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Visitas ao Cão

Foto: Divulgação

Escrito e estrelado por Gustavo Braunstein, “Visitas ao Cão” procura abrir uma discussão sobre as várias formas de manifestação da violência humana. O texto faz um paralelo entre os conflitos no Oriente Médio e a violência nas periferias brasileiras, olhando para as dimensões da violência e para a exploração midiática de conflitos regionais em um mundo globalizado.

A montagem dirigida por Pablo Callazans dos Reis busca inspiração nas rimas do rap da periferia e em rituais e orações em árabe, hebraico e português para unir as duas regiões, Brasil e Oriente Médio. O espetáculo é dividido em quatro atos – “Gêneses ou Evocação”, “11º Mandamento: Toque de Recolher”, “Vila Damasco” e “Profecia” – que, segundo o dramaturgo, podem ser interpretados como capítulos de um livro sagrado ou como quatro faixas de um álbum de rap.

Em 2017, “Visitas ao Cão” fez uma apresentação de pré-estreia no Festival Nacional de Teatro do Mindelo, em Cabo Verde, África. O ator Gustavo Braunstein é fundador dos grupos teatrais “Núcleo Tumulto! de Investigação Cência” e “Onironautas”.

Ficha Técnica:

Texto e atuação: Gustavo Braunstein | Direção: Pablo Callazans dos Reis | Iluminação: Fagner Lourenço | Produção: Jéssica Policastri.

Passarinho

Solo de Ana Kutner é dedicado aos seus pais, Dina Sfat e Paulo José. Foto: Felipe Lima/Divulgação

Experiências afetivas impulsionaram a atriz, iluminadora e dramaturga Ana Kutner a criar “Passarinho”, solo escrito e interpretado por ela, em homenagem aos seus pais – a atriz Dina Sfat e o ator Paulo José. O trabalho cumpre temporada de 4 a 21 de maio, na sede Roosevelt da SP Escola de Teatro, instituição ligada à Secretaria da Cultura do Estado.

Desenvolvido por Ana em parceria com sua irmã, Clara Kutner, diretora da montagem, “Passarinho” se passa em um lugar indefinido, onde a memória se revela a partir das experiências afetivas. Com humor e delicadeza, a atriz se propõe a uma conversa com a plateia sobre suas próprias memórias familiares, encontros e desencontros, e também sobre amor, morte, sexualidade, gênero, desejos, sonhos, confiança, amizade e fé.

A peça, que estreou em 2017 no Sesc Pinheiros, propõe novas linguagens e novos procedimentos no fazer artístico, dialogando com outros criadores e criando um espaço de comunicação direta com o outro.

Ficha técnica:
Texto e Atuação: Ana Kutner | Direção: Clara Kutner | Assistente Direção: Fabio Osório | Direção Musical: Felipe Storino | Direção de Movimento: Marcia Rubin | Iluminação: Tomás Ribas | Diretor de Cena: Nahin Fernandez | Figurinista: Antônio Medeiros e Guilherme Kato | Cenógrafo: Estúdio Chão-Adriano Carneiro de Mendonça Antonio Pedro Coutinho | Fotos: Felipe Lima | Programação Visual: Cubículo | Produção: Ana Kutner e Silene Marinho | Realização: Ana Kutner e Morente Fortes



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