Bravíssimo | Cláudio Cavalcanti por Antonio Leão da Silva Neto

Publicado em: 03/10/2013

 

O ator Cláudio Cavalcanti morreu na tarde do último domingo (29), aos 73 anos. Ele foi internado para fazer uma cirurgia na coluna cervical, e teve complicações cardíacas. O ator, que atualmente ocupava o cargo de secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio de Janeiro, estava internado no Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro, desde 17 de setembro.

A seguir, reproduzimos o verbete sobre Cláudio Cavalcanti, criado pelo escritor Antonio Leão da Silva Neto para o livro “Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro”, da Coleção Aplauso, lançado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em 2010 (para ler o livro, na íntegra, clique aqui).

Cláudio Murillo Cavalcanti nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 24 de fevereiro de 1940. Começa sua carreira artística em 1956, no TBC, Teatro Brasileiro de Comédia, sob a orientação de Sérgio Britto e Fábio Sabag. Depois, vai para a TV Tupi, como ator de novelas ao vivo, escritas por Ilza Silveira. Sua primeira novela é “22-2000 cidade aberta”, no papel de Carlinhos. Em 1966 transfere-se para a TV Rio e participa da novela “A mulher que amou demais”, uma adaptação de “Anna Karenina”, que acaba sendo tirada do ar antes do seu término. No ano seguinte, faz sua primeira novela na TV Globo, “Anastácia, a mulher sem destino”. Nessa emissora, participa de muitas outras como “Véu de noiva” (1969), “Irmãos Coragem” (1970), “O feijão e o sonho” (1976), “Maria, Maria” (1978), “Pecado rasgado” (1978), “Pai herói” (1979), “Transas e caretas” (1984), “O salvador da pátria” (1989), “A viagem” (1994) e minisséries, como “Labirinto” (1998) e “Chiquinha Gonzaga” (1999). Sua última novela foi “Roda da vida” (2001), pela TV Record, como Vidal. Estreia no cinema em 1964, no filme “Pluft, o fantasminha”. Atua em muitos outros, como “Memórias de um gigolô” (1970), “Um marido contagiante” (1978) e, mais recentemente, “Menino Maluquinho 2 – a aventura”. Em 2006, retorna aos palcos para atuar na peça “O doente imaginário”, de Molière. Tem cinco livros publicados e como cantor lançou um long play, em 1971. Cumpriu dois mandatos como vereador do Rio de Janeiro, entre 2000 e 2008. Casado desde 1979 com Maria Lúcia Frota, psicóloga e atriz, ambos são vegetarianos e ativistas dos direitos dos animais. O casal tem uma filha, Lúcia Frota, nascida em 1976, filha biológica de Lúcia e criada desde os dois anos por Cláudio.

 

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