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Conheça Hanna e Aliça, as novas intercambistas da SP Escola de Teatro

Publicado em: 29/04/2016

A parceria da SP Escola de Teatro com a UniArts, de Estocolmo, continua viva e proporcionando trocas para ambas as instituições. Neste ano, a Suécia não enviou nenhum aprendiz sueco: recebemos Aliça, que nasceu na Rússia, e Hanna, que é finlandesa. Ambas integram as turmas de Atuação e Humor, respectivamente.
 
A intercambista Hanna, sentada ao centro, em aula no Curso Regular de Humor
 
Há tempos que Hanna conversa com seus colegas da UniArts que foram intercambistas aqui na Escola. Foi durante esses papos que ela começou a considerar a possibilidade de passar três meses em São Paulo. “Todo mundo falava muito bem do intercâmbio”, diz. “Diziam que tinha muita coisa acontecendo o tempo todo, que o pessoal era animado e extrovertido. E aqui é mais quente, a cidade é bem viva.”
 
O que mais chamava a atenção da intercambista, no entanto, é o fato de que a SP Escola de Teatro trabalha com teatro de grupo, característica bem distinta do funcionamento da UniArts. “Em Estocolmo, trabalhamos juntos também, mas é diferente”, diz Hanna. “Temos muitos trabalhos solo, você faz tudo sozinho. Muito espelho, muita câmera. Eu gosto disso, mas queria experimentar algo diferente.”
 
Aliça ouviu as mesmas histórias que Hanna. “Eu ouvi que as pessoas são loucas”, brinca, referindo-se ao jeito mais solto dos brasileiros em relação à rigidez sueca. Ela já tinha tentado se inscrever no intercâmbio antes, mas não foi aprovada. Foi só na segunda tentativa que ela obteve sucesso, tendo a oportunidade de sua vida, como ela mesmo diz. “De que outra maneira eu poderia vir para uma escola de teatro em São Paulo?”
 
Aliça, que tem os cabelos raspados, em exercício da aula do Curso Regular de Atuação
 
Até agora, a experiência de ambas está sendo muito positiva. Hanna destaca que a UniArts trabalha com muita ênfase na técnica, com aulas de dança, circo, balé. “Tem bastante precisão, é muito difícil pro corpo e pra mente”, diz, afirmando que, na SP Escola de Teatro, se sente mais relaxada. “Aqui o trabalho também é duro, mas é diferente, é explosivo. Consigo me divertir e aprender ao mesmo tempo.” Para ela, a escola de teatro ideal seria uma mistura das duas.
 

Aliça não sabe o que esperar do fim de seu intercâmbio, que deve durar três meses. Mas já acha que valeu a pena. “No terceiro dia eu senti que, de alguma forma, chega um ponto em que você entende o que é importante para si na vida. Só de ter esses pensamentos e experiências, já tá valendo”, diz. E completa, com poesia: “Nada começa e termina, é sempre contínuo como um rio. Mas sinto que alguma coisa definitiva vai acontecer.” 

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