunidades da instituição, já existe há muitos anos e atualmente foi retomada com o nome “Dinheiro Comunitário”. A SP acredita na importância do cultivo de um senso de coletividade, por meio do qual podemos colaborar e ajudar uns aos outros. Por isso, sob o pretexto “a moeda que sobra para você, pode fazer falta para alguém”, a escola incentiva todas, todes e todos que frequentam o nosso espaço à fazerem parte dessa atitude cidadã!

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O projeto nasceu há muito tempo, dentro de uma sala de aula num dos cursos técnicos ministrados pela instituição e começou inicialmente em um pequeno grupo de aprendizes. Na época, alguns estudantes estavam passando por dificuldades financeiras e por vezes não conseguiam inteirar a passagem de transporte público ou sua própria alimentação. Tendo em vista essa situação, os colegas dessa turma decidiram criar uma caixinha especial que teria o propósito de disponibilizar uma quantia em dinheiro. Quem estivesse precisando poderia pegar da caixa, e quem tivesse algum trocado sobrando poderia doá-lo.

foto: Caixinha do Dinheiro Comunitário na Sede Brás – SP Escola de Teatro

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Nesse contexto, o Programa Oportunidades da SP se sensibilizou com a ação e decidiu expandi-la para a escola toda. Cléo de Páris, coordenadora do programa, relembra os anos nos quais existiu o projeto e afirma que está muito feliz de poder retomá-lo.

Compartilhamos o espaço para construir uma arte em grupo, coletiva e agregadora, portanto, é interessante que tal senso de coletividade transpareça no nosso cotidiano em atitudes como essa. Nesse sentido, a ação busca promover o altruísmo e empatia para com o próximo, num verdadeiro exercício de cidadania, conforme explica Cléo de Páris:

“Acredito que a ação é necessária não só a partir da perspectiva econômica, mas também do ponto de vista do altruísmo, de uma parceria que não podemos perder, tanto na relação colaboradores com estudantes, quanto na relação estudantes com colaboradores. Todos nós pertencemos àquele lugar, então tudo é de todos.”




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