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Veja como foi o terceiro dia do Festival Satyrianas 2023

Publicado em: 14/10/2023 |

Carandiru, peça realizada pelo Coletivo Alumiar, durante as Satyrianas 2023. | Foto: Ethieny Karen/Adaap

Neste sábado (14), a SP Escola de Teatro se tornou um vibrante palco para uma variedade de talentosos artistas que se apresentaram diante de um entusiasmado público, marcando o terceiro dia da 24ª edição do Festival Satyrianas, o maior evento teatral da cidade que atrai milhares de artistas e espectadores, proporcionando quatro dias ininterruptos de celebração da arte, cultura e festividades.

A edição deste ano das Satyrianas trouxe o inspirador tema “Re_existir no Zé-Fênix”, uma homenagem a Zé Celso Martinez Corrêa, um ícone do teatro brasileiro que nos deixou em julho deste ano. Sua memória é honrada não apenas por meio das apresentações, mas também por uma exposição em exibição no hall da SP Escola de Teatro até domingo, dia 15.

No terceiro dia do evento na Escola, diversas apresentações surpreenderam e encantaram o público. Algumas delas incluíram:

TODOS OS MUSICAIS QUE NUNCA FIZ

Marília Lourenço, não Maria, nem Marisa, apresentou o monólogo musical no qual interpreta uma atriz que está constantemente fazendo testes e sendo rejeitada. Com um tom divertido e crítico, a peça dirigida por Gustavo Klein divertiu e encantou o público.

Sindelar no Divã do Dr. Freud

Por quase duas décadas, dois notáveis residentes de Viena compartilharam a fama de formas diferentes: um foi o maior craque da história do futebol austríaco, Matthias Sindelar, e o outro o pai da Psicanálise, Sigmund Freud. Além de viverem na mesma cidade, nasceram na mesma região e tiveram desafios semelhantes, como a xenofobia. Nesta peça, Ariel Moshe (Dr. Freud) e Victor Garbossa (Matthias Sindelar) deram vida a essas icônicas figuras enquanto debatiam temas como o antissemitismo e o nazismo.

Carandiru

O coletivo Alumiar transformou a sala Hilda Hist em um presídio para contar a história do Massacre do Carandiru. Misturando o Teatro Épico e Expressionista, a montagem mostrou o sofrimento das mães dos presos e o dia a dia vivido pelos 111 detentos mortos na tragédia.




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