Diretor comenta seu aprendizado na SP Escola de Teatro: ‘Mergulho na arte’

Publicado em: 04/04/2019

O diretor e professor Durval Montavaninni, que cursou Direção na SP Escola de Teatro. Foto: Allan Nascimento/SP Escola de Teatro

ALLAN NASCIMENTO

“Eu acho que para ser aluno da SP Escola de Teatro é preciso vir de braços abertos”, diz o diretor teatral Durval Mantovaninni, que cursou Direção na instituição, entre os anos de 2011 e 2012, e é hoje coordenador do curso de Artes do Centro Paula Souza – escola de formação técnica de São Paulo. “Não venha com uma ideia cristalizada do que é ser ator, diretor, iluminador… Na SP Escola de Teatro, se constrói isso, aqui se constrói esses lugares”, completa.

Para Mantovaninni, “existe uma maneira de se fazer teatro antes da SP e uma outra completamente diferente depois; um envolvimento com a teoria e a prática bastante distinto”. “Na instituição, é preciso mergulhar, se deixar levar pelos formadores e pelos colegas de salas de ensaio, que são os grupos de experimentos. Isso é muito gostoso. A Escola é também um local para trocas”, sintetiza o integrante da companhia Arsênicos, sediada em Atibaia.

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Embora a SP Escola de Teatro não tenha sido o primeiro contato de Durval Mantovannini com os palcos, foi na Instituição, no entanto, que ele afirma ter encontrado meios para sistematizar os saberes acumulados em experiências anteriores. “Antes, eu tinha só a prática por fazer teatro amador, de fazer teatro no peito, de fazer um teatro meio autodidata. Aí eu entro na SP e recebo todo um referencial que eu não tinha. Eu já havia lido Brecht, Stanislavski, já tinha lido vários autores, mas eram leituras espaçadas. Por não ter passado por um escola, mesmo vindo de uma pedagogia mais aberta, era tudo muito solto na minha cabeça, e aí a SP conseguiu me dar um norte prático e teórico”, detalha.

A Escola também se tornou um importante cartão de visitas para Mantovaninni, diz ele, e para a sua inserção em um mercado de trabalho cada vez mais atento às demandas formação e consolidação de uma economia pautada pela criatividade. “A SP me abriu portas até dentro dela mesma. Aqui, eu já fui orientador de experimento, participei de banca do processo seletivo e ainda representei a instituição no júri de uma premiação em Tabauté. Além disso, já recebi convite para ser professor na MT Escola de Teatro, que é gerenciada pela Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), a mesma organização social que cuida da SP.”

Para o diretor, ele vai sempre ser um aprendiz da escola. “A SP oferecer um ensino de qualidade gratuitamente – isso quando não ‘paga’ para o aprendiz estudar, como quando eles recebem a bolsa do Programa Kairós – é algo sem precedente no Brasil”, finaliza.

PROCESSO SELETIVO

Quem deseja aprimorar a sensibilidade artística e transformar essa relação em ofício, como fez Mantovaninni, tem a oportunidade de se inscrever nos cursos regulares da SP Escola de Teatro até o dia 29 de abril. Uma chance de estudar teatro com profissionais renomados e sem pagar nada por isso. Como reforça o profissional de teatro, o percurso, que dura dois anos, não é feito sem provocar mudanças também internas nos aprendizes.




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