Base Triangular em Ação

Publicado em: 06/06/2011

Cada Curso Regular da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco se sustenta a partir de uma base triangular. Explicando melhor, um coordenador, um formador e um artista residente se juntam para “dar vida” aos estudos propostos.

 

O curso de Atuação conta com a participação de três profissionais renomados no âmbito teatral, como o coordenador Francisco Medeiros, o formador Filipe Brancalião e a artista residente, Lucienne Guedes. 

 

Para começar, Medeiros, tem seu nome marcado nas áreas de teatro dramático, teatro de animação, pantomimas, teatro físico, teatro para crianças e performances. Formado em Direção Teatral, Crítica e Dramaturgia pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Medeiros recebe, ao longo de seus mais de 30 anos de carreira, cerca de 40 prêmios. Desde 1999, é diretor artístico do Núcleo Argonautas de Teatro, em São Paulo. 

 

Filipe Brancalião é ator e participou do elenco de espetáculos como “A Vinda da Família Real” e “O Cidadão Perfeito”, ambos da Cia. Humbalada. De 2004 a 2008, trabalhou como artista-orientador no Programa Teatro Vocacional da Prefeitura de São Paulo. No ano seguinte, se tornou coordenador da Zona Sul do mesmo programa, onde continua até os dias de hoje. Como formador de Atuação, Brancalião disse que se interessou em trabalhar na Escola por saber que conseguiria “misturar arte e pedagogia, até porque, essas duas vertentes funcionam muito bem juntas”. Para ele, trabalhar com Medeiros está sendo ótimo, pois os dois possuem a mesma linha de pensamento.

 

Lucienne Guedes é graduada em Artes Cênicas, Dança e Música. A atriz foi coordenadora da Escola Livre de Teatro, em Santo André, e fundadora do Teatro da Vertigem, ao lado de Antônio Araújo. Em 2004, é indicada ao Prêmio Shell de Melhor Direção Teatral com a peça “Pequeno Sonho em Vermelho”. Também diretora, Lucienne recebeu, com surpresa, o convite para ser formadora do curso de Atuação e ficou feliz quando soube que dois artistas que ela admira muito, Francisco Medeiros e Maria Thaís, estavam trabalhando na Escola. “Considero Chico um mestre.”