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Publicado em: 28/02/2018

Saíram do forno, este ano, a segunda e a terceira edição de A[L]BERTO, a Revista da SP Escola de Teatro. Preocupada em abrir um espaço de debate para a cena teatral contemporânea, a publicação tem tiragem de quatro mil exemplares e edição de Silvana Garcia. O segundo número abordou, em seu bloco temático, o papel do dramaturgo no teatro de hoje e como a dramaturgia se faz na atualidade, numa mesa de discussão que reuniu Aimar LabakiIvam CabralLuís Alberto de Abreu e Maria Shu, sob mediação de Marici Salomão.

 

A publicação ainda trouxe ensaios de J.C. Serroni sobre a cenografia e de Mônica Monteiro, que faz uma reflexão a respeito do papel da palavra e da voz na construção material da cena. Joaquim Gama, coordenador pedagógico da Instituição e os pesquisadores Nanci Fernandes e José A. Sánchez, entre outros, também assinam textos desta edição.

E, pra fechar o ano, no dia 18, surge a terceira edição da revista A[L]BERTO, lançada na Sede da Roosevelt. Neste número, entre outros, temos os textos “Dramaturgia da Luz, um Conceito Operístico”, por Caetano Vilela; “SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco: Uma Experiência Libertária”, por Ivam Cabral; e “A Primeira Geração de Dramaturgos Modernos e a Invenção da Telenovela Brasileira”, por Aimar Labaki.

Batizado com o primeiro nome do professor, crítico, dramaturgo, diretor e ator Alberto Guzik, o periódico nasceu em dezembro de 2011, com a perspectiva do confronto de ideias próprio do artista que, nas palavras do diretor executivo da SP Escola de Teatro, o ator Ivam Cabral, não temia o risco e possuía uma visão plural sobre a vida e a arte. A versatilidade e a abertura de Alberto Guzik inspiraram a publicação que traz, desde a opção gráfica do título, o conceito do convívio entre pontos de vista diversos.

“A revista é a realização de um grande projeto, ainda mais sabendo que publicações teatrais são raras na história do Brasil. Também nos deixa felizes lembrar de Alberto Guzik  (1944-2010), que foi mais do que um inspirador, pois fez o caminho inverso: veio do pensamento e da crítica para a prática, com um olhar muito sólido e conhecimento profundo”, afirma Ivam Cabral.