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Sala Vange Leonel

Zoológico Humano

No futuro, a política de extermínio da população negra alcançará seu maior êxito: restará, apenas, uma mulher negra e um homem negro no mundo. Por serem raros, eles serão mantidos em um jardim zoológico, presos na mesma jaula para que reproduzam e, dessa forma, não sejam totalmente extintos – afinal, a total inexistência de negros representa um risco para os brancos, a partir de qual corpo (fenótipo) construirão a auto-imagem da diferença?
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É essa situação limite que a peça “Zoológico Humano”, criada por estudantes da SP Escola de Teatro desenvolve. Hutu, mulher negra, presa em uma jaula, teve sua ascendência dizimada e se encontra totalmente esgotada, incapaz de desenvolver alguma perspectiva diferente para si. Tutsi, homem negro, acabou de ser capturado e jogado na jaula de Hutu, recusa-se a vivenciar a situação desumana na qual é posto. O encontro dessas duas formas de enfrentar o poder gera questionamentos e transformações em ambos.

Ficha técnica

Direção: Gustavo Amaral | Atuação: Carla Silveira, Robinson Rogério | Sonoplastia: André Andrade, Bruna Laleska | Iluminação: Giulia Valentim | Dramaturgia: Robinson Rogério | Coletivo Não é Safari.

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Onde: Sala Vange Leonel. Unidade Roosevelt (Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação.

Quando: Sábados, às 20h. Dias 2, 9, 23 e 30 de novembro.

Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos



Sala Alberto Guzik

Bertoleza

A Cia. acredita que agora é o momento de Bertoleza. É a afirmação da descolonização do pensamento ao adaptar musicalmente uma obra clássica do naturalismo brasileiro, como “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, e ao dar voz e luz à vida de mulheres negras cujo feitos foram negligenciados pela história nacional.

Para a Gargarejo, abrir o processo de Bertoleza se faz necessário para caminharmos à conclusão do projeto e uma consequente temporada do espetáculo. É importante, para a Cia., o debate com o público para levantar questões necessárias para a construção do material cênico e dramatúrgico, trazendo à criação um movimento de retroalimentação.

Ficha Técnica

Direção e adaptação: Anderson Claudir | Direção musical: Eric Jorge | Dramaturgismo: Le Tícia Conde | Coreografia: Emílio Rogê | Assistente de coreografia: Taciana Bastos | Preparação Vocal: Juliana Manczyk | Cenografia e figurino: Daniela Oliveira | Assistente de figurino: Gabriela Moreira | Iluminação: Andressa Pacheco | Operadora de luz: Stella Politti | Produção: Andréia Manczyk | Assistência de produção: Marina Pinho | Elenco: Luana Costa, Eduardo Silva, Ananza Macedo, Cainã Naira, Palomaris Mathias, Taciana Bastos, Bruno Silvério, David Santoza, Gabriel Gameiro, Matheus França e Welton Santos.

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Onde: Sala Alberto Guzik – Unidade Roosevelt – Praça Roosevelt, 210, Consolação. São Paulo – SP

Quando: 19 de novembro, terça-feira, às 21h

Quanto: Pague quanto puder

Duração: 90 minutos

Quantidade de lugares: 60 lugares

Classificação: 12 anos

Projeto Terra Pátria

Um homem se apresenta para dar início a sua palestra. Alguém que preza pela “segurança pública”, não se sabe exatamente quem. Sabe-se apenas que tudo o que restou é esse momento em que ele tem a palavra. Ele quis muito que chegasse para dizer algo que valha a pena. Ele começa sua apresentação e durante a palestra seus discursos começam a se deslocar.

Esse corpo de partida é invadido por outras figuras presentes no cenário urbano que precisam falar através dele, a violência cotidiana da cidade manifesta-se. Um corpo que transborda discursos e experiências se transfigura em um corpo-cidade. Um corpo que precisa falar-gritar-dançar, que não cabe mais em si, que quis tanto que esse momento chegasse para tentar dizer qualquer coisa.

“Projeto Terra Pátria” fica em cartaz na unidade Roosevelt, sala Alberto Guzik, de 8 a 11 e 22 a 25 de novembro, sex., sáb. e seg., às 21h; dom., às 19h.

Ficha técnica

Argumento: Cássio Rothschild | Direção: Vivian Valente | Dramaturgia: Bruno Canabarro | Atuação: Cássio Rothschild | Produção: Cássio Rothschild e Vivian Valente | Desenho de luz: Pedrinho Augusto | Figurino e cenário: Cássio Rothschild e Vivian Valente | Audiovisual: Cássio Rothschild e Vivian Valente | Fotografia: Danilo Martins Yoshioka.

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Onde: Sala Alberto Guzik. Unidade Roosevelt (Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação.

Quando: Sex., sáb. e seg., às 21h; dom., às 19h. De 8 a 11 e 22 a 25 de novembro.

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)

Duração: 55 minutos

Classificação: 16 anos



Sala Antonio Pompêo

Guerra à la Carte

No próximo sábado (23), a sede Roosevelt da SP Escola de Teatro recebe a leitura dramática do texto “Guerra à la Carte”, do Grupo Durame.  A atividade, gratuita, acontece às 18h.

Em “Guerra À La Carte” ou “Canhões do Paradigma”, a partir de uma visita insólita, acontece o encontro de pessoas que se relacionam na ambivalência da gentileza e da crueldade em plena guerra. Enquanto ceiam o almoço de domingo animadamente entre destroços e bombardeios, eles notam a presença de um soldado: um inimigo potencial.

Adaptado da obra original “Piquenique no Front” de Fernando Arrabal, considerado um dos mestres do teatro do absurdo, nos coloca em jogo com os horrores da guerra, a opressão dos superiores e a banalização do ser humano.

A leitura é seguida de um bate-papo sobre teatro do absurdo.

Ficha técnica

Elenco: Bruno Henrique, Cadu Leite, Raul Negreiros e Samara Pereira | Roteiro e Direção: Carlla Juliano. | Ator convidado para a leitura: Ulisses Sakurai | Visagismo: Stephanie Bergmann | Iluminação: Carmine D’Amore | Revisão de roteiro: Breno Manfredini. | Arte gráfica: Raftuca, Raul Negreiros e Renata Mendes. | Foto: Gustavo Falqueiro.

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Onde: Sala Antônio Pompeo. Unidade Roosevelt (Praça Franklin Roosevelt, 210)

Quando: 23 de novembro, sábado, às 18h

Quanto: Entrada gratuita

Duração: 75 minutos

Classificação: 14 anos



Sala Hilda Hilst

Ela Entre Nós

foto: Victor Iemini

A comédia dirigida pelo uruguaio Mauro Baptista Vedia narra uma experiência inusitada e transcendental de uma mulher comum que mora sozinha, o que a obriga a se confrontar com uma série de questões sobre a vida vivida até ali. Enquanto toma um relaxante banho de espuma, Simone acidentalmente derruba o secador de cabelos na banheira e toma um choque que a deixa em estado terminal. Nesse exato instante, a alma da protagonista ganha voz, vida e personalidade próprias e completamente diferentes do que foi a sua dona.

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Ficha técnica

Dramaturgia: criação coletiva livremente inspirada na obra “De Alma Lavada”, de Sergio Roveri | Direção artística e musical: Mauro Baptista Vedia | Diretor assistente: Bruno Kott | Elenco: Juliana Ferreira, Luciana Severi e Felipe de Paula | Preparação vocal: Luciana Severi | Cenografia e design: Juliana Ferreira | Figurino: Bianca Scorza, Juliana Ferreira e Luciana Severi | Visagismo: Paulette Pink | Iluminação: Paloma Dantas | Produtora executiva: Milena Castro | Produção geral: Juliana Ferreira | Fotografias: Victor Iemini | Assessoria de imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática | Realização: Cia. Caju Azul.

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Onde: Sala Hilda Hilst . Unidade Roosevelt (Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação

Quando: Sex., sáb. e seg., às 21h; dom., às 19h. De 18 de outubro a 25 de novembro

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

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