Primeiro semestre da SP Escola de Teatro tem início com cerimônia e convidados especiais

Publicado em: 17/02/2018

Aprendizes ingressantes participaram de tradicional ritual de iniciação da SP Escola de Teatro. Foto: Bruno Galvíncio/SP Escola de Teatro

JONAS LÍRIO

O primeiro dia letivo do ano na SP Escola de Teatro foi agitado. Além da recepção aos novos aprendizes com o tradicional ritual do pão, o sábado (17) foi marcado pela presença da atriz Elisa Lucinda, que conversou com aprendizes ingressantes e veteranos sobre sua carreira. O dia se encerrou com uma apresentação musical do coletivo Odara Negrada.

Diretor executivo da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral deu início às celebrações do dia com as boas vindas aos 102 novos aprendizes dos cursos regulares da Instituição e apresentou os coordenadores, formadores e colaboradores da Escola.

“Hoje é um dia muito especial e cheio de expectativas para vocês, aprendizes, mas é especial também para todos nós daqui. Como convidados a mergulhar em uma grande experiência de educação com a gente, vocês trazem novos olhares para o trabalho desenvolvido na Escola. E, pra mim, esse papel é essencial, porque só saindo de um lugar confortável em que nos acomodamos é que é possível crescer”, disse Cabral.

No bate-papo com aprendizes, a atriz Elisa Lucinda contou sobre sua carreira e sua experiência nas artes cênicas. Foto: Jonas Lírio/SP Escola de Teatro

Convidados
Depois de uma pausa para o almoço, aprendizes, formadores e colaboradores se reuniram com a atriz Elisa Lucinda, que contou sobre sua carreira – ela trabalhava como repórter quando decidiu se dedicar às artes cênicas. Além de atriz e jornalista, ela também é poetisa, escritora e cantora.

Para Elisa, faz parte de sua profissão se reinventar diariamente. “Quando falo com vocês, falo só como a Elisa de hoje. É preciso revisitar com um olhar novo tudo que a gente já conhece,” disse. “Portanto, experimentem, ousem. Para ser artista, não é preciso nada além de se conhecer”.

A atriz ressaltou também o poder da palavra, tanto escrita quanto falada e cantada. Segundo ela, quando bem entregue, a palavra tem o poder de acessar e se conectar com o público. “É por isso que ninguém consegue impedir a arte de existir,” explicou Elisa.

Para encerrar as atividades do dia, o coletivo Odara Negrada apresentou um show com canções afro-brasileiras em português e em iorubá, executadas ao som das batidas da alfaia e do batá.

O coletivo Odara Negrada busca, através de uma cultura de resistência, ocupação, e valorização da vertente afro no Brasil, difundir a música negra no País. Foto: Jonas Lírio/SP Escola de Teatro




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