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Será a terceira oficina ministrada gratuitamente pelo grupo Garagem 21 na SP Escola Superior de Teatro, a primeiro depois da mudança para curso superior. Pretende-se aprofundar as trocas realizadas nas oficinas anteriores com a SP, instituição em que trabalham o cenógrafo e a figurinista das montagens dirigidas por Cesar Ribeiro, respectivamente J. C. Serroni e Telumi Hellen.

Quando: 19, 20, 26, 27 e 28 de outubro de 2026.
Dias: Segundas, terças e quarta-feira (28) das 19h30 às 22h30.
Local: Unidade Roosevelt.

Objetivo: Trabalhar técnicas contemporâneas de atuação a partir das montagens Projeto Clarice, Projeto Wislawa e Infância Roubada, dirigidas por Cesar Ribeiro e com atuação, entre outras, de Clara Carvalho e Mariana Muniz. Infância Roubada é projeto em processo, com estreia em janeiro de 2027 e circulação por 13 capitais do Brasil, com patrocínio da Petrobras.

Orientadores: Cesar Ribeiro, Clara Carvalho e Mariana Muniz.

Cesar Ribeiro é ator formado pelo Indac. Foi artista orientador na SP Escola de Teatro. Foi professor de Montagem e Interpretação no Indac. Como diretor teatral, obteve reconhecimentos como: seleção no edital Seleções Públicas Culturais da Petrobras de 2024, com “Infância roubada”, com estreia prevista para o segundo semestre de 2026; seleção na Pnab de Circulação de 2025, com “Projeto Clarice”; seleção na Pnab de circulação de 2025, com “Dias felizes”, seleção no Viagem Teatral do Sesi de 2025, com “Projeto Clarice”; seleção no Viagem Teatral do Sesi de 2025, com “Trilogia Kafka”; seleção no Viagem Teatral do Sesi de 2025, com “Dias felizes”; seleção no Território Sesi de 2026, com “Projeto Clarice”; seleção no Território Sesi de 2026, com “Dias felizes”; seleção na PNAB 60+ com “Projeto Wislawa”; seleção na PNAB de Fomento à Economia Criativa de 2024 com “Projeto Clarice”; seleção na PNAB de Inéditos de 2024 com “Trilogia Kafka”; seleção na Lei Paulo Gustavo de manutenção de atividades do estado de São Paulo de 2023 com “Prontuário 12.528”; seleção no edital ProAC de produção de 2022 e contratação pelo SESC SP com “Dias e noites de amor e de guerra”; seleção no Prêmio Funarte de Estímulo ao Teatro 2022, na Lei Paulo Gustavo de difusão cultural do estado de São Paulo, no edital de seleção da Caixa Cultural 2023-2024 e indicação de Lavínia Pannunzio ao APCA de Melhor Atriz com “Dias felizes”; seleção no Prêmio Zé Renato de produção do segundo semestre de 2019, no Prêmio Zé Renato de circulação do primeirosemestre de 2022 e no ProAC de circulação de 2022 com “O arquiteto e o imperador da Assíria”; seleção no Edital ProAC de Circulação 2017 e indicação ao Prêmio Shell de Figurino para Telumi Hellen com “Esperando Godot”. Dirigiu e realizou a trilha sonora de “Projeto Clarice”, “Trilogia Kafka”, “Prontuário 12.528”, “Dias e noites de amor e de guerra”, de Eduardo Galeano, “Dias felizes”, de Samuel Beckett, “O arquiteto e o imperador da Assíria”, de Fernando Arrabal, “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, “Rodriguianas”, de Nelson Rodrigues, “Dorotéia”, de Nelson Rodrigues, “Fim de partida”, de Samuel Beckett, e “Di@ryo de um louko”, de Nikolai Gogol. Dirigiu, escreveu e realizou a trilha sonora de “Sessenta minutos para o fim”, “Serenata para a lua velha”, “Cigarro frio em noites mornas”, “Fodorovska”, “Somente os uísques são felizes”, “Desconstrução”, “Sinfonia patética”, “Diálogo inútil do Abismo com a Queda”, “Intermezzo” e “Queen”. Dirigiu e escreveu “Millenium”, “Desimagem” e “Subterrâneo”. Foi assistente de direção de Marco Antônio Braz em “O anti-Shakespeare” e “A cruzada das crianças” e assistente de direção de Silnei Siqueira em “As sabichonas”, da obra de Molière, e “Achados de Assis”, da obra de Machado de Assis. Atuou, entre outras, em “Laranja mecânica”, direção de Olair Coan, “O anti-Shakespeare”, direção de Marco Antônio Braz, e “Seis graus de separação”, direção de Jorge Takla.

Clara Carvalho atua em “Projeto Wislawa” e “Projeto Clarice”. Atuou em “Prontuário 12.528”, dirigida por Cesar Ribeiro. Recebeu os prêmios Shell de Melhor Atriz por “Órfãos de Jânio”, APCA de Melhor Atriz por “Frankensteins”, Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “A profissão da senhora Warren”, Mambembe de Melhor Atriz por “Ivanov” e Qualidade Brasil de Melhor Atriz por “Major Bárbara”. Foi indicada aos prêmios APCA de Melhor Direção por “Condomínio Visniec”, APCA de Melhor Atriz por “A profissão da senhora Warren”, APCA de Melhor Direção por “A máquina Tchekov”, Shell de Melhor Atriz por “Ou você poderia me beijar”, Shell de Melhor Atriz por “Frankensteins”, Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante por “Do fundo do lago escuro”. Atuou, entre outros, em “A médica”, direção de Nelson Baskerville; “O jardim das cerejeiras”, “O anti-Nelson Rodrigues”, “Retratos falantes”, “O ensaio”, “Órfãos de Jânio”, “Major Bárbara”, “Vestido de noiva”, “Ivanov” e “Melanie Klein”, sob direção de Eduardo Tolentino; “A profissão da senhora Warren”, direção de Marco Antônio Pâmio; “Preto no branco” e “Ou você poderia me beijar”, direção de Zé Henrique de Paula; “Dançando em Lúnassa”, direção de Domingos Nunes; “A noite do aquário”, direção de Sergio Ferrara; “A graça da vida”, direção de Aimar Labaki; e “Frankensteins”, direção de Jô Soares. Em cinema, atuou em “A visita” (Thais Fujinaga), “1×1” (Alexandre Ingrevallo), “O maior amor do mundo (Cacá Diegues) e “Quanto vale ou é por quilo” (Sérgio Bianchi). Atuou também na novela “As aventuras de Poliana” e nas séries “Psi”, “O Negócio”, “Fanáticas”, “Rotas do ódio”, “O adversário”, “9mm” – São Paulo” e “O homem da sua vida”.

Mariana Muniz atua em “Projeto Clarice”. Atuou em “Prontuário 12.528” e “Dias e noites de amor e de guerra”, dirigidas por Cesar Ribeiro. Atriz, bailarina e coreógrafa. Nasceu em Pernambuco, onde começou seus estudos de dança, e formou-se no Rio de Janeiro pela Escola do Teatro Municipal. Em 1974 encontrou-se com Klauss e Angel Vianna e, desde então, dedica-se ao trabalho com teatro e dança contemporânea. Trabalhou com Klauss e, em 1983, mudou-se para São Paulo. Participou de muitas produções importantes em teatro; e na dança ela cria solos, frutos de suas investigações no campo das relações entre a palavra e o movimento, e das percepções que se tem do corpo em movimento, tanto no Ocidente como no Oriente. Atualmente, Mariana Muniz dá continuidade ao seu fazer artístico participando como diretora e intérprete de espetáculos teatrais e criando os seus próprios espetáculos junto com a sua companhia – Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança –, onde mistura, de maneira muito própria, o teatro com a dança, em parceria com o arquiteto Cláudio Gimenez. Além de atriz e bailarina, é eutonista, formada em 2008 pelo IV Curso de Formação em Eutonia, e ex-docente da Faculdade de Dança da Universidade Anhembi-Morumbi.

Público: Atrizes (estudantes e profissionais). Acima de 18 anos..

Seleção: Análise curricular e carta de interesse. 20 vagas.

Cronograma das inscrições
Inscrições: De 15 de setembro a 13 de outubro 2026.
Aprovados: 15 de outubro de 2026.
Matrícula online: 16 a 18 de outubro de 2026.

Dúvidas ou questionamentos devem ser enviados por e-mail para a equipe de Extensão Cultural – extensao@spescoladeteatro.org.br

Observação
Ao se inscrever, o estudante deve estar ciente a respeito do Regimento Escolar da SP Escola de Teatro.

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