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Confira como foi o experimento cênico dos estudantes de Teatro Decolonial orientados por Rodolfo García Vázquez

Publicado em: 01/08/2022

 

Foto: Dennys Leite

Na última sexta-feira, 29, a sede Roosevelt da SP Escola de Teatro recebeu uma demonstração exclusiva do trabalho desenvolvido pelos estudantes ao longo do curso de extensão Teatro decolonial – Reflexão e investigação cênica, orientado por Rodolfo García Vázquez. O evento foi um sucesso, reuniu um público que pôde apreciar os projetos artísticos e prestigiar o encerramento da oficina.

O curso foi centrado em um tema de fundamental relevância na atualidade, que é a decolonialidade. O conceito, que foi desenvolvido pelo pesquisadores latino-americanos Anibal Quijano e Walter Mignolo, se manifesta tanto no campo teórico quanto em práticas sociais e culturais, como o teatro. No Brasil, as artes cênicas possuem uma referência predominantemente eurocêntrica, a partir da qual foram desenvolvidas múltiplas técnicas e conceitos do fenômeno teatral.

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Atualmente, o teatro tem questionado tais formas e procurando novas maneiras de se manifestar, gerando um processo de origem autóctone que é fruto de um movimento decolonial ascendente na contemporaneidade. O orientador do curso, Rodolfo García Vázquez, que é co-fundador e coordenador de direção da SP Escola de Teatro, atualmente também empreende uma pesquisa de doutorado na ECA-USP sobre o tema. Nessa conjuntura, o objetivo principal no curso trazer provocações e reflexões, por meio de uma investigação desse novo olhar sobre o fazer teatral e sua potência como expressão artística plena.

Foto: Dennys Leite

Foram 21 encontros, nos quais os estudantes puderam enriquecer seu conhecimento com muitos jogos de improviso e atividades cênicas que trabalharam tal temática. Na última sexta, Rodolfo celebrou os resultados e o reencontro:

“Os estudos de decolonialidade abriram um campo de investigação gigante para mim pessoalmente no teatro. Foi um grande prazer dividir esse processo com pessoas interessadas pelo tema e foram dois meses de intensos debates e descobertas”.




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