Novo edital da Prefeitura de BH oferece prêmio de mais de R$20.000 para coletivos circenses

Foto: Divulgação

Estão abertas até esta quarta-feira (10), as inscrições para o Edital de Premiação Cultural – Circo – Lei Aldir Blanc. O projeto é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura. Serão gratificadas trajetórias artísticas ligadas ao circo tradicional de lona e artistas circenses que tenham prestado relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural da cidade de Belo Horizonte. Podem se inscrever pelo Portal da Prefeitura pessoas físicas com mais de 18 anos e coletivos, grupos e pessoas jurídicas de caráter cultural.

Serão repassados 267 mil reais do Fundo Nacional de Cultura e remanescentes dos recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc recebidos em 2020. O edital possui duas categorias a de “Circos tradicionais de lona itinerante”, que irá premiar até 10 trajetórias com o valor de R$21.800 cada uma; e a categoria “Artistas Circenses”, na qual serão premiados até 7 artistas ou duplas no valor de R$7.000. O objetivo do projeto é reconhecer e bonificar inciativas culturais que visem a valorização e fortalecimento dessa tradição e das famílias tradicionais circenses, assim como promover e valorizar artistas circenses de rua, do circo tradicional ou contemporâneo.

Segundo a secretária Municipal de Cultura Fabíola Moulin, diante da situação de exceção e impacto causada pela pandemia do COVID-19, observou-se a necessidade que reforçar o apoio a artistas e coletivos circenses.

“Ao longo desse período, observamos a necessidade de apoiar profissionais que se encontram em maior situação de vulnerabilidade e que têm maiores desafios em acessar os recursos tradicionais de fomento à Cultura, como é o caso dos profissionais do circo. Por isso, esse edital com foco nos artistas e coletivos circenses destinará esse recurso emergencial importante para esta categoria, reconhecendo a importância desses artistas e buscando contribuir para a sobrevivência e retomada do setor” assinala Fabíola.

A continuidade das políticas públicas de fomento à arte é prioridade em Belo Horizonte, essa vêm realizando um esforço em prol da retomada cultural, garantindo a continuidade de políticas públicas que fortalecem o setor. Ela foi uma das primeiras capitais do país a concluir a implementação da Lei Aldir Blanc, a qual beneficiou 626 espaços culturais e artísticos da cidade, além de 631 profissionais da cultura, agentes culturais e coletivos artísticos – com a estimativa de impacto direto de 1.350 pessoas somente por meio de editais.




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