Adaap, Ivam Cabral e Guilherme Bonfanti são indicados ao Prêmio Aplauso Brasil

Publicado em: 13/02/2020

Ivam Cabral em cena no espetáculo “Mississipi”. Foto: André Stefano/Divulgação

A Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), gestora da SP Escola de Teatro, o diretor executivo da Instituição, Ivam Cabral, e o coordenador de Iluminação Guilherme Bonfanti estão entre os finalistas do Prêmio Aplauso Brasil 2019. A lista de indicados foi anunciada na última terça-feira. A cerimônia de premiação está marcada para junho, no Teatro Sérgio Cardoso.

A Adaap concorre na categoria Destaque, “pelo modelo inovador de gestão cultural praticando à inclusão, democracia e união no fazer artístico”. Ivam Cabral é finalista do prêmio de Melhor Ator do ano por seu trabalho em “Mississipi”, da Cia. Os Satyros — peça que recebeu indicação também nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Ator Coadjuvante para Fábio Penna.

Guilherme Bonfanti está na disputa pela troféu de Melhor Iluminação, por “Cais Oeste” — dirigida pelo francês Cyril Desclés, sobre um empresário que decide se suicidar em um galpão abandonado às margens de um rio.

O juri que selecionou os indicados do Prêmio Aplauso Brasil é formado por Bernadeth Alves, Fernando Pivotto, Hélio Souto, Júlio César Dória e Kyra Piscitelli, além de Michel Fernandes, coordenador geral da votação.

EQUIPES

A lista de indicações inclui ainda trabalho que envolve artista da SP Escola de Teatro. O “Dispositivo movimentosptsesc”, exposição com objetos, imagens, figurinos, vídeos e textos tornando viva a memória do encenador Antunes Filho”, com curadoria do coordenador de Sonoplastia Raul Teixeira, é finalista na categoria Destaque.

Já em Melhor Dramaturgia Sonora estão Dani Nega (com Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva, por “Terror e Miséria no Terceiro Milênio – Improvisando Utopias”) e Gregory Slivar, por “Insônia – Titus Macbeth”, artistas convidados do curso técnico da Instituição

Confiram a lista completa de indicados:

Melhor Iluminação:
Aline Santini por “Balada Dos Enclausurados” e “A Valsa de Lili”
Cesar Pivetti e Vania Jaconis por “Dolores”
Guilherme Bonfanti por “Cais Oeste”
Maneco Quinderé por “Os Sete Afluentes do Rio Ota”
Tomás Ribas por “Tom na Fazenda”
Wagner Pinto por “Condomínio Visniec”

Melhor Figurino:
Fause Haten por “Sunset Boulevard, o Musical”
Fernando Vilela e Thais Sakuma por “Distopia Brasil”
Gabriel Villela por “Auto da Compadecida”
Kleber Montanheiro (baseado em esboços de José de Anchieta) por “Frida Kahlo – Viva La Vida”
Ligia Rocha por “Escola do Rock”
Marichilene Artisevskis por “Condomínio Visniec”

Melhor Arquitetura Cênica:
André Garolli por “Inferno – Um Interlúdio Expressionista”
Carlos Calvo por “Cais Oeste”
Daniela Thomas e Felipe Tassara por “Fim”
Erica Montanheiro, Kleber Montanheiro e Eric Lenate por “Balada Dos Enclausurados”
Matt Kinley por “Sunset Boulevard, o Musical”
Michael Carnahan por “Billy Elliot, o Musical”

Melhor Dramaturgia Sonora:
Dani Nega, Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva por “Terror e
Miséria no Terceiro Milênio – Improvisando Utopias”
Fernanda Maia e Newton Moreno por “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”
Gregory Slivar por “Insônia – Titus Macbeth”
Juh Vieira por “Transamazônica”
Marcelo Pellegrini por “A Desumanização”
Marcio Aurélio por “Heather”

Melhor Dramaturgia:
Aimar Labaki por “A Valsa de Lili”
Anderson Moreira Sales por “57 minutos – O Tempo que Dura Esta Peça”
Kiko Marques por “Casa Submersa”
Luciano Mallmann por “Ícaro”
Pedro Kosovski por “Kintsugi, 100 Memórias”
Renata Carvalho por “Manifesto Transpofágico”

Melhor Direção:
André Guerreiro Lopes por “Insônia – Titus Macbeth”
Bruno Perillo por “Chernobyl”
Cácia Goulart por “De Volta a Reims”
Clara Carvalho por “Condomínio Visniec”
José Roberto Jardim por “A Desumanização”
Rodrigo Portella por “As Crianças”

Melhor Elenco:
Ana Clara Fischer, Felipe Souza, Mônica Rosseto, Rafael Levecki, Rogério Percore, Suzana Muniz por “Condomínio Visniec”
Analu Prestes, Mario Borges e Andrea Dantas por “As Crianças”
Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole Cordery por “Chernobyl”
Eduardo Semerjian, João Bourbonnais, Louise Helène e Luciana Ramanzini por “A Vida Útil de Todasas Coisas”
Luciano Andrey e Tania Bondezan por “A Golondrina”
Renato Borghi, Elcio Nogueira Seixas e Georgette Fadel por “O que Mantém um Homem vivo?”

Melhor Ator:
Armando Babaioff por “Tom na Fazenda”
Arthur Berges por “Escola do Rock”
Ivam Cabral por “Mississipi”
Jiddu Pinheiro por “Os Sete Afluentes do Rio Ota”
Luciano Mallmann por “Ícaro”
Mateus Ribeiro por “Chaves – Um Tributo Musical”

Melhor Atriz:
Debora Duboc por “A Valsa de Lili”
Debora Lamm por “A Ponte”
Erica Montanheiro por “Inventário”
Lara Córdulla por “Dolores”
Marisa Orth por “Boulevard, o Musical”
Marjorie Estiano por “Os Sete Afluentes do Rio Ota”

Melhor Ator Coadjuvante:
Beto Sargentelli por “Billy Elliot, o Musical”
Diego Velloso por “Chaves – Um Tributo Musical”
Fábio Penna por “Mississipi”
Gustavo Vaz por “Tom na Fazenda”
Iuri Saraiva por “Jardim de Inverno”
Roberto Audio por “O Beijo no Asfalto”

Melhor Atriz Coadjuvante:
Angela Ribeiro por “O Beijo no Asfalto”
Carol Costa por “Chaves – Um Tributo Musical”
Kelzy Ecard por “Tom na Fazenda”
Luiza Curvo por “Mãe Coragem”
Monalisa Vasconcelos por “Push Up”
Nicole Cordery por “Nunca Fomos Tão Felizes”

Melhor Musical:
“As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”, Velloni Produções Artísticas e Sesi-SP
“Chaves – Um Tributo Musical”, Adriana Del Claro e Move Concerts
“Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”, Fato Produções e Correia Cultural
“Escola do Rock”, Atelier de Cultura
“Gota D’Água {Preta}”, Gira pro Sol Produções
“Sunset Boulevard, o Musical”, IMM Esporte e Entretenimento e Stephanie Mayorkis

Melhor Espetáculo Independente:
“As Crianças”, Celso Lemos
“Chernobyl”, Anayan Moretto
“Condomínio Visniec”, SM Arte e Cultura
“Ícaro”, Luciano Mallmann
“Os Sete Afluentes do Rio Ota”, Dueto Produções
“Tom na Fazenda”, ABGV Produções Artísticas

Melhor Espetáculo de Grupo:
“Inferno – Um Interlúdio Expressionista” – Cia. Triptal
“(In)Justiça” – Cia. de Teatro Heliópolis
“Kintsugi, 100 Memórias” – Lume Teatro
“Mississipi” – Os Satyros
“O Que Mantém um Homem Vivo?” – Teatro Promíscuo
“Terror e Miséria no Terceiro Milênio – Improvisando Utopias” – Núcleo Bartolomeu de Depoimentos

Destaque:
André Grynwask e Pri Argoud – Pelo trabalho de videografismo e videomapping que potencializou a estética do espetáculo “A Desumanização”
Associação dos Artistas Amigos da Praça – Pelo modelo inovador de gestão cultural praticando à inclusão, democracia e união no fazer artístico
Dispositivo Movimentosptsesc – Instalação que ocupa vários espaços do Centro de Pesquisa Teatral – CPT/SESC com objetos, imagens, figurinos, vídeos e textos tornando viva a memória do encenador Antunes Filho
Oficina Cultural Oswald de Andrade – Pelo fomento da arte em São Paulo, reconhecido pela classe artística e público como um equipamento acessível a todos
Primavera da Infância e Juventude – Pela união de esforços dos agentes Academia de Arte e Cultura, Paideia Associação Cultural, SESC e Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em desenvolver um festival dedicado ao público infantil e jove
Terça Crespa – Pelo encontro, realizado no Centro Cultural São Paulo, de artistas negros do teatro, da dança e da performance para intercâmbio e discussão de cenas, apresentadas em pequenos formatos




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