Cia. Pessoal do Faroeste

De Enciclopedia do Teatro

A Cia. Pessoal do Faroeste, fundada em 1998, tem tido como fonte de pesquisa a vida social e política do povo brasileiro por meio de seu imaginário popular e de sua cultura. A companhia tem como principais montagens:

"Um Certo Faroeste Caboclo" (1998) - prêmio Teatro Jovem Coca-Cola/Pananco de Melhor Direção (Paulo Faria) e Melhor Coreografia (Luís Miranda).

"Rei dos Ventos" (2000) e "A Mulher Macaco" (2000) - patrocinada pelo Grupo Construcap (Lei Mendonça), recebeu prêmio Nacional Plínio Marcos de Dramaturgia/2000.

"O Índio" (2003) fez parte do Projeto Escola Aberta, Recreio nas Férias e Circuito CEUs – Prefeitura de São Paulo.

Em 2002, a companhia iniciou o projeto Trilogia Degenerada: Um inventário sobre a cidade de São Paulo, com as montagens "Re-bentos" (2002), "Os Crimes de Preto Amaral" (2006), e "Labirinto Reencarnado" (2008), todas concedidas pela lei de Fomento ao Teatro da Secretaria do Estado de Cultura.

A partir do processo da Trilogia a companhia conquistou seu espaço, a Sede Luz do Faroeste, no coração da cidade de São Paulo no bairro de Campos Elíseos.

Em 2009, a Cia. Pessoal do Faroeste encena o infantil "Ibejis", concedido pelo ProAC da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, apresentado para crianças de ONGs e escolas públicas na Sede Luz do Faroeste. Cumpriu temporada popular e, por meio do projeto Circuito Cultural, também viajou pelo interior de São Paulo com apresentações nas cidades de Taquarituba, Lençóis Paulistas, Guararapes, Lins e outras. Foi selecionado pelo Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente e apresentou-se em algumas unidades do SESC-SP.

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