Formadora da SP Escola de Teatro, Telumi Hellen é indicada ao 29º Prêmio Shell

Publicado em: 19/07/2016

Telumi Hellen. Foto: André Stefano
 
A organização do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, considerado dos mais importantes do país, divulgou na segunda-feira (18) os indicados para as nove categorias de sua 29ª edição. Entre os finalistas está Telumi Hellen, formadora do Curso Regular de Cenografia e Figurino da SP Escola de Teatro, indicada na categoria de “Cenário” por seu trabalho em “Dezuó, Breviário das Águas”, do Núcleo Macabéa. 
 
O espetáculo, que estreou em maio na Casa Livre, narra a trajetória do menino Dezuó, que mora em uma comunidade ribeirinha, às margens do Rio Tapajós, no Pará. Quando a vila deixa de existir, o protagonista segue em direção à cidade e conhece realidades bem diferentes da sua.
 
Cena de “Dezuó, Breviário das Águas”. Foto: Cacá Bernardes
 
Telumi disputa o título com Daniela Thomas e Felipe Tassara, que assinam a cenografia da peça “A Tragédia Latino-Americana”, de Felipe Hirsch, indicada para outros dois quesitos – “Direção” e “Música”. Rudinei Borges, o dramaturgo de “Dezuó”, concorre na categoria de “Autor” contra Leandro Cortez, pelo texto “Sala dos Professores”.
 
Iniciada nas artes plásticas desde 15 anos, Telumi é formada em Educação Artística pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com pós-graduação em Processo de Criação Artística com o Desenvolvimento para a Psicologia da Arte. Ela integrou o Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado pelo diretor Antunes Filho, sempre em parceria com o cenógrafo J.C. Serroni. 
 
A cenógrafa participou cinco vezes da Quadrienal de Praga e tem seus projetos de figurinos para teatro publicados no livro “Vestindo os Nus”, de Rosane Muniz. Além disso, ganhou os prêmios da APCA, FEMSA, Coca-cola e APETESP.
 
O júri do 29º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo é composto pelos críticos Carlos Colabone, Evaristo Martins de Azevedo, Lucia Camargo (coordenadora dos Projetos Especiais da SP Escola de Teatro), Luiz Amorim e Renata Melo. Os vencedores recebem uma escultura feita pelo artista plástico Domenico Calabroni e a quantia de R$8 mil.
 
Confira abaixo os demais indicados do primeiro semestre de 2016 ao “29º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo”:
 
Autor
Leando Cortez, por “Sala dos professores”
Rudinei Borges, por “Dezuó, breviário das águas” 
 
Direção
Felipe Hirsh, por “A tragédia latino-americana”
Marco Antônio Pâmio, por “Playground”
 
Ator
Mateus Monteiro, por “Playground”
Pedro Vieira, por “Eu tenho tudo”
 
Atriz
Miriam Mehler, por “Fora do mundo”
Regiane Alves, por “Para tão longo amor”
 
Cenário
Daniela Thomas e Felipe Tassara, por “A Tragédia latino-americana”
Telumi Hellen, por “Dezuó, breviário das águas” 
 
Figurino
Gabriel Villela, por “Rainhas do Orinoco”
Márcio Medina, por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
 
Iluminação
Aline Santine, por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
Caetano Vilela, por “As benevolentes”
 
Música
Arthur de Faria, por “A Tragédia latino-americana”
Dr. Morris, por “Cabras – cabeças que voam, cabeças que rolam”
 
Inovação
Centro Cultural São Paulo pelo estímulo à experimentação de novas formas cênicas, dramatúrgicas e de produção por meio do projeto “Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos”.
 



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