Do sonho à realidade

Publicado em: 28/02/2018

“Se eu soubesse que era impossível, não teria feito.” Com a frase de Jean Cocteau, Ivam Cabral, diretor-executivo da SP Escola de Teatro, observa que a Instituição nasceu como um sonho. “No momento em que começamos a pensar num modelo de escola, tudo era muito idealizado, imaginávamos um modelo de pedagogia que não existia em nenhuma parte do mundo. Quando falávamos no Programa Kairós, que distribui Bolsas-Oportunidades, aquilo parecia uma loucura”, diz. “A Escola começou a funcionar e, pouco depois, um aprendiz fazia a iluminação de uma peça no Theatro Municipal de São Paulo, outro ia trabalhar no Teatro Alfa, e ainda houve um grupo que foi fazer a iluminação da Bienal de Artes de São Paulo.

Depois, o texto de um aprendiz foi encenado pela companhia Noir. Isso nos mostrou que estávamos no caminho pretendido”, diz Ivam.

“Nosso Conselho foi escolhido a dedo. Nas primeiras discussões sobre o projeto da Escola, um dos pontos fundamentais era que queríamos um Conselho múltiplo, dinâmico, plural, e até isso conseguimos”, lembra.