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Sala Vange Leonel

Passarinho

Solo de Ana Kutner é dedicado aos seus pais, Dina Sfat e Paulo José. Foto: Felipe Lima/Divulgação

Experiências afetivas impulsionaram a atriz, iluminadora e dramaturga Ana Kutner a criar “Passarinho”, solo escrito e interpretado por ela, em homenagem aos seus pais – a atriz Dina Sfat e o ator Paulo José. O trabalho cumpre temporada de 4 a 21 de maio, na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria da Cultura do Estado.

Desenvolvido por Ana em parceria com sua irmã, Clara Kutner, diretora da montagem, “Passarinho” se passa em um lugar indefinido, onde a memória se revela a partir das experiências afetivas. Com humor e delicadeza, a atriz se propõe a uma conversa com a plateia sobre suas próprias memórias familiares, encontros e desencontros, e também sobre amor, morte, sexualidade, gênero, desejos, sonhos, confiança, amizade e fé.

A peça, que estreou em 2017 no Sesc Pinheiros, propõe novas linguagens e novos procedimentos no fazer artístico, dialogando com outros criadores e criando um espaço de comunicação direta com o outro.

Ficha técnica:
Texto e Atuação: Ana Kutner | Direção: Clara Kutner | Assistente Direção: Fabio Osório | Direção Musical: Felipe Storino | Direção de Movimento: Marcia Rubin | Iluminação: Tomás Ribas | Diretor de Cena: Nahin Fernandez | Figurinista: Antônio Medeiros e Guilherme Kato | Cenógrafo: Estúdio Chão-Adriano Carneiro de Mendonça Antonio Pedro Coutinho | Fotos: Felipe Lima | Programação Visual: Cubículo | Produção: Ana Kutner e Silene Marinho | Realização: Ana Kutner e Morente Fortes

No Não Longe

Com ambientação claustrofóbica, monólogo No Não Longe é estrelado pela atriz Natalía Moço. Foto: Josemar Gouveia/Divulgação

É borrando a fronteira entre palco e plateia que a Crua Cia. busca refletir sobre os limites do homem em “No Não Longe”. Estrelado pela atriz Natalía Moço, o monólogo procura dialogar com o público de maneira diferente, fugindo do espaço tradicional de um teatro.

Com sessões de sexta a segunda até 14 de maio, a peça fica em cartaz na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria da Cultura do Estado.

Em uma ambientação escura e claustrofóbica, Natalía Moço interpreta dois personagens ao mesmo tempo. Homem e bicho recontam uma história de amor que se transformou em tragédia, questionando as memórias do coronel que se apaixonou por uma menina com cheiro de pitanga.

A ideia, segundo o diretor e dramaturgo Alexandre Leal, é que o público se sinta dentro da própria montagem. Sentidos e sensações são potencializados pela encenação simples e sombria, com uma luz rasteira que confunde os limites entre cenário e plateia. Colocando em cheque o espaço físico, “No Não Longe” procurar questionar os limites do próprio homem.

Ficha técnica:
Texto e direção: Alexandre Leal | Atuação: Natalía Moço | Assistente de direção: Gabriel Coutini | Iluminação: Giba Freitas | Cenografia e Figurinos: Natalía Moço e Alexandre Leal | Trilha sonora original: Andrei Furlan e Ulysses Neto | Programação Visual: Felipe Leal | Fotos: Josemar Gouveia | Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco | Produção: Crua Cia. | Produção executiva e audiovisual: Central SP Produções



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