Para egressa do curso de Técnicas de Palco, formação na SP Escola de Teatro apresenta a imensidão do universo teatral

Publicado em: 18/04/2019


ALLAN NASCIMENTO


“Acredito que passar pela SP Escola de Teatro me possibilitou acessar novos espaços do teatro e me profissionalizou ao ponto de me fazer desempenhar papéis com eficiência e compromisso, e isso contribui muito em todos os trabalhos que venho realizando”, conta Priscila Chagas, que concluiu os quatro módulos do curso de Técnicas de Palco na SP Escola de Teatro.

O curso, o primeiro do tipo criado no Brasil, capacita profissionais que trabalham nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. Em um mercado de trabalho atualmente tão carente desse profissional, o técnico de palco pode ser o cenotécnico, o diretor de cena, o contrarregra, o aderecista ou o maquinista de espetáculos.

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Para Priscila Chagas, “a SP Escola de Teatro me trouxe mais que as teorias e práticas do curso, ela me trouxe uma experiência única no meio artístico e político. Dentro das paredes da escola percebi o quão imenso e complexo é o universo teatral.”

Licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em Minas Gerais – curso que concluiu ainda antes de ingressar na SP Escola de Teatro –, Chagas acumula, em menos de um ano após encerrar o período de formação, importantes trabalhos para espetáculos de destaque nos palcos da capital paulista.

“Quando resolvi me inscrever para um curso da SP Escola de Teatro, minha intenção era fazer contatos profissionais em São Paulo, já que havia ficado o tempo da graduação morando fora da cidade”, justifica.

Hoje, ela já carrega sua assinatura em 11 projetos, em cada um deles desempenhando funções bem específicas, como pintura de arte, montagem cenográfica, produção de adereços cênicos, direção de palco, coordenação técnica, operação técnica e produção de cenografia. No currículo, trabalhos para montagens como “Billy Eliot” (em cartaz atualmente no Teatro Alfa, em São Paulo), “Estado de Sítio” e “Ópera Carmen”.

“São inúmeras as funções e preocupações para fazer com que a magia do teatro aconteça. Não falo da magia de contos infantis, mas a magia da relação, da escuta, da troca, da observação, da fala, do olhar, do aprender e ensinar. O teatro é rico, e só agora me dou conta do lugar onde me enfiei. É lindo, é prazeroso, é difícil, é teatro mesmo”, escreveu Priscila Chagas em um texto de quando ainda estava concluindo a formação, em 2018.

RELAÇÃO COM A ESCOLA

Assim como outros egressos, a técnica de palco ainda mantém uma relação de proximidade com a Escola. “O meu ciclo profissional e afetivo está totalmente ligado por pessoas que conheci no período da SP Escola de Teatro. Profissionalmente, realizo trabalhos para o J.C.Serroni (coordenador do curso e também de Cenografia e Figurino), Alício Silva (ex-aprendiz e hoje artista convidado da Escola), Jorge Ferreira (artista convidado), e para ex-aprendizes, tanto do curso de Técnicas de Palco quanto das outras áreas. Além de acompanhar as atividades e pesquisas do Núcleo Negro (grupo de estudos e discussões sobre negritude, organizado por estudantes na SP Escola de Teatro)”, elenca.

“Destaco ainda a importância que a Viviane Ramos (formadora) tem para o curso de Técnicas de Palco, sabendo que é um curso pouco entendido não só pra quem é de fora da área, mas para quem está ali dentro também. Viviane tem a preocupação de nos fazer questionar e entender qual é nosso espaço quanto artista dentro de um projeto. De não nos colocarmos apenas como solucionadores de problemas e ‘quebra galho’”, frisa. Para Priscila Chagas, “o curso de Técnicas de Palco, dentro de um espaço de arte, é uma revolução”.




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