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O palco como vocação

Publicado em: 25/05/2010

Entre os dias 19 e 20 de abril, o Governo do Estado de São Paulo esteve presente na 4ª Feira de Profissões e Mercado, de Ribeirão Preto, apresentando os projetos SP Escola de Teatro, Escolas Técnicas (Etecs), Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e Emprega São Paulo. Realizado no Centro de Eventos Taiwan, o evento recebeu 113 caravanas de 34 cidades da região, totalizando oito mil visitas nos dois dias de atividade. Trata-se da maior feira de profissões do interior paulista, que reúne, em um só espaço, as principais instituições de ensino superior e técnico.

 

Para muitos, a SP Escola de Teatro foi uma grande descoberta. “Estou muito empolgada. Não sabia que existia uma Instituição assim em São Paulo. Quero ser aluna da próxima turma”, afirma a estudante Giovanna Andrade.

 

Beto Bellini, que às vezes é confundido com o ator de mesmo nome,  é também ator e um dos fundadores do grupo Os Rabugentos, de Sertãozinho, que sempre acompanhou de perto a vida teatral dos artistas que compõem a SP Escola de Teatro, mostrou que o projeto é muito bem visto no interior paulista. “Produzi por vários anos a Mostra de Teatro de Sertãozinho. Sei que esses profissionais das artes do palco só conseguiram essa conquista porque sempre trabalharam muito e acreditaram na força transformadora do teatro.

Comemoramos juntos, de forma democrática, e novas oportunidades de qualificação são criadas”, aponta.

 

As amigas Lorena Ribeiro e Cláudia Pedroso moram em Jaboticabal e, após conhecerem o projeto, pretendem prestar o próximo processo seletivo para ingressar na Instituição. “Achei muito interessante tantos cursos nas áreas de teatro. Imagino que estudar em um lugar assim deve fortalecer uma visão mais ampla e crítica do fazer teatral”, afirma Ribeiro.

 

O grande objetivo do evento é orientar a vida profissional dos estudantes e ajudar na decisão de cada um.

 

“Teatro sempre foi a minha paixão. Agora, conhecendo uma Instituição como essa, vejo como o teatro pode ser realmente levado a sério”, conclui Bianca Baltazar, de Ribeirão Preto.

 

Texto e Fotos: Lucas Arantes