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Teatro

Ontem Eu Te Amo…

(Foto: Letícia Godoy/Divulgação)

Um homem e uma mulher se encontram numa pacata estação de trem. Eles parecem não se conhecer, mas, mal iniciado o diálogo, se beijam apaixonadamente. No entanto, embora tenham se permitido viver o momento presente, o tempo os castigará de maneira impiedosa em “Ontem Eu Te Amo…”, da Cia. Teatro de Romance. O espetáculo cumpre temporada na SP Escola de Teatro entre 8 e 25 de fevereiro.

Escrita por Denis Antunes, que contracena com a atriz Gabrielle Araújo, a peça mostra o fugaz encontro entre Henrique e Valentina, conduzido por diálogos que ora sugerem flertar com o idealismo romântico, ora conduzem as personagens de volta ao chão, para um embate entre desejos e dissimulações.

O berço, a família, o casamento, a traição, o sexo, a religião, o medo e o desejo constroem o cenário para o embate romântico. Se o primeiro beijo é o ápice do encontro de amor, como é possível seguir adiante depois? Aqui, ninguém sairá ileso da efemeridade do amor à primeira vista.

Ficha técnica:
Autor: Denis Antunes | Direção: Leandro D’Errico | Elenco: Gabrielle Araujo e Denis Antunes | Figurino: Cris Matsuoka | Cenário: Aline Sousa | Iluminação: Leandro D`Errico e Luiz Murillo | Produção Geral: Gabrielle Araujo | Assistente de Produção: Federico Torres | Fotos: Letícia Godoy | Realização: Cia Teatro de Romance e Caboclas Produções

Rés

‘Rés’, da Corpórea Companhia de Corpos, discute o encarceramento de mulheres negras no Brasil. Foto: Gal Opido/Divulgação

O encarceramento de mulheres negras no Brasil é tema do espetáculo “Rés”, da Corpórea Companhia de Corpos, que faz única apresentação na SP Escola de Teatro, em 28 de novembro, às 21h. O trabalho propõe uma reflexão sobre a violência física e psicológica à qual essas presas estão submetidas.

Dirigida por Verônica Santos, “Rés” é a primeira parte de uma trilogia que investiga o lugar do corpo negro cotidiano nas artes cênicas. Nesta etapa, o grupo se propõe a um diálogo com a dança – e na sequência haverá uma montagem em teatro e uma terceira erguida a partir de movimentos performativos sobre a memória do corpo e sua máscara, a pele.

Embora o título do espetáculo sugira uma associação direta à cadeia, a obra amplifica o olhar sobre a condição de prisão, em denúncia daquilo que um corpo negro feminino sente ao ser encarcerado. Não existem presidiárias em cena, mas corpos expostos à situação que representem os diversos tipos de encarceramento.

A apresentação de “Rés” na SP Escola de Teatro faz parte do evento Novembro Negro, criado pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), que durante o período de 9 a 30/11, com o tema “Feminismo Negro e Política Criminal”. A programação inclui ainda cinco debates e a exibição de um filme, cujas abordagens estão ligadas às questões de raça, gênero, classe, espaço e território. Para mais informações sobre o Novembro Negro, acessar: www.ibccrim.org.br.

 

Ficha técnica
Concepção e direção: Verônica Santos | Intérpretes criadores: Débora Marçal, Malu Avelar e Verônica Santos | Direção musical: Melvin Santhana | Trilha sonora: Melvin Santhana e Manassés Nóbrega | Preparação de corpo cênico: William Simplício | Provocadores: Dina Alves e William Simplício | Iluminação: Danielle Meireles | Figurino: Débora Marçal e Wellington Adélia | Fotógrafo: Gal Oppido | Vídeo performance: Noelia Nájera | Produção executiva: UTPA



Nossa programação também está no SP Estado da Cultura, ferramenta disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo com os eventos de todos os equipamentos culturais do estado.

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