Suporte para as Experimentações

Publicado em: 11/11/2011

Por trás de todas as aberturas dos processos de trabalho do Experimento, que estão sendo realizadas ao longo desta semana na SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, existe, além do empenho dos próprios aprendizes, o suporte de vários profissionais e departamentos da Instituição.

 

Para desenvolver suas cenas, os grupos precisam, logicamente, de dinheiro. Nesta parte, entra o departamento Financeiro da Escola, que ofereceu, para a preparação do Experimento, um auxílio financeiro de R$ 1.000,00 para cada um dos núcleos do Módulo Amarelo.

 

A divulgação, por meio do acompanhamento dos trabalhos dos grupos, assim como das aberturas de processos, com fotos e matérias para o Portal, além de folders, encartes e outros produtos gráficos, é uma das prioridades da Comunicação nesse período. 

 

E na hora de organizar, montar e desmontar as salas para os ensaios e apresentações? Quem fica responsável por isso? A Produção. Sob a gerência de Ricardo Pettine, os auxiliares de Produção Eduardo Guedes, Emerson Fernandes, Flávio Duarte, Rodrigo Cruz, Vinícius Londero e Carlos José Rodrigues se revezam para conseguir dar conta de ajudar no Experimento sem deixar de lado os aprendizes do Módulo Vermelho, que estão preparando suas próprias apresentações, e os outros serviços que a Escola demanda.

 

“Nesses dias, o foco é o Experimento do Módulo Amarelo, mas, enquanto um está auxiliando na preparação dos grupos, outros ficam aqui na sala para atender os demais”, explica Guedes.

 

Resolver os problemas quando for necessário. Assim, Duarte define o principal papel da Produção. “É um apoio. Temos que estar sempre atentos a tudo, porque se um errar, todo o processo fica comprometido.”

 

Além dessas, estão na lista de tarefas várias outras, como oferecer auxílio para que os grupos não atrasem, emprestar equipamentos e, consequentemente, zelar pelo patrimônio da Escola, dar suporte na parte técnica dos trabalhos, e, ainda, acompanhar as apresentações para evitar incidentes, por exemplo, incêndios. Fora da sede da Instituição, no ateliê, atuam Cruz e Londero, que trabalham para colaborar com a montagem dos cenários, que, posteriormente, são trazidos para a Escola e integram as apresentações. 

 

Segundo Duarte, a contrapartida desse esforço conjunto vem ao assistir cada uma das cenas. “É muito legal acompanhar o desenvolvimento desse processo e, depois, ver o resultado do trabalho. Bom saber que está dando tudo certo e notar que eles têm um grande futuro pela frente. Isso me deixa feliz por trabalhar aqui, é gratificante”, finaliza.

 

Texto: Felipe Del