Contagem Regressiva

Publicado em: 25/10/2011

Falta apenas uma semana para as apresentações do Experimento, período em que os aprendizes da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco colocam em prática tudo o que aprenderam até agora, se integrando a vários grupos para compartilhar e estruturar processos de criação, tendo como fio condutor, no Módulo Amarelo (matutino), tudo o que se refere a narratividade e teatro épico.
 

Divididos em oito grupos, os aprendizes se prepararam com afinco para esse exercício, e, agora, estão em um período de concentração, investigação artística e ritmo acelerado para apresentar, na sede da Escola, entre os dias 8 e 12 de novembro, espetáculos inspirados no livro “Viva o Povo Brasileiro”, de João Ubaldo Ribeiro.
 

Desde o começo de setembro, estes aprendizes se focaram no trabalho com seus núcleos do Experimento, formados por uma mistura de aprendizes de  todos os Cursos Regulares. Cada um desses núcleos tem um formador ou um artista residente como orientador, com o papel de acompanhar as ações artísticas do grupo, buscando discutir e sugerir propostas que possibilitem que o núcleo desenvolva seu trabalho. 
 

Joaquim Gama, coordenador pedagógico da Instituição, revela que, nesse sentido, o orientador do núcleo tem um papel importantíssimo, porque cabe a ele a mediação dos conflitos, a mobilização das diversas áreas da Escola para o trabalho e, fundamentalmente, deve agir como um propositor de ações artístico-pedagógicas dentro do núcleo. Ou seja, o orientador não é um mero espectador do processo, mas também um articulador do Experimento junto aos aprendizes.

 

 

Texto: Renata Forato