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Sala Vange Leonel

Quarenta e Duas

Cena do espetáculo “Quarenta e Duas”. Foto: Cacá Bernardes/Divulgação

Espetáculo da Cia Artehúmus e do Núcleo Tumulto, “Quarenta e Duas” tem texto de Camila Damasceno e direção conjunta de Daniel Ortega e Emerson Rossini. O enredo aborda, de forma onírica, desde temas como a opressão do consumo à busca permanente do gozo como sinônimo de felicidade.

A encenação se dá a partir da perspectiva dos últimos momentos de vida de Robson, um adolescente compulsivo que morre após se masturbar 42 vezes. O mundo particular desse garoto é apresentado com suas idiossincrasias e seus desejos tão comuns quanto absurdos, convidando o público a adentrar nos conflitos de uma geração bombardeada por links, likes e imagens editadas.

Em cena, Cibele Bissoli, Cristiano Sales e Daniel Ortega alternam-se nos vários papeis. Em ritmos de zapping, flashes de memória e imagens da vida de Robson (vivido por Sales e Ortega) vão expondo questões contemporâneas pelo viés desse adolescente. A relação com o pai ausente, as expectativas idealizadas da mãe, a relação com os padrões sociais e religiosos, o peso de ter que se encaixar em regras, os impulsos primários dos desejos e a solidão nas relações virtuais são como quadros que se alternam no subconsciente de Robson, transbordando tudo que lhe oprime, que lhe consome.

O exagero consumista – não só material, mas também humano e psicológico – aparece com dimensões também extremas, em “Quarenta e Duas”: “a metáfora está nas mutilações presentes na encenação, apontando o quanto nos automutilamos diante do mundo, pois o autoconsumo é uma ferramenta para sobrevivermos”, argumenta Rossini.

Para trazer ao palco as reflexões levantadas no texto, os diretores fazem uso da linguagem da performatividade ao abordar o universo onírico que conduz a trajetória da personagem. A encenação não se propõe a responder as questões, mas ressaltar a relevância dos temas no contexto atual, quando a agilidade da informação e o descarte humano ocupam lugar de destaque no frenesi urbano. A distorção do tempo e a sobreposição de símbolos permitem que o espectador amplie sua percepção diante da cena e da poesia nesses momentos finais de Robson.

Ficha técnica:
Dramaturgia: Camila Damasceno | Direção: Daniel Ortega e Emerson Rossini |Elenco: Cibele Bissoli, Cristiano Sales e Daniel Ortega | Criação e operação de luz: Thatiana Moraes | Sonoplastia: Vinícius Árabe Penna | Figurinos: Álvaro Franco | Cenário e adereços: Álvaro Franco e Daniel Ortega | Identidade visual: Gustavo Oliveira | Fotografia: Cacá Bernardes | Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação | Produção: Cia Artehúmus | Realização: Cia Artehúmus e Núcleo Tumulto

No Não Longe

Com ambientação claustrofóbica, monólogo No Não Longe é estrelado pela atriz Natalía Moço. Foto: Josemar Gouveia/Divulgação

É borrando a fronteira entre palco e plateia que a Crua Cia. busca refletir sobre os limites do homem em “No Não Longe”. Estrelado pela atriz Natalía Moço, o monólogo procura dialogar com o público de maneira diferente, fugindo do espaço tradicional de um teatro.

Com sessões de sexta a segunda até 14 de maio, a peça fica em cartaz na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria da Cultura do Estado.

Em uma ambientação escura e claustrofóbica, Natalía Moço interpreta dois personagens ao mesmo tempo. Homem e bicho recontam uma história de amor que se transformou em tragédia, questionando as memórias do coronel que se apaixonou por uma menina com cheiro de pitanga.

A ideia, segundo o diretor e dramaturgo Alexandre Leal, é que o público se sinta dentro da própria montagem. Sentidos e sensações são potencializados pela encenação simples e sombria, com uma luz rasteira que confunde os limites entre cenário e plateia. Colocando em cheque o espaço físico, “No Não Longe” procurar questionar os limites do próprio homem.

Ficha técnica:
Texto e direção: Alexandre Leal | Atuação: Natalía Moço | Assistente de direção: Gabriel Coutini | Iluminação: Giba Freitas | Cenografia e Figurinos: Natalía Moço e Alexandre Leal | Trilha sonora original: Andrei Furlan e Ulysses Neto | Programação Visual: Felipe Leal | Fotos: Josemar Gouveia | Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco | Produção: Crua Cia. | Produção executiva e audiovisual: Central SP Produções



Sala Alberto Guzik

A Decadência dos Seres não Abstratos

Espetáculo que questiona os limites entre o concreto e o alegórico. É um cruzamento do teatro com as artes visuais, construído a partir de dois textos do livro “O Esteticismo Niilista do Número Imaginário” (É Realizações, 2013), de Marcio Aquiles, em que numa sala, um debate entre a Arte, a Matemática, a Filosofia, o Espaço e o Tempo, que surgem como personagens em luta com os humanos pela autonomia e existência de cada um deles. Em paralelo, uma artista plástica em crise criativa levanta questões sobre a angústia da existência.

A trajetória do espetáculo começa em maio de 2019, quando foi apresentado no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (Fitei), em Porto, Portugal, com elenco português. Após isso o espetáculo foi apresentado no festival Satyrianas 2019, em São Paulo, dessa vez com elenco brasileiro. E agora, cumpre temporada na SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt, de 17 de janeiro a 17 de fevereiro, com apresentações sextas, às 21h, sábados e domingos, às 19h, e segunda, às 21h. Vendas online AQUI

No sábado (8/2), o dramaturgo Marcio Aquiles, o diretor Higor Lemo e o convidado Antonio Duran (dramaturgista do Teatro da Vertigem) batem um papo com os convidados logo após a peça.

Ficha Técnica

Texto: Marcio Aquiles | Direção: Luisa Pinto e Higor Lemo | Elenco: Carla Roeher, Fabiana Costa, Gabriela Fazuna, Higor Lemo, Marcelo Affonso, Matheus Rommaní, Nadia Verdun, Tom Paranhos e Vivi Mori | Concepção de luz: Bruno Santos | Operação de luz: Helder Parra | Projeções: Jeff Medeiros | Assessoria de Imprensa: Marcio Aquiles | Ilustração: Renata Bonvino | Bilheteria: Paula Barros | Produção: Vivi Mori | Produção Executiva: Higor Lemo | Apoio: HJ Produções | Apoio cultural: Luna Di Capri, Planeta´s, Piolin e Frando Com Tudo | Foto: Izabelle Lisboa/Coletivo Fotomix

Mostra de Teatro de Objetos: Poéticas do Feminino – SUSPENSO

*** TEMPORADA SUSPENSA DEVIDO ÀS MEDIDAS DE PREVENÇÃO DO CORONAVÍRUS ***

 

Organizada pelos grupos de teatro Clã- Estúdio das Artes Cômicas, Histórias e Objetos, Grupo Caleidoscópio e pela atriz Liz Moura, a Mostra de Teatro de Objetos: Poéticas do Feminino reúne montagens teatrais nas quais objetos são transformados em atrizes e atores.

A programação começa no dia 4 e vai até 23 de março, com debates, aula-espetáculo e apresentações teatrais, na sala Alberto Guzik, na unidade Roosevelt da Escola.

Todas as histórias apresentadas no evento abordam questões relacionadas ao feminino, a partir de várias vozes – incluindo a perspectiva de um homem que questiona o seu papel na sociedade patriarcal.

Nos dias 4 e 11 de março, as atividades são gratuitas. Para as demais, os ingressos variam de R$ 15 a R$ 30 (meia), à venda na bilheteria da SP Escola de Teatro (somente no dia) e também na internet.

Confira a programação:

>> ATIVIDADES FORMATIVAS

Aula-espetáculo sobre teatro de objetos
Através da apresentação de fragmentos de cenas protagonizados pelos artistas dos grupos, será abordado o contexto histórico e artístico cuja esta linguagem se configurou dentro do universo do teatro de formas animadas. Demonstrar-se-á algumas características que norteiam a parceria, protagonismo e o papel do ator frente aos objetos na construção de cenas. Com Lilian Guerra, Kelly Orasi e João Bresser.
Quando: 4/3, às 19h30
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: Entrada gratuita

Debate: O teatro de objetos e o processo de criação
Integrantes dos grupos que participam do evento discutem sobre os pontos desafiadores para o ao artista do teatro de objeto.Convidados: Cida Almeida (Clã – Estúdio das Artes Cômicas), Kelly Orasi (História e Objetos), João Bresser (Grupo Caleidoscópio), Liz Moura e Sandra Vargas (Grupo Sobrevento). Mediação: Lilian Guerra
Quando: 11/3, às 19h30
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: Entrada gratuita

 

>> ESPETÁCULOS

“Mulheres” (foto)
Inspirado no livro “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés. Em uma casa, duas mulheres e objetos do ritual cotidiano feminino criam um acordo íntimo com a plateia. Ao vasculharem baús, malas e gavetas, lembranças e sentimentos vêm à tona através de histórias que representam os vários ciclos da alma feminina, sobre os mitos e arquétipos da mulher selvagem.
Com Kelly Orasi e Lilian Guerra. Direção: Sandra Vargas
Quando: De 6 a 9/3. Sex. e seg., às 21h; sáb. e dom., às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia)

“Museu das Pequenas Coisas”
Narra a trajetória de uma mulher que busca no cais o refúgio para um conflito e vê, no oceano que se abre à sua frente, a possibilidade de um horizonte salvador. Com uma mala baú, que abriga seus objetos e memórias, ela espera o resgate e se vê diante da necessidade de escolher o que levar consigo e o que deixar para trás.
Com Lilian Guerra. Direção de Cida Almeida
Quando: De 13 a 16/3. Sex. e seg., às 21h; sáb. e dom., às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia)

 

>> ABERTURA DE PROCESSO
Espetáculos em fase de desenvolvimento.

“Do Jeito Certo – Um Ato sobre Amor”
Um homem está preparando uma refeição com utensílios de cozinha e muitas frutas, enquanto espera a chegada de uma pessoa. Com muita sutileza, o texto e a utilização dos objetos criam metáforas entre as receitas e as experiências afetivas do personagem submersas no mundo contemporâneo onde o amor é líquido. A cada receita ele faz uma reflexão sobre a construção do sujeito masculino e que todos consideram “do jeito certo” a ele se revela questionável.
Com João Bresser. Direção de Lilian Guerra
Quando: 20 e 21/3, às 21h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 15 (preço único)

“A Pequena Costureira”
Em seu ateliê, uma costureira relembra suas memórias afetivas para criar um universo mágico no qual os objetos de costura expressam os seus mais íntimos sentimentos. Ela vai nos revelando com o manusear das peças seus desejos e sonhos, construindo a percepção sobre si mesma.
Com Liz Moura, sob a orientação de Sandra Vargas.
Quando: 22/3, às 19h, e 23/3, às 19h
Onde: Sala Alberto Guzik – unidade Roosevelt
Quanto: R$ 15 (preço único)

 



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Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

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