Com aprendizes egressos da SP Escola de Teatro, C9 Iluminação oferece oficinas nas periferias de SP

Publicado em: 15/07/2016

Com a missão de compartilhar um pouco do conhecimento que adquiriram ao estudar na SP Escola de Teatro, sete aprendizes egressos formaram o coletivo C9 Iluminação, que oferece oficinas gratuitas sobre essa área técnica para jovens moradores das periferias de São Paulo.
 
O projeto surgiu no começo de 2016, quando os iluminadores recém-formados sentiram necessidade de dar continuidade aos estudos. “Vimos a ideia de criar um coletivo como uma ótima forma para nos fortalecermos, tanto didaticamente como profissionalmente. Nos reuníamos toda semana para estudar e discutir sobre luz. E, então, surgiu a ideia de criar um projeto para jovens, que pudesse ampliar o acesso à formação na área da iluminação para outras regiões da cidade”, explica Kenny Rogers, um dos fundadores do grupo.
 
O nome “C9” surgiu como a brincadeira de criar um nono núcleo de estudos para SP Escola de Teatro, que já oferece Cursos Regulares de Iluminação, Sonoplastia, Cenografia e Figurino, Direção, Atuação, Humor e Técnicas de Palco. O coletivo é composto por Rogers, Rebeca Konopkinas, Natália Peixoto, Michelle Bezerra, Felipe Lucas Silva Tchaça, Denis Kageyama e Ricardo Barbosa
 
Para viabilizar financeiramente a iniciativa, os aprendizes inscreveram o projeto no “Programa de Valorização de Inciativas Culturais” (Programa Vai), da Secretaria Municipal de Cultura, que atua justamente com jovens de baixa-renda, nas regiões periféricas. 
 
Depois de aprovados no programa, eles realizaram a primeira edição das oficinas do ciclo “O Que Você vê, Não é Apenas o Que Você Vê”, que tem a proposta de aproximar os participantes da linguagem da luz, a partir de exercícios que estimulem a transformação do olhar.
 
Rogers acredita que, além de lhe ensinar o ofício de iluminador, a Escola foi importante para que ele tivesse contato com muitos profissionais que colaboram de maneira direta e indireta com o coletivo.
Como meta para o futuro, o aprendiz sonha em ampliar a oficina, criando uma metodologia própria, e em prestar serviços de iluminação.
 



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