Direção e Dramaturgia na Cena Contemporânea

Publicado em: 13/06/2012

O teatro tem como característica primordial a coletividade. Cada parte de um grupo envolvido em uma montagem colabora, simultaneamente, para um resultado em comum. Duas das áreas que costumam andar de mãos dadas – direção e dramaturgia – serão discutidas na próxima edição do Bate-Papo Online, promovido pela SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, que acontece nesta quinta-feira (14), das 16h às 17h.

A convidada para esse diálogo é a atriz, diretora e dramaturga Lavínia Pannunzio, que responde a questões feitas pelos internautas, sobre o tema “A Cena Híbrida – Relações Entre Direção e Dramaturgia no Teatro Contemporâneo”.

Nascida em Uberlândia, Minas Gerais, Lavínia teve seu primeiro contato com o teatro em uma escola de sua cidade natal. Já em 1986, formou-se pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Até então, já havia participado de algumas montagens, como “O Noviço” (1980), de Martins Pena, dirigida por Umberto Tavares, e “O Despertar da Primavera” (1985), de Frank Wedekind, com direção de Guilherme Abrahão.

Com mais de 40 trabalhos como atriz no teatro e participações no cinema e televisão, a artista também encenou uma série de espetáculos. Em sem currículo constam diversos prêmios, entre eles o APCA e Coca-Cola/Femsa (ambos como diretora) e Mambembe (como atriz). Em 2012, recebeu o APCA na categoria de Melhor Atriz por três atuações: “A Serpente no Jardim”, de Alan Ayckbourn, com direção de Alexandre Tenório; “A Bilha Quebrada”, com texto de Heinrich Von Kleist e direção de Marcio Aurelio, e “A Ilusão Cômica”, escrita por Pierre Corneille e encenada, também, por Marcio Aurelio.

Entre outras montagens que contaram com a interpretação de Lavínia, estão: “Budro” (1994), de Bosco Brasil, com direção de Emilio Di Biasi; “O Mambembe” (1996), de Artur Azevedo, dirigida por Gabriel Villela; “Cacilda!” (1999), texto e direção de José Celso Martinez Corrêa; “Esperando Godot” (2006), de Samuel Beckett, encenada por Gabriel Villela, e “Honey” (2009), de Shelagh Delaney, sob direção de Fernanda D’Umbra.

Já como diretora, trabalhou em “Era Uma Vez um Rio” (2005), sua própria adaptação para texto de sua mãe, a escritora Martha Azevedo Pannunzio; “Quando Eu Era Criança” (2007), de Duílio Ferronato; “Veludinho” (2007), na qual também assinou a dramaturgia; “Giz” (2010), de Maria Shu, entre outras peças.

Ficou interessado em participar dessa discussão? Então não perca, o Bate-Papo Online acontece semanalmente, sempre às quintas-feiras. Basta acessar o portal da Escola na data e hora marcadas. Participe!

Serviço
Bate-Papo Online com Lavínia Pannunzio
Tema: “A Cena Híbrida – Relações Entre Direção e Dramaturgia no Teatro Contemporâneo”
Quando: Quinta-feira (14/06), das 16h às 17h
www.spescoladeteatro.org.br/chat
 

 

Texto: Felipe Del